Coleção pessoal de alnsanches

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Angústia é um nó muito apertado bem no meio do seu sossego.

A vida é cheia de surpresas e errar faz parte da jornada. Então, vá atrás de seus sonhos. Faça escolhas inteligentes. Defenda a si mesma, seja gentil com o planeta e acima de tudo, seja um bom amigo.
APROVEITE A SUA JORNADA!

O olho do homem serve de fotografia ao invisível, como o ouvido serve de eco ao silêncio.

Fotografar é acima da arte de escrever imagens com luz. É eternizar momentos, sorrisos e lágrimas, maneira de expressar o que se vê ou sente.

Fotografia nada mais é do que um cálculo onde as variáveis de soma são luz e criatividade, elevadas a paixão daquele momento.

No meu trabalho, como escritor, eu só fotografo, em palavras, o que vejo. […] Meus dias, meus anos, minha vida viu altos e baixos, luzes e trevas. Se eu escrevesse só e continuamente da “luz” e nunca mencionasse o outro, então como artista eu seria um mentiroso.

Se uma foto não está suficiente boa, é porque você não se aproximou o suficiente do fato.

"O click de uma fotografia é como um alguém dizendo: Você salvou algo que jamais poderá ser o mesmo."

Fotografia é a poesia dos olhos, traduzida na essência das emoções.

Para todos aqueles realmente capazes de ver, a fotografia tirada por você, representa o testemunho da sua existência.

O melhor álbum de fotografia é a nossa memória, nela ficam gravadas fotos reais de momentos bons e ruins de nossa vida.

Fotografias; traduzem em imagens os pensamentos de um pensador.

A fotografia é uma forma de ficção. É, ao mesmo tempo, um registro da realidade e um autorretrato, porque só o fotógrafo vê aquilo daquela maneira.

A fotografia, antes de tudo é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum objeto ou sujeito, constrói-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-se uma história, cabe a nós, espectadores, o imenso desafio de lê-las.

Não fazemos uma foto apenas com uma câmera;
ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos,
os filmes que vimos, a música que ouvimos,
as pessoas que amamos.

A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.

A fotografia nunca se revela por inteiro quando você se desmancha por alguém. Essas relações lembram uma foto polaroid: a imagem vai aparecendo aos poucos. Algumas coisas se distanciam do sentimento original, mas isso é a vida.

A melhor coisa sobre uma fotografia, é que ela não muda mesmo quando as pessoas mudam.

A melhor coisa nela é que quando se olha nos olhos dela, e ela olha pra você, tudo parece fora do normal. Porque você se sente mais forte, e mais fraco ao mesmo tempo. Você fica excitado, e ao mesmo tempo, apavorado. Na verdade, você não sabe como se sente, mas sabe o tipo de homem que quer ser. É como se você atingisse o inatingível, sem esperar por isso.

Despedida

E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.