Frases sobre coerência

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A coerência é a única ponte que torna a palavra digna de crédito.

A integridade de uma pessoa não deve ser definida apenas por sua sexualidade, mas pela coerência entre suas ações e os princípios morais que defende perante a sociedade e sua fé.

Coerência vs Mudança
Há pessoas tão inconstantes, que a única coerência na sua vida... É o facto de serem absolutamente incoerentes!


Há pessoas tão inconstantes que a única coerência que mantêm é a incoerência permanente!


Há indivíduos que mudam tanto de opinião, que só são fiéis à própria contradição!


A única linha reta na vida de certas pessoas é o ziguezague da incoerência!


Há quem mude tanto de rumo que a sua única constância é exatamente a falta dela!


Há humanos tão incoerentes, que até nisso conseguem ser consistentes!


Mudar, pode não ser sempre bom, mas a maioria das vezes, é muito benéfico.


Estamos em constante mudança, o tempo, quanto mais não seja, encarrega-se disso, a cada segundo que passa, mudamos, nem que seja só na idade, não obrigatoriamente, em anos... Nem sempre se muda para melhor, seria pretensioso da minha parte, achar que mudo sempre, para melhor, às vezes, muda-se para pior, faz parte do processo evolutivo.


Mudar de ideias, significa, muitas vezes, evolução...


Mudar, não é deixar de ser quem somos, às vezes, é começar realmente a sê-lo...


Eu, sou uma pessoa com fortes convicções, crenças, gostos e preferências... No entanto, percebi, que estes valores pessoais, são exatamente isso, pessoais, por isso dependem da personalidade, experiencias e todo um conjunto de fatores que variam de indivíduo para indivíduo. E, não posso pensar que o que é bom ou mau para mim, tem que ser, bom ou mau para o outro. Isso é precisamente a grande virtude da personalidade humana, a sua grande diversidade.


Um dos meus ídolos, era conhecido como o "Camaleão", reinventou-se várias vezes, no entanto, manteve a sua própria identidade e seguiu o seu próprio rumo...


Ser uma pessoa melhor, é um dos meus objetivos, nem sempre consigo, mas tento e vou continuar a tentar, e para isso, muitas vezes, vou ter que me esforçar e até sacrificar, mas, espero, não me desviar, muito, do caminho que eu próprio, tracei, traço e traçarei...


A velha história do, "eu sou assim", "fui sempre assim", "faz parte de mim", "se não fôr assim não sou eu", ou pior ainda "é de família", "é genética", "é o destino...


Absurdo!
São, tudo desculpas esfarrapadas, para não olharmos para nós mesmos, ver e perceber o que pode melhorar, o que está menos bem e o que está mal...


E mudar!


A mudança, às vezes implica, caminhar no desconhecido, no novo e isso mete medo a muitos, e como têm medo de ter medo, preferem pensar que o medo não existe e não é esse o motivo, pelo qual, não enfrentam a mudança... Por vezes, mesmo tendo a noção que isso iria melhorar as suas vidas...


Ter coragem, não é não ter medo (isso é estupidez) ter coragem é ter medo e enfrentà-lo...


Mark Twain, disse “Coragem é resistência ao medo, domínio do medo, não ausência dele.”


Já, Nelson Mandela, dizia, “Aprendi que coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele..."


Coerência não é rigidez, ser coerente não significa permanecer igual para sempre. Muita gente confunde consistência com imobilidade. Eu acho o contrário: uma pessoa pode mudar ideias, hábitos e posições sem perder a essência.
Há pessoas “sempre iguais” apenas porque nunca se questionam.
O crescimento não é linear. Às vezes erra-se, recua-se, aprende-se tarde.
Como já referi, as convicções e gostos são pessoais e dependem da experiência de cada um, por isso, há que ter, tolerância intelectual. Não abdicar das nossas crenças, mas reconhecer que não são universais. Isso revela maturidade emocional e social.


Só, não consigo, mudar de clube de futebol... no meu caso concreto, que sou patriota, tenho imenso orgulho na minha cidade e até sou, digamos, bairrista... O meu clube de futebol, contradiz isto tudo, às vezes, até minto, em relação a isso, não por vergonha ou medo, mas, simplesmente porque sim... Há dois clubes que me fazem "saltar da cadeira" e um deles é o da minha cidade... A seleção portuguesa, não é um clube... Mas ter dois clubes, não me parece bem, por isso só tenho um (se pudesse, eventualmente, até escolheria outro, mas não dá, não consigo)...
Isto, demonstra na perfeição que há áreas da vida onde a emoção manda mais do que a lógica...


Boa continuação e se for caso disso, boa mudança...

O sujeito fragmenta-se por dentro para sustentar, por fora, a aparência de coerência. Essa é a matemática silenciosa da modernidade: negocia-se a interioridade para exibir uma superfície sem fissuras. Quanto mais íntegra parece a imagem, mais repartido está o íntimo. E o preço dessa unidade aparente não é pequeno — é a perda gradual daquilo que, longe dos olhos, deixava de ser encenação para ser vida.

LEI DA COERÊNCIA:

Orgulho é o pecado que usa terno e gravata.
Entra na igreja, bate no peito,
e sai julgando o próximo na calçada.

Van Escher

“Aliviar a dor do outro não pode exigir o abandono da própria coerência emocional.“

Minha vida que não me ama
Minha amada que nunca me amou
Sigo amando a coerência

O Voo da Coerência: Do Casulo à Liberdade Eletromagnética do coração Crístico:
Aquele que estremece diante do limiar do tempo, temendo a travessia, ainda não desvendou o segredo alquímico: como transmutar a dor em poesia rítmica e potente.
Em nossa essência, tudo é fluxo constante. Caminhamos em um perpétuo estado de vir-a-ser, onde tudo anda, se transforma, se transmuta, se metamorfoseia em busca de uma oitava acima.
É preciso ter a sabedoria das borboletas e, com fé inabalável, honrar o tempo sagrado da travessia. Nem lagarta, rastejando sobre o velho, nem borboleta, alçando voo sobre o novo... ainda.
Neste instante liminar, precisamos aceitar, com gratidão e paciência, o mistério do Casulo. O casulo não é uma prisão; é lar, é abrigo, é o ventre da gestação da alma. É o tempo que brinca de ninar os nossos sonhos mais audaciosos.
Mas não se engane: o casulo também esconde asas invisíveis.
É neste silêncio profundo que a mágica acontece. A borboleta só atravessa o Jardim e poliniza a vida depois que se transformou por inteiro internamente. Ela permite que cada parte de si doa e se desintegre, para que o novo possa renascer, mais leve e mais forte.
E o ápice desta metamorfose humana ocorre quando, no coração deste casulo interior, algo extraordinário se alinha. É a sincronia perfeita, a pulsação única onde o cérebro e o coração cantam a mesma frequência. É o instante da coerência.
Neste alinhamento cósmico dentro de si, as amarras do antigo eu se rompem. O ser humano liberta-se de vez do casulo não apenas para voar com asas físicas, mas para revelar suas asas mais autênticas: asas eletromagnéticas.
São asas tecidas em luz e vibração, irradiando a coerência Crística do ser para todo o Universo.
Asas de cristal líquido que nascem do coração...Elas são a nossa assinatura energética no jardim da criação, o nosso voo de pura liberdade.

Uma vida alinhada dispensa explicações e excessos.
Ela se traduz em clareza, coerência e resultados inevitáveis.

É preciso haver coerência entre o que se diz e o que se faz. O exemplo é sempre mais eficaz do que o preceito.

MANUSCRITO


Ora sou calma, ora tempestuosa,
selando a minha manumissão.
Sou coerência, às vezes contradição,
o equilíbrio entre o sim e o não.
Tenho momentos de dor
e algumas cicatrizes de amor;
faço-me menina-mulher:
ora angelical, ora insana.
Enquanto isso, sigo incrustada
na obscuridade desta forma humana.


Lu Lena / 2026

Você não quer o centro.
Quer coerência.
Quer paz que não dependa de ninguém te entender.

Viver com coerência vibracional não significa viver em paz o tempo todo. Significa saber transitar entre os estados, compreender o que o corpo e a mente estão dizendo, escutar os sinais antes que eles gritem em forma de dor, estafa ou doença.

Do livro: A mente em Hertz de Nina Lee Magalhães de Sá

“A coerência cega escraviza mais do que muitas prisões visíveis.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

Confiança se fortalece quando existe método, repetição e coerência entre discurso e prática.

"Respeito não se pede, se constrói na coerência entre falar e agir."

"Não é o excesso de palavras doces que sustenta um amor, mas a coerência entre o que se diz e o que se faz."

coerência é uma função e correção do sistema gramatical, clareza é uma fluidez e compreensão do sistema gramatical, concisão é uma simplicidade e melhoria do sistema gramatical; Juntos, tudo precisa caprichar e revisar o uso gramatical nos contextos.

A verdade absoluta é o óbvio, e o óbvio é a coerência entre o pensamento, sentimento, matéria e a vida; quando falta coerência em algum desses, é apenas uma verdade individual.

- O Evangelho Segundo o Espiritismo -
A COERÊNCIA ENTRE A PALAVRA E O SER.
A advertência contida no capítulo 18, item 8, de O Evangelho Segundo o Espiritismo não se limita a uma exortação moral superficial. Trata-se de um princípio de rigor ético absoluto, que estabelece a supremacia da coerência entre aquilo que se professa e aquilo que se vive.
A sentença evangélica registrada em Evangelho de Mateus 5:19 enuncia uma lei de responsabilidade espiritual que transcende o discurso e alcança o domínio das ações. Não basta reconhecer a autoridade do bem, nem pronunciar fórmulas de devoção. O critério que rege a justiça divina é a prática efetiva da lei moral. Aquele que viola os mandamentos, sobretudo influenciando outros à transgressão, compromete não apenas a si mesmo, mas amplia o desequilíbrio no tecido moral coletivo. Por isso, é considerado “o menor”, não por condenação arbitrária, mas por consequência lógica de sua própria conduta.
Em contrapartida, aquele que cumpre e ensina, isto é, que harmoniza ação e palavra, eleva-se na hierarquia espiritual. Aqui se revela um princípio antropológico profundo. O ser humano não é julgado por sua aparência religiosa, mas por sua estrutura íntima, por sua adesão real ao bem. A pedagogia do Cristo não admite a duplicidade moral. Há, portanto, uma exigência de autenticidade que se impõe como condição de progresso.
A exortação “Nem todos que dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus” constitui uma crítica direta à religiosidade meramente formal. Sob a ótica da razão espírita, essa passagem desvela a insuficiência do ritual desprovido de transformação interior. A fé, para ser legítima, deve ser raciocinada, consciente e operante, conforme estabelece a codificação kardequiana. Crer, sem viver, é instaurar uma cisão interna que inviabiliza o avanço espiritual.
Daí decorre a necessidade de um movimento integral do espírito. Ler, meditar, estudar, conhecer, viver, praticar e divulgar não são etapas isoladas, mas dimensões interdependentes de um mesmo processo de assimilação da verdade. O conhecimento que não se converte em conduta torna-se estéril. A prática que não se fundamenta no entendimento degenera em automatismo.
A declaração “Espiritismo, doutrina consoladora e bendita, felizes os que te conhecem e tiram proveito dos teus ensinamentos” revela um ponto essencial. O consolo verdadeiro não reside na promessa vazia, mas no esclarecimento que ilumina a consciência. Somente aquilo que se compreende pode ser incorporado de modo duradouro. O consolo espírita não anestesia, ele esclarece. E ao esclarecer, responsabiliza.
Quando se afirma que “Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa”, apresenta-se a síntese suprema da lei moral. Amar santamente não é um sentimento passivo, mas uma disposição ativa de viver segundo a justiça, a caridade e a verdade. A bênção divina não é privilégio, mas efeito natural da sintonia com essa lei.
Assim, a lição central deste trecho impõe-se com clareza inexorável. Não é o verbo que eleva o homem, mas a vivência. Não é a aparência de fé que o transforma, mas a sua incorporação na intimidade do ser. Entre dizer e fazer, é no fazer que se decide o destino espiritual.