Coleção pessoal de ArcelioPreissler
"Quando eu fico sozinho, eu começo a pesquisar na internet o que as mentes mais brilhantes do mundo deixaram por escrito para as futuras gerações!" (Arcélio Alberto Preissler)
"Um livro ou um texto da internet, pode ser a janela que amplia a visão de mundo de quem está descansando entre quatro paredes." (Arcélio Alberto Preissler)
"Quando os primeiros começarem a colocar e anunciar na internet o valor numérico de cotação de mercado de uma nascente, de uma mata ciliar específica em sua extensão de área e benefícios, aqueles que se movem em função de cotações de commodities agrícolas, cedo ou tarde provavelmente podem seguir essa nova tendência também!" (Arcélio Alberto Preissler)
"A Justiça é representada pela estátua de uma mulher, de olhos vendados, segurando em uma das mãos a balança e, na outra, a espada. A balança pesa o Direito que cabe às partes, enquanto a espada é um sinal de força para expressar que a decisão judicial tem que ser cumprida. A venda nos olhos é o símbolo da imparcialidade." (Gil Castello Branco)
"Não pense o que fazer com os 1440 minutos do dia, pois eles são de outros que decidem por você!" (Arcélio Alberto Preissler)
"Albert Einstein, escrevia as ideias em papel, então ele conseguia ver as sequências do como foi imaginado, quantas etapas foram necessárias para chegar ao resultado, o que haveria de modificar para conseguir resultado diferente, para chegar na direção e no objetivo desejado." (Arcélio Alberto Preissler)
"Fácil é editar os pensamentos que carregam imagens, sons, odores, sabores e sensações tácteis, quando se evoca o estado mental de recursos." (Arcélio Alberto Preissler)
"Suponho que mais alguém também já percebeu linhas de crenças mentais em algumas letras de músicas." (Arcélio Alberto Preissler)
"A educação ambiental está sendo ineficaz, ela se choca de frente com os problemas políticos, culturais, sociais e econômicos locais!
Dentro dos municípios, a quem compete a educação ambiental que inclui novos caminhos a geração de renda alternativa, para quem está numa atividade predatória?" (Arcélio Alberto Preissler)
"Quando você for escolher os candidatos em que você vai votar nas eleições, use sua boca para perguntar o que eles querem melhorar no município, também use seus olhos e ouvidos semelhante a uma águia observadora." (Arcélio Alberto Preissler)
"Você pode dar sementes para uma pessoa e ela afirmará que é impossível crescer uma árvore dali. No fundo, ela não está disposta a plantar e cuidar para depois colher os frutos. Ela quer que alguém faça por ela, e pra ontem! Ela quer ter os frutos sem o processo...
O que será que colhe quem não planta?"
E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. (Mateus 24:11)
Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. (2 Coríntios 11:13)
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. (Mateus 7:15)
O hipócrita com a boca destrói o seu próximo, mas os justos se libertam pelo conhecimento. (Provérbios 11:9)
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)
"Podemos criar situações, contextos para evocar estados de felicidade, usando da nossa criatividade!" (Arcélio Alberto Preissler)
“Quanto mais alguém estiver investindo em commodities agrícolas, estará menos investindo em agricultura de subsistência. Isso é bom para quem?” (Arcélio Alberto Preissler)
"Se você vê os problemas locais e sabe que existem soluções, aja localmente." (Arcélio Alberto Preissler)
"Levante a cabeça e mostre toda essa energia que você tem, eu acredito em você!
Hoje é o começo de novas conquistas, novas realizações!" (Arcélio Alberto Preissler)
Um dia uma professora pediu para seus alunos listarem os nomes dos amigos de classe em um papel, deixando um espaço na frente para escrever alguma coisa.
Então ela mandou eles pensarem na coisa mais bonita que eles podiam dizer sobre cada um dos colegas da classe e escrever ali neste espaço.
Isso tomou todo o tempo restante da aula até que todos acabassem a tarefa, e quando eles saíram da sala, cada um entregou seu papel à professora.
Depois a professora escreveu o nome de cada aluno em um pedaço de papel separado e listou o que todos os outros tinham dito sobre aquele aluno em especial.
Na aula seguinte ela entregou para cada um a sua lista, e em pouco tempo, a classe inteira estava sorrindo.
"Verdade?" ela ouvia.
"Eu nunca soube que significava alguma coisa para alguém!" outro dizia...
"Eu não sabia que os outros gostavam tanto de mim..."
Foram muitos os comentários.
Mas, ninguém mencionou esses papéis na aula novamente. A professora nunca soube se eles discutiram sobre isso entre eles ou com os pais, mas isso não importava.
O exercício atingiu seu objetivo. Os alunos ficaram felizes com eles mesmos e com os outros.
O tempo passou, aqueles alunos cresceram e cada um inicio uma nova vida ali mesmo ou em outra cidade.
Quis o destino que um dos alunos perdesse sua vida em uma guerra.
Todos os amigos e a professora foram no funeral daquele aluno especial. Ela nunca tinha visto um homem num caixão militar antes.
Ele parecia tão bonito e tão maduro. Seus amigos encheram a igreja e um por um, daqueles que o amavam deram seu Adeus...
A professora foi a última a abençoá-lo.
Mas enquanto ela estava lá, um dos soldados que atuou como acompanhante do funeral veio para ela e disse
"Você era a professora de matemática do Mark?" ele perguntou.
Ela mexeu com a cabeça em gesto afirmativo, "Era."
"O Mark falava muito sobre você."
Logo após o funeral enquanto todos ainda estavam tristes por aquele amigo que não poderiam ver de novo, a professora foi chamada pelos Pais de Mark
"Nós queremos lhe mostrar uma coisa", o pai disse, tirando a carteira do bolso e disse.
"Encontraram isso no bolso das roupas do Mark, nós achamos que você deveria reconhecer."
Abrindo a carteira, ele cuidadosamente retirou dois pedaços de papel, que obviamente tinham sido lidos e relidos muitas vezes.
A professora soube imediatamente que aquele papel era a lista feita a muitos anos atrás em uma de suas aulas, com todas as coisas boas que os colegas de Mark tinham escrito sobre ele.
"Muito obrigado por fazer isso" disse a mãe do Mark.
"Como você pode ver, Mark o guardou como um tesouro.
"Todos os colegas do Mark começaram a reunir-se em volta e Charlie sorrindo timidamente falou,
"Eu também guardo minha lista. Ela está na parede do meu quarto".
A esposa do Chuck falou que a lista deles estava no álbum de casamento."
"Eu tenho o meu também", falou Marilyn. "Está no meu diário".
Então Vicki, outra colega, pegou sua agenda na bolsa e mostrou, gasta e velha, sua lista para o grupo.
"Eu a carrego comigo o tempo todo", disse ela e continuou, "Acho que todos nós guardamos nossas listas."
Foi quando a professora finalmente sentou e chorou. Chorou por Mark e por todos os seus amigos que não o veriam nunca mais e por ver que um pequeno gesto a muitos anos atrás fez uma diferença enorme na vida daqueles alunos.
Autor desconhecido
Um garoto chega da escola temendo ter de encarar o dever de casa. E repete: "Meu dever de casa vai ser difícil. Não vou conseguir fazer."
A mãe pergunta: "Como você pode saber se ainda nem começou?"
O menino explica que quando a professora passou o dever, ela alertou a turma: "Não esperem para fazer o dever de casa no domingo. Façam no sábado. É uma tarefa difícil e a última turma não se saiu muito bem. Então se planejem para dedicar um bom tempo e trabalhar duro, pois será necessário."
A mãe do garoto imediatamente compreendeu que a professora havia influenciado seu filho de uma forma negativa, levando-o a esperar ter dificuldades para realizar o dever de casa.
Ela também compreendeu que provavelmente o dever não era tão difícil quanto o filho imaginava e que poderia facilmente influenciá-lo a mudar suas expectativas e torná-las mais positivas. Ela disse ao menino: "Para mim você vai resolver essa tarefa com muita facilidade. Você é bom em assimilar novas informações e em lembrar o que aprendeu. Meu palpite é que logo, logo você vai ter terminado o dever e vai aparecer aqui dizendo que foi facílimo."
É claro que o garoto abriu o maior sorriso e foi começar o dever de casa. Pouco tempo depois, voltou radiante. "Puxa", disse ele "você tinha razão, mãe. Da próxima vez que alguém tentar me convencer que não posso fazer algo, vou lembrar-me do que você disse sobre a minha capacidade de assimilar novas informações e vou dizer a mim mesmo que você tinha razão."
Autor desconhecido
