Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt

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Pessoas são como flores.
Flores são como pessoas.


​Existem pessoas nativas.
Existem flores nativas.


​Existem pessoas de origem.
Existem flores de origem.


​Flores nativas nasceram
e cresceram no mesmo chão.


​Flores de origem nasceram
e cresceram no seu chão,
Foram levadas para nascer
e crescer em outro chão.


Existem flores e pessoas
de várias sementes
e de vários chãos coincidentes ou não,
e continuam sendo
flores e pessoas inquestionavelmente.


Flores e pessoas nativas, de origens,
de várias sementes e de vários chãos,
por onde fores sempre existirão,
aprenda a lidar, você goste ou não.

O sabor de amor
tem sabor de marzipan
e também de infância
na minha história.
Aprendi com a Avó,
e sei fazer de memória.

Nem tudo deve virar notícia ou ser comentado.

Existem coisas que fazem me calar não por covardia ou isenção, mas por aceitar o "lugar de não fala" que me deram, então opto em me manter em paz e falar apenas quando percebo que as coisas transbordam.

Mãos que se encontram,
encantam e desabrocham...

Almas flamejantes
na dança do século:


[Inequívoco universo].

A espera pela primavera
pede razões na terra.

Venusta exibo
diante da Lua,
esbanjo brilho.

Tens direção
com o coração.


(Ressurgente oceânico.)

No trajeto o silêncio
da sua janela trancada,
No seu peito a poesia
segue encantada,
Os meus olhos felinos
espreitam a sua chamada.

A nossa flora nativa
é sempre tão gentil
que manda flores
até sem a gente pedir,
Se não se distrair
irá aprender a notar
as bromélias do ar.

Crianças e jovens devem ser escutados com atenção, e refletir com eles e sobre eles exige tato redobrado. Não podemos usar a mesma régua que usamos com adultos.

Entregar qualidade numa crítica é ter profundidade num assunto, observância das regras que orientam a liberdade de expressão e ter a sabedoria para falar o que é para ser falado sem insultos e sem ódio.


A minha palavra para hoje e amanhã é: respire fundo e prudência.

No mar escuro
da incerteza,
Um olhar bonito
guia com beleza,
e faz esquecer
de qualquer cantilena.

Cercar-me de monjas blancas,
ao meu redor para receber
de corpo e alma o teu amor,
embriagar-me no teu fragor
e derreter-me do teu andor.


Desfiar os raios de sol e da lua
para tecer um huipil com
a imagem da tua alma de colibri:
assim tem sido com devoção
desde o dia que te descobri.


Deixar-te livre para que revele
o que sei que também sente,
para que me entregue o melhor,
e eu retribua com o que há de maior;
para que se confirme que é amor.

Leveza de arara-canindé
sobre o ipê-amarelo em flor,
Quero ser assim sempre
para você por onde eu for.

A madrugada governa a lembrança
sobre quem orbita sorrateiramente,
Você tem o controle dos efeitos
depois de tudo, definitivamente.
Mantenha a alegria e a sagacidade
de papangu brincando de Carnaval
que a felicidade dará um jeito
e irá te seguir surpreendentemente.


Quem foi cruel e abusou da relação
de poder, do seu momento frágil
e te humilhou em público:
não merece nunca mais estar perto,
e tampouco merece o seu perdão.


(Permita-se a total restauração.)

Céu de amor,
deixo um rastro
em ti, o ardor...

No abismo do Atlântico
o encontro romântico.


Encanto...

Na selva floresce
a flor perene
do coração.