Coleção pessoal de Alvaro69
Todos os grandes Pensadores da Humanidade fizeram sempre ufanismo à Amizade. Logo, quem Pensa tem Amigos.
Um paradoxo: uma parte de traz do nosso corpo nos leva pra frente e uma parte da frente nos leva pra traz. São os calcanhares e as pontas dos pés.
Nunca um bobo comete atos inteligentes? E, nunca um inteligente, comete muitos atos bobos? Os atos estão aí, para todos cometê-los. A quantidade maior deles é que nos classifica.
Os homens se sentem rebaixados ao serem induzidos, principalmente em casa, a fazerem xixi sentados. Não há nada mais prático, repousante e higiênico do que fazê-lo sentado... principalmente no seu lar. Não há homem que não tenha feito isso sentado. Afinal, quando ele faz o serviço mais pesado, depois ele complementa com o leve. E, aí, ele não se levanta para tal. Faz sentado mesmo. Então... hipocrisia. Ao fazer seu xixi sentado não haverá respingos fora do vaso, não precisará levantar a tábua, não precisará balançar o apêndice (ao estar sentado, bastar sacudir a pélvis... muito mais higiênico), estará descansando enquanto comete o ato e estará com as mãos limpas, até não precisando lavá-las, como normalmente ninguém o faz quando está em casa. Conclusão: Sentado é a solução doméstica para um bom machão higiênico.
As mãos nos colocam em contato com o mundo. Contato é uma avenida de dois sentidos, onde os extremos se encontram. E o que se passa por essa avenida? Quantos coliformes, germes e bactérias ela transporta? Quando os homens vão aos mictórios, quantos lavam as mãos? Menos de 50%. E, olhe, quando eles estão nessa função, eles recebem respingos de volta dos mictórios em pé. Quantas dessas mãos contaminam os corrimões das escadas rolantes, dos balaustres e ônibus e trens, das escadarias públicas, das maçanetas das portas de banheiros e outras, dos teclados de máquinas como cartões de créditos. Infinidades. Infinidades de sujeiras. O cumprimento de mãos pelas pessoas, deveria ser “proibido”. Os orientais são mais sábios em seus cumprimentos. Abaixo o cumprimento de mãos. Cuidado ao segurar-se em objetos públicos.
Os Países são as grandes sociedades que se fazem para se auto protegerem e, ao mesmo tempo, para proteger os cidadãos, uns dos outros.
