Coleção pessoal de antonio_evangelista_1

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Todos os deveres humanos se encerram nestes dois pontos: resignação à vontade do Criador e caridade para com os nossos semelhantes.

Basta sujar um livro com notas e observações para se adquirir o título de homem de letras.

A falta de modéstia é falta de senso comum.

É preciso ensinar aos homens como se não ensinasse realmente, / propondo-lhes coisas que não sabem como se as tivessem apenas esquecido.

Quem confessa os seus erros é mais sábio hoje do que ontem.

O divertimento é a felicidade daqueles que não sabem pensar.

Encantos impressionam a vista, mas o mérito ganha o coração.

Suportam melhor a censura os que merecem elogio.

Quem pensa ver algo sem falhas / pensa naquilo que nunca existiu, que não existe, e que nunca existirá.

Uma mente nobre tem vergonha de não se arrepender.

Errar é humano; perdoar, divino.

Não é um lábio ou um olho o que chamamos de beleza, / Mas a força global e o resultado final de todas as partes.

Algumas pessoas nunca aprendem nada, porque entendem tudo muito depressa.

Um homem nunca deve sentir vergonha de admitir que errou, o que é apenas dizer, noutros termos, que hoje ele é mais inteligente do que era ontem.

Feliz do homem que não espera nada, pois nunca terá desilusões.

⁠Os deuses não devem ser temidos; a morte não pode ser sentida; o bem pode ser conquistado; o que tememos pode ser vencido.

⁠Nada pior do que o fracasso, a não ser o êxito quando ele não nos satisfaz.

"⁠Felicidade plena não existe.E sim a serenidade.Temos momentos de alegria e não um estado permanente de satisfação.Separações, a morte de pessoas e bichos queridos, doenças e acidentes são inevitáveis. Superando o medo alcançamos a serenidade. Pois, o medo nos torna egoístas e nos paralisa e impede aqueles momentos de alegria e pensamentos inteligentes e com liberdade"

⁠O mundo é um caos, uma pluralidade irredutível de forças, instintos e impulsos que se chocam incessantemente.

O respeito pelo outro não exclui a escolha pessoal. Ao contrário, a meu ver, ele é sua condição primeira.