Coleção pessoal de andresaut

921 - 940 do total de 1053 pensamentos na coleção de andresaut

Depende de quem?

Ontem quando o sol nasceu, seus raios quebraram
a frieza da serração que cobria os campos,
e derreteram a geada agarrada a relva
nesta linda terra do Rio Grande do Sul …
Ontem quando o sol nasceu, trouxe um pouco
de calor àquela rua que eu nem sabia que existia,
que fica ali perto da “Pouco me importa”
esquina com a “Eu nunca vou ir lá mesmo”…
Ontem quando o sol nasceu eu
acordei e vi que podia fazer diferença..
era só fazer…
Ontem quando o sol nasceu
seus raios me mostraram uma
picada no meio de uma mata tão fechada,
como os meus olhos estavam,
um picada a qual eu posso percorrer,
e quando a percorrer meus passos vão transformá-la em
um caminho…e se você quiser caminhar comigo,
provavelmente a transformaremos em uma estrada,
e se você convidar outra pessoa, logo será uma rodovia,
uma rodovia que levará nossas vocações, intenções e
vontade a novos rumos para eu que quero,
para você que pode,
para ele que espera,
para todos nós que precisamos…
então, meu amigo, meu vizinho,
meu irmão brasileiro…
levanta daí, me de a mão e vamos caminhar juntos,
vamos vencer juntos, vamos viver juntos,
vamos conquistar juntos uma nova realidade
para nosso país.
E quando a noite chegar, numa roda de chimarrão,
em uma conversa de amigos, contaremos historias,
de glorias, e quando lembrarmos daquela
rua…que ficava ali perto da “Pouco me importa”
esquina com a “Eu nunca vou ir lá mesmo”…
saberemos que ela agora tem um nome…
Rua da Conquista, onde fica a Praça da Vitória!

Você não imagina o que um sorriso é capaz…

Quem pensa que Deus não deu mecanismos de defesa para o homem quando criou, com certeza, está enganado. Vamos analisar um caso: Um dia você deve ter ficado muito bravo com algo que aconteceu, como uma batida no seu carro carro. Você sai do veículo soltando fumaça pelas orelhas, vermelho de raiva, com os olhos esbugalhados e…um simpático e intimidado sorriso aliado a um olhar que mistura susto com culpa o encara da janela do veículo que bateu no seu e que…só aranhou o seu para-choque…- Desculpe, perdão…como a gente resolve isso? Teus olhos vão voltando ao normal, a cor retorna ao rosto, a fumacinha se dissipa e, você responde: – Não foi nada, isso acontece! Viu, que armas Deus nos Deu: sinceridade, discernimento e um sorriso que pode concertar o mundo! Você está esperando o quê? Pega teu simpático sorriso e vai a luta! Vai concertar esse confuso mundo!

Que tal dar uma mudadinha no rumo…

Minha vida toda caminhei pela beira da praia, bem próximo onde o mar insistente, vem afagar a areia e em seguida, sem compromisso, se retira, sente saudades, volta e retira-se novamente, nunca assumindo o relacionamento com a amada e dispersiva areia da praia. Fora a observação deste relacionamento milenar que de vez em quando podemos até vivenciar algo semelhante…volto a meus passos pela beira da praia, próximo a salgada e refrescante água. Meu caminho nesta jornada foi fácil, macio, descompromissado, pois a cada passo que dava, minhas pegadas, o mar ia apagando…e a esta altura da minha vida, olhando para meus pés, estão macios, sem calos…mas em contrapartida não deixei muito por onde andei…até alguns castelos que construi, o mar também, sem compromisso, destruiu…
Resolvi então mudar meu caminho, me afastando um pouquinho das ondas do mar, da areia macia e descobri que a poucos metros de onde caminhava, um chão mais duro, onde minhas pegadas ficam gravadas, machuca um pouco, mas a cada passo vou construindo um caminho que se alguém quiser, pode seguir. E neste novo caminho, de areia não tão macia, os castelos que estou construindo, o preguiçoso mar, não derruba facilmente. Mudar um pouquinho que seja a estrada que estamos acostumados a percorrer, não é simples, a rotina vicia, mas você não imagina quão bom é conquistar alguns calinhos que seja e poder deixar algumas pegadas gravadas nesta areia da curta vida que Deus nos presenciou.

Descobri que o amor não é cego…

Sempre ouvi dizer que o amor é cego mas, descobri que não! há maneiras de olhar, jeitos de encarar que nos dão a oportunidade de descobrir, a maravilhosa arte de enxergar o que ninguém ou pouca gente vê! E isso acho que posso chamar de “olhos do coração”, fazem com que não seja importante cor de olhos, sorrisos, corpos perfeitos, cabelos maravilhosos para que você goste ou ame alguém. Acontece ao acaso, um clique e derrepente parece que uma cortina se abriu e lá está aquela pessoa que sempre esteve ali, mas nunca foi vista! E você vai fazer de tudo para descobrir quem é, mesmo que já conviva com ela há muito tempo, vai se empenhar em conhecer mais e mais a cada dia…eu diria que para amar alguém, tem que ser pelo “conjunto da obra”, pequenos detalhes, opiniões, posicionamentos e atitudes inusitadas, como um passar de mão no rosto demonstrando carinho…que farão este relacionamento durar a eternidade, mesmo que a eternidade seja minutos, horas, semanas….então meu amigo, amiga, deixe que os olhos do coração te conduzam ao amor e descubram a felicidade que é comemorar as conquistas da outra pessoa e, repartir seus sonhos com abraços, beijos e um sorriso do olhar.

Tenho, no meu estúdio, uma caneca cheia de sementes, que juntei…e deixei esquecida na prateleira…

Tenho, no meu estúdio, uma caneca cheia de sementes, que juntei…e deixei esquecida na prateleira…
Hoje é mais um primeiro dia de um ano novo e, demanhãzinha lembrei daquelas sementes…resolvi então (coisas de primeiro dia do ano) que a partir de hoje vou andar com os bolsos cheio de sementes, de flores, de árvores e até quem sabe de amores e, vou espalhar – já que plantar não fiz – todos os dias quando passar por um pedacinho de terra, disfarçadamente colocarei a mão no bolso e jogarei algumas sementes, não vou prestar atenção nem nas sementes que vou jogar, nem onde vou jogar…só para quando passar de novo ali, ficar pensando se tenho ou não parte naquela linda árvore, ou nas flores que brotaram sem planejamento , porque hoje tem local para plantar qualquer coisa, um determinado espaço para azaleias, local para plantar pitangas e os amores-perfeitos que minha avó adorava plantar, acho que nem tem mais lugar, mas com certeza em meio a passos despercebidos, vou jogar alguma semente desta flor num cantinho qualquer, e deverá, com certeza alegrar algum coraçãozinho que ainda tem um espaço para florir!

Vou olhar para cima…

Você tem olhado para cima ultimamente? Não, não tão para cima…digo olhar para o alto dos prédios e notar os detalhes da arquitetura mais antiga, que estão esquecidos entre limo e pequenas plantas que brotam de suas rachaduras…Nos séculos que se foram, artesões empenhavam-se na arte de decorar frontões carregando-os de teatrabilidade. Marquises eram construídas com adereços e esculturas refletindo uma época em que se dedicava tempo para detalhes e, os detalhes são as coisas mais importantes da vida. Talvez aquele artesão que confeccionava a pequena escultura intercalada pelos detalhes de ramos em relevo, dedicasse mais tempo que hoje dedicam alguns mestres da arquitetura ao prédio de 20 andares, construído com o mais alto padrão de segurança, decorado com mármore ou uma cópia tão fiel da já escassa pedra e, que a tecnologia está substituindo. Pensando nisso vou mudar a direção de meu olhar e, dedicar mais tempo aos detalhes, detalhes do dia a dia, como levar café na cama para quem, você ama e receber um pequeno e dorminhoco sorriso de surpresa. Detalhe de pegar na mão de quem faz tempo que você não toca e beijar seu rosto com um suave toque dos lábios, demonstrando carinho, amizade e amor, detalhe de um surpreendente abraço forte de quem já faz apenas “10 minutos” que você falou, detalhe de deixar alguém entrar primeiro no elevador ao som dos acordes do famoso e já não tão popular “bom dia” acompanhados de um sorriso…Acho que vou experimentar isso hoje….

Qual é tua idade?

Qual é a tua idade? Confesso que não sei a minha…Um dia destes estava comendo pitanga sentado em um galho a saborear os pequeninos e deliciosos frutos de uma majestosa e centenária pitangueira, a uns 5 ou 6 metros de altura quando num momento de discernimento olhei para baixo e me perguntei…- Que estou fazendo?? Em meio a solitárias risadas respondi: – Vivendo!

Minha modesta teoria é que nosso corpo não acompanha nossa mente. No esplendor da preguiçosa juventude, aproveitamos, descobrimos, fazemos ou tentamos fazer de tudo…e depois vamos deixando de fazer uma coisa, outra e derrepente estamos lendo romances, lendo aventuras e esquecemos de vive-las…Eu que devia estar no outono da vida, resolvi viver na constante primavera, vou correr nos campos floridos da vida, se não estiverem floridos, aprendi a fechar os olhos e imaginar, sonhar, depois plantar umas sementinhas e fazer meu próprio campo florido! Então, vamos comer pitangas, soltar pandorgas, pipas e jogar bolita?

Derrepente notável…

Não faz nem muito tempo, em um belíssimo jardim, vivia faceira a dançar com a brisa, uma pequena e despercebida flor. Crescia colorida, refrescando-se do orvalho da manhã, e pegando uma corzinha ao clorofilar-se nos primeiros raios de sol do dia. Vivia feliz, acomodada no macio solo, vendo as nuvens passarem…Foi então que durante uma chuvarada que um forte vento, trouxe para perto dela diversas sementes de não sei quê, umas plantinhas verdes, espaçosas que logo cresceram e, fizeram com que a já despretensiosa florzinha sumisse em meio ao verde das plantinhas. Foi quando o jardineiro veio limpar o jardim e, tirando todas as ervas que tinham se espalhado entre as plantas, descobriu a pequena flor. Espantado com sua delicadeza e fragilidade, o jardineiro preparou o canteiro ao seu redor, valorizando-a. Então todos que passavam admirados comentavam sobre a pequenina flor, que sempre esteve ali e, agora ao ser notada, valorizava o jardim e a vida dos que por ali passavam.

Destinos….pontes….

Na região onde moro, o ano começou com fortes chuvas arrastando pontes, derrubando estradas, interrompendo sonhos…mudando destinos? penso que não, pois destino são outras pontes, são as que construímos para chegar onde pretendemos. Construímos pequenas pontes, grandes pontes e algumas que parecem até atravessar oceanos, mas com certeza, somos nós que as concretizamos. Então a ideia é construí-las em solo firme e com estrutura capaz de suportar qualquer abalo físico ou emocional. E isso é difícil, mas razoavelmente possível. Talvez a ponte mais trabalhosa, é a que tem como destino o amor da pessoa que nos espera ou nem sabe que está esperando do outro lado. Pois está ponte tem que estar em constante construção e uma equipe de sentimentos trabalhando incessantemente na manutenção, essa é a parte mais deliciosa desta missão, consiste em tirar todas as pedrinhas do caminho, deixar a pista muito bem pintada, placas de sinalização bem legíveis, para que possamos ler aquela mensagem sob qualquer tempo, ou hora do dia ou noite: Te amo meu amor! E simplesmente depois de construí-la ter coragem de atravessar e abraçar com forte ternura, amor e compromisso, quem nós espera do outro lado.

Um grande coração

Nós brasileiros temos por índole, um grande coração. E uma das frases populares que confirmam isso, usada para dizer que sempre tem lugar na nossa casa, em nossa mesa é a famosa “onde comem 2 comem 3” só que por aí se vai… onde comem 4 comem 6 onde comem 6 comem 12…
Este grande coração é como se fosse uma casa, tem entrada, quarto, sala, cozinha e muitas outras peças. Tem gente que deixamos entrar e quando notamos estão esparramados na sala, alguns mais íntimos já na cozinha, abrem o refrigerador. Outros melhores instalados, deixamos que olhem na biblioteca e alguns dos particulares diários nela arquivados..
tem também aquelas que ficaram esquecidos na entrada e derrepente, ops… lembramos, e tem aquela visita especial, que já foi embora e, deixou a porta aberta e levou a chave…e que esperamos que volte…porque onde…

Aves selvagens, aves domésticas…

Hoje a tarde cavalgava nos campos de cima da serra, quando observei um bando de marrecos selvagens pousarem no açude perto da casa da fazenda. Eles pousaram ao redor de um domesticado e adaptado pato doméstico, o qual nadava ao lado contrário do pouso do bando, mas logo mudou de direção e seguiu nadando no meio de seus selvagens primos. Alguns instantes de descanso e logo apressaram-se em alçar novamente voo…e surpreendentemente, o patinho do logo, foi junto…alias tentou voar também, mas poucos segundos depois, a a uns 30 cm do chão, esparramou-se na água…

Por mais que pareçamos acomodados, penso que não somos, falta apenas a motivação, uma boa dose de boa vontade e treino para colocar em prática tudo que desejávamos da vida e ao passar dos anos, nadando no laguinho fomos esquecendo que um dia éramos selvagens e queiramos atravessar o mundo alcançando os céus da satisfação e o prazer da conquista. Meu amigo tem muito mais na vida do que um laguinho, tem o mar, tem os rios…e, acredite, ainda podes voar, eu tenho certeza que posso, porque EU QUERO!

preencher vazios…

O maior dom do homem, no meu entender, é o de preencher vazios…não podemos ver uma vaso sem flor, uma parede sem quadro, uma sala vazia, uma sorriso sem graça, uma varanda sem a cadeira de balanço e a cadeira sem ninguém a balançar…não podemos ver, sem pensar em preencher…colocar, plantar…em um coração vazio, um olhar, no nada achar algo, no balanço pensar em uma criança, olhar triste para uma dançarina sem par, um jogador sem bola, uma bola sem time, um time sem campo, um campo sem grama…chegar na cama vazia do teu lado, teu perfume ficou, tua mão onde anda? porque a minha no vazio…ainda procura a tua…

Descobri que sou um aprendiz da vida…

Descobri que sou um aprendiz da vida querendo ser um artezão de sonhos pois incessante não desisto daquilo que acredito. Sonhando bem acordado, trabalho em transformar o abstrato em concreto o impossível em provável e o incerto em certeza. Não acredito no “não dá”, mas em contornar a razão de quem achar que tem sem querer discutí-la, mas sem insistir que desista destas incravadas convicções, apenas acrescente à ela, outras e, perceba que não vai me ouvir dizer, vai me ver fazer! Mesmo que pareça irreal o mais difícil de alcançar não é o sonho, mas a capacidade de acordar e ver que a realidade acontece por que você a idealizou e, acreditou ou, por vezes com a ajuda do acaso, sem esforço, por motivação do aventureiro destino.

separando segundos…construindo uma hora…

Confesso que quando te tive, por não ser detetive, nunca me ative na razão mais óbvia de que amar é separar de cada minuto um segundo continuadamente, guardando-o para que depois, com um olhar amadamente descompromissado , juntá-lo a muitos outros colecionados construindo assim, com estes segundos separados um tempo único de cada momento chegando ao infinito de uma hora de maravilhosas lembranças…

Só sei o que sei porque pensava que sabia…

Eu poderia falar um monte de coisas que não sei, sussurrado pelo google, “copiado e colado” por duas ou três teclas tipo control alt shift mas, resolvi que não, pois minha posição, no mínimo em vão diria tudo sem saber de nada, confessaria um assassinato sem ao menos ter conhecido o fédido defunto…mas sendo que a única coisa que penso que sei é sobre o tal amor, sem desconfiar da grande mentira que minha boca prediz quando o ouvido da direita não escutou a mesma coisa que ela, apaixonadamente desapaixonada balbuciou no pé do ouvido esquerdo, espantado porque lhe faltaram braços e, não pode abraçá-la. Na dúvida, juntando os depoimentos destas duas testemunhas auriculares num julgamento secreto em algum lugarzinho perdido no meu cérebro: constatei escrevia sobre o amor mas…não tinha ganho a tal incontestável prova a qual, sonhava, procurava e desejava que fosse …”o beijo”…

Tem carvalho que se acha…

A pequena estradinha que entrava mata a dentro era emoldurada, desproporcionalmente de um lado por um grande e forte carvalho, do outro por um frágil lírio que envergava-se em direção ao chão, como um súdito à revenciar-se diante de seu rei. O carvalho soberbamente para parecer humilde, falou para a pequena florzinha que não precisava reverenciá-lo, pois ele por natureza era grande, forte, belo e muito seguro de si sendo que um dos motivos eram suas fortes e firmes raízes. Ela respondeu, desinclinando-se o quanto dava para que, de canto de olho, tentasse olhar para a tal majestosa e falante árvore… então disse: – Apesar de grandiosa, eu não te reverencio, muito menos assumo qualquer compromisso com teu imaginário reino, querida árvore, é que tuas fortes raízes são o motivo de minha fraqueza a ponto de para ti, parecer reverência, sem que tu percebas tuas raizes, consomem toda a água e os nutrientes do solo no qual e, do qual vivo. Esta terra, que para mim por proporção, é um vasto campo, para ti, é muito pequeno, tanto que cobres o sol que poderia me dar força também, com a sombra de tuas folhas e galhos. Não me leve a mal, amigo carvalho, não quero tua extinção, para que eu viva melhor, até porque tua vizinhança me protege dos fortes ventos e temporais…não que eu seja uma flor tão santinha que de vez em quando não torça para que um raiozinho caia em cima de ti…mas por favor, por respeito a mim, não penses que faço reverência à ti, por tu te achares tão superior, eu me curvo é de fraqueza em razão do alimento que tu me tiras com tuas raízes que passam por baixo e entre as minhas…enquanto majestosamente vai tomando conta de todo o terreno que nos cerca…

Quero aproveitar mais os tics…

Acordei sem ter dormido por causa do tique nervoso desse tic tac estressado e apressado do relógio…eu estava curtindo o tic e ele veio com o tac…espera, quero me agarrar ao tão bom presente sem que tu, apressado tragas o tac me mostrando que já passou…quero um relógio só de tics…

Perdi um tempo enorme olhando para cima, pulando e tentando alcançar as estrelas, então um dia olhei para baixo e em uma simples poça d’água consegui alcançá-las…

Não creio em minorias…

Nos campos de cima da serra, quando a chuva cai, as dezenas de riachos, córregos e nascentes vão se unindo até que em instantes os pequenos rios se transformam, por alguns momentos, em fortes mananciais de água que vão derrubando e levando o que encontram pela frente. Nunca acreditei em minorias, acredito sim em grupos desunidos e conformados. Não acredito em armas, mas duvido que exista alguma mais forte do que a voz, a caneta e a informação. Não creio que a revolta dê bons resultados, e não acredito que as articulações sejam desinteressadas. Ainda desconheço a resposta, mas não quero me acostumar com o problema. O homem nasce puro e a medida que cresce a vida vai temperando o seu caráter, mas creio que um bom banho de discernimento, leve embora todos estes temperos que tiraram o gosto pelo correto, pelo desejado, e faça com que retorne à pureza de sentimentos, ações e a descoberta das respostas certas.

regra não muito prática para compreender mulheres

Quando Deus criou a mulher, no mínimo, Ele quis deixar o homem confuso…Quando ela diz sim, quer dizer não, quando diz não significa…pode ser…e quando ela diz pode ser…é talvez! Haja dicionário de interpretação. Quando ela sorri? está triste ou feliz e quando pergunta se gostamos do vestido que ela está experimentando antes da festa…ela te olha, pergunta como estou? e você pensa…ah meu Deus e agora??? Minha sugestão é esboce um sorriso, vai ao encontro dela e, só a abrace…se ela gostou do vestido, vai te abraçar forte e agradecer, se ela não gostou vai te abraçar forte e dizer que só você a compreende…então meu Deus como posso entendê-las?