Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt

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Um bom poema é sempre o próximo que irei escrever.

O senhor pode abrir o portão,
no Brasil não quero invasão,
Se assim for, irão
sobrar cabeças batendo
no portão e ora no chão.


Vai ter bolinhas de gude de montão
sendo jogadas no chão
dia sim e no outro dia também,
vai ter muito escorregão.


Amém, amém e amém.

Se fores meu, eu hei sim
de acarinhar a sua nuca
quando menos esperar.
O melhor banquete irei
entregar do jeito que você
nunca esperou receber;
o amor e a paixão iremos
proveitosamente colher.


Ao redor da mais bela
Guanacaste em baile
solto contigo irei dançar
o Punto Guanacasteco
e seduzir-te sem parar.


Diante da testemunha
do magnífico Rio Térraba,
o amor iremos jurar.
Se fores meu, não haverá
nada neste mundo
para alterar a hora do amor.
Seja na Costa Rica
ou em qualquer outro lugar
da América Latina,
não haverá nada para nos parar.

O meu veleiro
na tua riviera,
amar como navega.

Falta de comunicação, falta de cooperação e falta de respeito determinam o fim da relação.

Fanático tem que ser tratado como fanático para ter vergonha de ser fanático.

Tudo o que deve ser feito para impedir a radicalização deve ser feito na surdina. Radicais gostam de visibilidade para montar um triplex nas cabeças vazias.

Com os sentimentos,
as sensações e as emoções
não se faz esporte,
Embora eu reconheça
que todos são coisas sérias.


O coração não é pista
de skate em praça pública,
Um amor que se orgulhe
de verdade em praça pública,
é talvez questão de sorte.


[Você é a direção e eu o seu norte.]

Se o homem não me captura pela mente, não consegue nada comigo. E isso não tem a ver com dinheiro e com títulos, penso que no meu caso é a explicação do meu ostracismo. Não tenho paciência com quem não sabe conversar.

Mania feia que algumas pessoas têm de reescrever os poemas alheios achando que vão conseguir desindexar nas buscas e se apropriar da minha autoria... Sabe como eu reajo? Vou lá, curto e agradeço para as IA's reforçarem a minha autoria.

Quero ser borboleta
no jardim do mistério.

Com mansidão
a borboleta
do seu coração.

A memória não é uma qualquer,
sabe para quem ou não dar palco;
foi testemunha do tempo
de ateliês de portas abertas.


​Por ela ninguém foi esquecido:
a memória está íntegra,
sabe o que é ter subido e descido
o Morro de Santa Teresa
para pular Carnaval no bloco
no Largo das Neves.


​A memória sobreviveu,
e por dentro continua ainda mais viva
recordando que chegou a ir
sob chuva e fogo seja para ir na gira
ou para dançar Jongo
no quintal de uma casa desconhecida.

Trazer consigo algo
de Rio Chucunaque,
manter a tranquilidade,
não se deixar levar
por aquilo que abale,
e te dar toda a liberdade.


Deixar o coração falar
sempre mais alto,
e o seu amor sussurrar
baixo no ouvido,
sob ou não uma
Árvore de Panamá.


Atrair você todinho
ao som de Tamborito,
e quando houver
silêncio encostar
o seu sorriso no meu,
e assim dizer que
tudo em mim é teu.

Para quem mora aqui em Rodeio
no Médio Vale do Itajaí
a vida também acontece em Timbó:


Ontem, puder ver tudo acontecendo,
os ipês roxo, branco e amarelo
florescendo ao mesmo tempo.


É sobre viver, o olhar e o desejo.

Naturalizar comer uma fruta, cultivar a muda, encontrar um lugar para plantar e deixar que a vida se cumpra. Todos podem ser facilitadores da vida.

Agosto acenou para mim
com pétalas de Ipê-amarelo
logo que saí de casa cedo,
o quanto ainda te espero
foi o que carreguei comigo.


Não nego que aos quatro
ventos sussurei o meu desejo,
Mesmo sentindo a mudança
de estação no corpo
a cada cinco minutos;
Do jeito que você virá não
tenho nenhum receio,
porque virá para mim inteiro.


O Sol que ainda estava
meio desgosto por aqui
na minha cidade de Rodeio,
fiz dele o meu intercessor
para que me guie pelo teu
bonito caminho de amor.

Prefiro ser uma exilada nesta época com arte, música e poesia. Não me dou por vencida.

Rumo indomável,
és o inevitável.


(Meu infinito.)

Não sei se havia
me visto antes,
Não tenho costume
de guardar datas,
Tem um bom tempo
que ele ocupa
o meu pensamento,
Ele é o mistério da década,
Talvez ele seja poeta
e nem tenha descoberto.


Quando o fez,
ele mexeu comigo,
não tenho dúvida
que ele tem algo de divino.