Frases de Clarissa Corrêa

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Clarissa Corrêa é escritora e redatora publicitária gaúcha. É autora dos livros "Um Pouco do Resto", "O Amor é Poá", "Para Todos os Amores Errados" e "Um Pouco Além do Resto".

Só quem me conhece a fundo sabe. É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda. Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção.

Acho que, independente da religião, a gente tem que fazer o bem. E fazer o bem consiste em fazer as coisas de coração, por vontade, por se sentir em paz.

Mais amor ao falar. Mais paciência ao ouvir. Mais cautela ao lidar. Mais roupa bonita no closet. Mais amigos de verdade. Mais sorrisos de verdade. Mais amores de verdade. Mais verdade. E só.

Meu Deus, quantas vezes esperei por um abraço que nunca veio.

A saudade é bonita só na poesia. Na vida real ela arde.

Porque não sei me dar pela metade, nem por partes. Eu transbordo…

Me ama ou me odeia. Me queira ou me deixa pra lá.

Ter alguém para dividir a vida, a cama, a mesa e o banho é fantástico, mas você tem que aprender a viver só antes de viver com alguém.

São nos pequenos (mas grandiosos) gestos que a gente descobre quem gosta da gente de verdade.

Tenho tentado me estressar menos, sorrir mais. Carregar menos o mundo nas costas, dormir em paz.

Você pode ter o melhor e o pior de mim: a escolha é inteiramente sua.

Sou a favor da transparência, de gente de verdade, sem retoques, sem artifícios.

(…) Tudo depende da intensidade que a coisa tem. Da importância que você dá. Do quanto seu coração se entrega.

Não preciso de opiniões furadas sobre a minha vida, meu trabalho, meus amores, minha forma de conduzir as coisas. Eu tenho o meu jeito que, errado ou certo, é muito meu.

Nem sempre dura. Nem sempre é eterno. E precisamos lidar com isso. Nem que seja na marra. Nem que tenha que engolir o choro de vez em quando. Nem que a gente tenha que fingir que está tudo bem.

Os grandes amores sempre voltam a se encontrar - na hora certa.

Cada um tem a sua bagagem emocional, seus próprios problemas. Acho ruim e feio cobrar, pedir, chamar a atenção. Certas coisas não tinham que ser ditas, eram para ser percebidas. E, me desculpe, isso nada tem a ver com expectativas. Isso tem a ver com enxergar o outro.

Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção. A gente tem que aprender a se proteger. Das escolhas dos outros. E até mesmo das nossas próprias escolhas.

Se o amor dura pouco assim, por favor, prefiro acreditar em coisas bela adormecidescas.

Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.