Coleção pessoal de adrianoaugustosilva
Ser a segunda opção é, muitas vezes, mais doloroso do que não ser opção nenhuma, porque quando não somos opção ao menos sabemos o nosso lugar e, por mais que doa, aprendemos a conviver com essa ausência, mas quando somos a segunda opção nasce algo muito mais cruel dentro de nós: a esperança, criamos expectativas, fazemos planos silenciosos, imaginamos conversas, momentos e risos que talvez nunca existiram para a outra pessoa, ficamos esperando mensagens que não chegam, gestos que nunca acontecem e uma atenção que quase sempre só aparece quando a outra pessoa precisa aliviar o próprio peso ou preencher um vazio momentâneo, a segunda opção vive assim, à margem da vida de alguém, presente apenas quando convém, quando sobra tempo, quando o coração do outro está ferido ou solitário, e depois disso tudo volta ao mesmo lugar de sempre, porque a pessoa retorna para quem realmente importa, para quem ocupa o primeiro lugar, e nós ficamos ali, em silêncio, tentando entender por que nunca somos suficientes, juntando os pedaços de uma esperança que se quebra repetidas vezes dentro do peito, e isso dói de uma forma difícil de explicar, porque no fundo tudo o que o coração queria, mesmo que fosse apenas uma única vez, era saber como é ser a primeira escolha, ser prioridade, ser alguém que não é lembrado apenas quando convém, mas que é amado de verdade.
Como suportar... como compreender... como continuar vivendo quando a própria alma parece cansada de existir? Tudo o que eu queria era entender o porquê de sentir uma dor tão profunda, tão fria, tão cruel, uma dor que não grita, mas corrói por dentro, que não sangra por fora, mas dilacera em silêncio, uma desesperança pesada, sufocante, como se o mundo estivesse lentamente se afastando de nós, como se tudo aquilo que um dia foi abrigo estivesse, agora, desmoronando diante dos nossos olhos, é como se uma mão fria tocasse o nosso rosto na escuridão, não para consolar, mas para nos obrigar a encarar aquilo que tentamos negar: a rejeição, o abandono, os olhares carregados de julgamento, o desprezo disfarçado de silêncio, a indiferença que fere mais do que palavras duras, aqueles que um dia chamamos de importantes, aqueles por quem estendemos as mãos, por quem lutamos, ajudamos, acolhemos… hoje nos viram as costas com uma frieza que assusta, e dói perceber que nos tornamos invisíveis para quem já foi casa, dói sentir que tudo o que fizemos parece não ter valor algum, como se fôssemos apenas mais um rosto perdido na multidão, ou talvez nem isso… talvez até um estranho, que nada sabe da nossa história, tenha mais consideração do que nós, e assim seguimos, carregando no peito o peso de uma ausência que grita, de um silêncio que machuca, tentando sobreviver a uma tristeza que parece não ter fim.
Eu só queria ser amado… ser importante para alguém, sentir que pertenço a algum lugar, a algum coração, queria experimentar aquela alegria genuína de saber que existe alguém que se preocupa comigo de verdade, que pergunta como estou porque realmente quer saber, não por obrigação, queria ser a pessoa que procuram para sair, para rir, para conversar sobre a vida sem pressa, sem interesse oculto, apenas porque minha presença faz falta, queria ser, ao menos uma vez, a escolha e não a alternativa, mas, no fundo, sinto que estou condenado a ser sempre a última opção, sou lembrado apenas quando sou útil, quando não há mais ninguém disponível, quando precisam de algo que eu posso oferecer e depois que consigo cumprir meu papel, sou deixado de lado, descartado, humilhado, criticado, como se eu fosse apenas um objeto, um brinquedo, uma ferramenta nas mãos de quem diz se importar, mas que, na verdade, só enxerga a si mesmo, e dói perceber que, eu nunca fui alguém… apenas algo.
A dor da solidão é silenciosa, traiçoeira e profundamente enganadora, ela quase nunca é demonstrada, quem a carrega aprende a sorrir com perfeição, a sustentar um rosto sereno enquanto, por dentro, tudo desaba, sorri para não incomodar, cala para não preocupar, disfarça para não despertar pena, prefere ser forte aos olhos do mundo a admitir que está se afogando em um vazio que ninguém vê., tudo o que essa alma deseja é se sentir incluída, escolhida, verdadeiramente amada… mas, em vez disso, abraça o próprio silêncio e transforma a dor em segredo, carrega o fardo sozinho, mesmo já estando exausto, apenas para proteger aqueles que ama, como se seu sofrimento fosse um peso aceitável, desde que não recaia sobre mais ninguém.
Ser prioridade… muitas vezes precisamos aprender, com urgência, a valorizar quem verdadeiramente nos dá prioridade, quem nos coloca na rotina não como obrigação, mas como escolha, pessoas que, no meio do caos do dia, encontram um espaço para enviar uma mensagem, perguntar se estamos bem, compartilhar um simples meme só para arrancar um sorriso, gente que tira tempo, porque quer, para fazer parte da nossa vida, porque ser prioridade não está nas promessas bonitas, mas na constância dos gestos, está em quem demonstra, em quem se faz presente, em quem nos inclui sem precisar ser cobrado, é na amizade que não nasce do interesse, mas do cuidado sincero, é em quem prova, nas atitudes diárias, que realmente importamos, quem ama de verdade não ama apenas em palavras; ama em ações, em presença, em escolhas repetidas todos os dias.
Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a carrega, uma dor silenciosa que se esconde à vista de todos, camuflada em sorrisos forçados e respostas automáticas de que “está tudo bem”, um vazio onde tudo parece falso e mentiroso, onde o amor já não consegue atravessar as muralhas erguidas como defesa depois de tantas quedas, tantas trocas, tantas humilhações, tantos abandonos, é o peso de ter sido deixado de lado, de ter se sentido insuficiente, descartável, invisível, é um cansaço emocional que ninguém vê, mas que esmaga o peito todos os dias, esse é o peso que poucos compreendem, porque só entende de verdade quem já sentiu a própria alma se partir em silêncio.
E quando deixamos de sonhar, de planejar, de nos importar com o amanhã… quando já não enxergamos mais a luz e tudo parece ter perdido o ânimo, o brilho e o sentido? Quando acordar pesa, respirar cansa e existir se torna um fardo silencioso? Como lutar contra as próprias sombras, contra medos que nos perseguem e traumas que nos aprisionam? Como ser aquele que vive os próprios sonhos e ainda ousa sonhar cada vez mais alto, se por dentro tudo está em ruínas? Como se sentir amado novamente, se as pessoas ao redor apenas criticam, julgam e diminuem? Como ser luz em um lugar onde todos parecem determinados a apagar a sua pequena chama? Como arrancar do rosto a máscara de um sorriso forçado, quando ele já virou armadura? Como aprender a amar, se tudo o que conheço é a dor, se nunca me ensinaram o que é amor, porque, no fundo, eu nunca me senti verdadeiramente amado?
A dor de ser deixado de lado é silenciosa, mas profundamente cruel, muitas vezes dizemos que está tudo bem, forçamos um sorriso, fingimos maturidade, mas a verdade é que, por dentro, estamos sangrando, é uma ferida que não aparece na pele, mas corrói por dentro, lenta e dolorosamente, questionamo-nos o que fizemos de errado, onde falhamos, por que, mais uma vez, fomos trocados como se fôssemos insuficientes, as inseguranças gritam, o medo de ficar sozinho aperta o peito, e a sensação de não ser escolhido machuca como se confirmasse todos os nossos piores pensamentos e no meio desse turbilhão, vamos vestindo um sorriso falso, porque parece que apenas nos resta o peso de aprender a sobreviver, mais uma vez, com o vazio que alguém deixou.
Amar-se… como é dolorosamente difícil aceitar quem somos, viver nossos sonhos e muitas vezes, até ter coragem de sonhar é estranho como conseguimos enxergar com tanta nitidez as imperfeições em nós mesmos, como ampliamos nossos defeitos, como deixamos que eles nos desanimem e nos corroam por dentro, em silêncio, ferindo a nossa própria alma, travamos batalhas internas que ninguém vê, cobramos de nós uma perfeição impossível, nos comparando, nos diminuindo, esquecendo das nossas qualidades, das nossas lutas vencidas, da força que carregamos e sem perceber, vamos nos afastando de quem realmente somos, mas precisamos nos amar, precisamos nos aceitar com nossas luzes e sombras, entender nossa história, respeitar nossos processos e só assim conseguiremos viver de forma plena, sendo verdadeiramente quem somos, algumas coisas podemos, sim, mudar e melhorar e isso faz parte do crescimento, mas a nossa essência, aquilo que nos torna únicos, deve sempre permanecer intacta e fiel ao nosso coração.
Como é imensamente bom ter amigos… pessoas que cruzam o nosso caminho e sem perceber, passam a iluminar os nossos dias mais escuros, são eles que nos ajudam a enxergar a beleza da vida quando tudo parece cinza, que nos lembram do nosso valor quando esquecemos e que nos devolvem a esperança quando o cansaço quase nos faz desistir. Amigos muitas vezes se tornam irmãos de alma, escolhidos pelo coração, são abrigo em meio às tempestades, colo nos dias difíceis, riso nas horas leves. São aquelas pessoas com quem podemos desabafar sem medo, chorar sem vergonha e sonhar sem limites, porque sabemos que, aconteça o que acontecer, estarão ali.
Oi, tudo bem com você? Eu tô bem kkkk bom eu tinha algumas coisas pra te falar mas não sei bem como fazer isso, sabe geralmente sou bom com as palavras, mas toda vez que preciso falar o que sinto por você, as palavras me somem, e me vem um aperto no coração, um medo de não ser bom o bastante pra você, queria poder te falar tudo que sinto, dizer o quanto você é importante para mim e mostrar o quanto a sua vida é preciosa pra mim . É inevitável não pensar em você, querer saber se você está bem. Talvez a vida tenha um outro plano pra nossa amizade, mas o que importa é te ver feliz e te amar maninha. Penso em você várias vezes por dia e confesso que eu amo isso, porque quando penso em você , meu mundo fica mais feliz e me sinto alguém melhor. Queria ser o suficiente pra você, queria te arrancar sorrisos e suspiros, queria poder te fazer a menina mulher mais feliz desse mundo, queria poder olhar nos seus olhos e dizer o quanto EU TE AMO...Todas as vezes que vou rezar você é a prioridade, sempre que falo com o Papai e a Mamãe do céu, eu fico pedindo pra eles cuidarem de você, para que eles fiquem sempre ao seu lado, que te peguem no colo e te cuidem como tesouro que você é.... Cada dia que passa eu me encanto mais com você e tenho a certeza que você é um presente que veio do céu, onde tenho a graça de ter em minha vida.
Eu quero te falar como você é importante pra mim, como não me vejo sem nossa amizade, como eu desejo de todos meu coração ficar com você o resto da minha vida, como eu quero enxugar suas lágrimas, te segurar para não cair e se cair te levantar do chão, te fazer sorrir e caminhar com você até o céu, pois você é a irmã caçula que sempre pedi a Deus.
Maninha você me mostra o céu, me faz sorrir e ter vontade de lutar cada dia mais por uma vida de santidade......eu posso ficar tentando achar as palavras mais belas do mundo pra dizer tudo que você é pra mim, mas acredito que posso resumir assim:
Por você eu saio de mim e vivo em você....e eu vou TE AMAR até o último dia da minha vida, e lá do céu eu vou continuar te amando por toda a eternidade....
Existem dias em que parece que tudo desmorona, que nada acontece como sonhamos, que talvez fosse melhor nem ter saído da cama, sim, há dias difíceis, dias que pesam, que machucam, que testam a nossa força, mas são justamente nesses momentos que precisamos, mais do que nunca, erguer a cabeça, respirar profundamente e dar mais um passo, é nesses dias que devemos escolher sentir a vida com ainda mais intensidade, deixar o vento tocar a pele como um abraço, sentir o calor do sol como esperança renovada, perceber a grandeza escondida nos detalhes mais simples, porque o verdadeiro segredo está aí, em aprender a florescer no cotidiano, a encontrar luz mesmo quando o céu parece nublado, a transformar o comum em extraordinário. Ser feliz não é esperar dias perfeitos. é decidir viver com coragem, fé e entrega, principalmente quando tudo parece dizer o contrário.
Palavras para o que a alma guarda.
Nem todo silêncio é vazio.
Alguns só precisam ser ouvidos.
Estamos aqui para ouvir… e dar voz ao que você sente.
No meio da tempestade, perdemos o rumo, perdemos o sentido, e já não sabemos para onde ir, tudo parece confuso, pesado, sufocante, é difícil sonhar quando o medo grita, é difícil respirar quando a dor aperta, é difícil acreditar que um dia voltaremos a sentir paz, e é justamente nessa hora quando estamos frágeis, cansados e quase desistindo, que tudo o que mais precisamos é de alguém que seja presença verdadeira na nossa vida, não precisa ter as palavras perfeitas, nem ser o melhor conselheiro do mundo, basta ficar, basta segurar a nossa mão quando a força acaba, oferecer um abraço que acolhe a alma, olhar nos nossos olhos e dizer “Eu estou aqui,” precisamos de alguém que enxugue as nossas lágrimas com carinho, que nos lembre da nossa força quando já não conseguimos enxergá-la, que nos recorde, com firmeza e amor, que nenhuma tempestade é eterna, porque, por mais longa e escura que pareça, toda tempestade passa e o sol sempre encontra um jeito de voltar a brilhar.
A importância de um abraço é imensurável, sim eles são profundamente importantes, porque falam onde as palavras falham, dizem o que a boca não consegue expressar e traduzem sentimentos que a alma guarda em silêncio, um abraço acalma dores que nem os remédios conseguem tocar, enxuga lágrimas que caem escondidas e aquece uma alma que há muito tempo sente frio por dentro, ele diminui o peso do mundo, desacelera o coração aflito e traz de volta a sensação de pertencimento, é um gesto simples aos olhos, mas gigantesco em poder, um encontro de corpos que se transforma em cura, em abrigo, em refúgio, as vezes, tudo o que alguém precisa para continuar é exatamente isso: dois braços que envolvem, sustentam e dizem, sem uma única palavra, “você não está sozinho”.
O brilho no olhar… aquela paixão que transborda em silêncio, que escapa pelos olhos antes mesmo que as palavras consigam explicar, é o sentimento puro de que é isso que amamos, é isso que queremos viver com ainda mais intensidade, é algo que nos arrebata, que acelera o coração, que nos empolga e nos motiva como se o mundo, de repente, tivesse ganhado mais cor, é o brilho que reflete a alegria da alma, que nos entrega sem defesa, que nos faz parecer bobos, mas profundamente vivos, com aquele entusiasmo quase infantil e todos percebem, porque esse brilho não se finge, não se fabrica, não se ensaia, ele só existe e só é visível, quando amamos de verdade.
Conhecer a si mesmo é, talvez, uma das batalhas mais difíceis que podemos enfrentar, é mergulhar nas próprias sombras, encarar traumas que tentamos esconder, angústias que sufocam em silêncio, frustrações que marcaram a alma, medos que nos paralisam e vícios que usamos como fuga, não é confortável, é doloroso, é cru, é profundamente desafiador, é rasgar as máscaras que aprendemos a usar para agradar, para sobreviver, para parecer fortes, e admitir quem realmente somos quando ninguém está olhando, é reconhecer nossas feridas sem fugir delas. A verdade pode doer, pode desmontar certezas e quebrar ilusões, mas é somente através dela que encontramos a liberdade, porque só quem tem coragem de se encarar de frente pode, de fato, alcançar a felicidade verdadeira.
A beleza de um sorriso…algo aparentemente tão simples, mas que carrega uma força gigantesca, é impressionante como ele transforma o nosso dia em segundos, como ilumina o que estava escuro e refresca uma alma exausta pelo peso da rotina e das batalhas silenciosas, um sorriso verdadeiro tem o poder de atravessar qualquer tempestade interior, um simples sorriso nos faz ir às nuvens e voltar, faz-nos sentir leves, acolhidos, amados, ele nos devolve a esperança, renova a coragem e sussurra, sem palavras, que estamos no caminho certo, tudo isso porque, por um instante, vimos o sorriso de quem amamos, e naquele instante o mundo inteiro pareceu fazer sentido.
Perseverança, nunca desistir, tentar novamente, recomeçar, são palavras que carregam o mesmo significado, mas que vão além de simples termos, são sentimentos vivos, são desejo ardente, vontade inabalável, força que pulsa no peito mesmo quando tudo parece ruir, são a chama que se recusa a apagar, mesmo diante do vento mais forte. Não importa a situação, não importa o tamanho da dor ou da queda, seguir em frente é um ato de coragem, é levantar com os joelhos feridos e o coração cansado, mas ainda assim decidido, é provar para si mesmo, e para o mundo, que viver é resistir, que continuar é um gesto de fé, e que a verdadeira grandeza está em nunca parar de sonhar cada vez mais alto.
Quando sonhamos, não estamos apenas imaginando, estamos alimentando a alma com esperança, é como se uma chama se acendesse dentro de nós, dando força para continuar, mesmo quando tudo parece difícil demais, ainda que o sonho seja grandioso, quase impossível de alcançar, é ele que nos levanta quando pensamos em desistir. O sonho nos empurra para frente, nos obriga a lutar, a insistir, a viver com propósito. Ele nos ensina que recomeçar não é fracassar, mas ter coragem de tentar outra vez. Porque a verdadeira beleza de sonhar está nisso, um dia olhar para trás, depois de tantas quedas e batalhas, e perceber que cada esforço, cada lágrima e cada recomeço realmente valeram a pena.
