Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt
Eu sou contra que crianças tenham contato com armas sejam em tempos de paz ou em tempos de guerra.
Em tempos de paz uma arma ser colocada na mão de uma criança acena que há um processo de radicalização em curso.
Não tenho medo de me expressar sob as regras da Liberdade de Expressão do meu país, mas evito falar tudo o que penso porque estou cansada de gente chata, imatura e fanática política.
Geralmente quem olha e aponta o outro como ameaça é sempre os lados da polarização política para conter o surgimento de novas lideranças.
O dia de terça-feira amanheceu
todo preguiçoso aqui em Rodeio,
A chuva com o seu amoroso jeito
beija o Médio Vale do Itajaí inteiro.
Surgindo o sol manso entre as nuvens
carinhosas, gentis e doces algodoadas,
Em plena segunda-feira em Rodeio,
tingindo o céu com o tom de mil opalas.
Carrego as mil liras ancestrais e o jeito
de quem no Médio Vale do Itajaí vive
fazendo do cotidiano a poesia sublime
E das minhas preces as mais apaixonadas...
O Brasil precisa aprender a racionalizar dos detalhes aos grandes eventos que levam à tempestade cognitiva. Não podemos viver neste rodamoinho psicológico de massa de forma prolongado. Passou da hora de acordar...
Quem tira a paz do outro nunca mais fica confortável no próprio corpo. Imagina quem tira a paz de uma Nação inteira...
Usar da imagem da mulher é uma tática de guerra manjada para a desestabilização e destruição de uma Nação.
Conquistam através da tática da confusão, depois aderem a reconciliação e depois aplicam a estabilização. Absurdos por repetição para depois a normalização. Tática rasteira. Bote e imobilização podem levar a estagnação profunda.
Quando se quer desestabilizar e destruir uma Nação as mulheres são um dos principais pilares alvos. Quem diz que feminicídio não existe, reverbera esse princípio.
O patriotismo de todos está sendo testado há muito tempo, e ninguém percebeu. O futuro promete capítulos efusivos.
Nascemos ou escolhemos este país para viver. Ser contra o voto feminino no país que 5º lugar no ranking mundial dos países que mais matam mulheres é ser inimiga(o) de todas as mulheres independentemente de quem quer que sejamos.
Da intimidade entre hemisférios,
conheço a história desde o começo:
o Deus da Guerra escolheu fazer
da América Austral o seu endereço.
A dissonância cognitiva coletiva
causada por estratégias de dominação
se torna um problema por causa
da deformação da percepção da realidade.
A memória coletiva foi substituída
pela trágica retórica ideológica;
o que é protocolar na diplomacia
diante dos olhos foi atropelado.
É sobre tomar todo o real cuidado,
e ainda é muito pouco para nós:
não fazer ouvidos aos moucos
deveria ter sido convencionado.
A Operação Condor não voltou,
embora o instante seja comparado;
pede caminhar sobre ovos e cuidado.
Com tudo o que foi conversado:
não diga que não foi avisado!
É sobre uns que não desejam vivo
nem mais nenhum Condor,
expressaram contra o próprio berço
o uso de bombas atômicas
e relevaram queimar toda a floresta
como metáforas normalizadas;
e é sobre quem balançou
os ombros para o iminente perigo.
Todo mundo conhece pelo menos um que não foi votar. Ninguém precisa pressionar ninguém. É só incentivar o exercício cidadão do voto em nome daquilo que é comprovadamente conquistado desde 1988.
O comportamento diplomático anômalo de líderes países diante do que é protocolar não deve ser normalizado.
Alinhamento ideológico quando gera apagamento da memória coletiva de conquistas essenciais e marcantes colocam a todos numa situação de fragilidade.
A dissonância cognitiva coletiva causada por estratégias de psicologia de massa se torna um problema por causa da deformação da percepção da realidade.
