Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender
Nossa tendência é destruir o que não dá para salvar...e o sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que temos que destruir relacionamentos tóxicos antes que ele nos destrua, temos que destruir o medo antes que ele nos destrua, temos que destruir a incredulidade e ter fé no amor, na amizade e na caridade. Venha ter fé no amor com o sapinho mochileiro Gabiróba...
Como você quer crescer sem ser esticado? E o sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que para crescer na vida, na profissão, nos estudos e principalmente no amor e nas tantas outras coisas do coração, você precisa ser testado, amassado e esticado. Onde você está buscando segurança para as suas relações, essa é a questão. Confie sempre no Amor e deixe que o amor seja sua fortaleza, faça tudo com amor e pelo amor você será alcançado. O sapinho mochileiro adora navegar nas águas calmas do amor...vamos?
É FÁCIL...ser professor, policial, político empresário, trabalhador braçal, pobre, rico ou milionário. O difícil...É SER PAI.
Então para aqueles poucos que são minha admiração!!! FELIZ DIA DOS PAIS
Onde falta educação moral, o Direito frequentemente precisa ocupar espaços que não deveria ocupar sozinho.
Senhor, purifica os olhos e o coração da juventude, livrando-os da ilusão da pornografia e ensinando-os a enxergar a si mesmos e aos outros com respeito e santidade, amém.
Uma das maiores lições que aprendi é que pior do que tomar uma decisão errada é não decidir. O erro ensina; a indecisão paralisa.
... não importa
a idade que você tem;
pois nenhum aprendizado
é fruto da pressa,
mas resultado da estatura
e consistência do
Ser!
... segundo
a tradição oriental, a
vida é inteiramente pedagógica —
logo, o que não se manifesta com
a intenção de nos ensinar
nãotem por que
existir!
... o grande mal
do homem é o esquecimento.
E, por esquecer, nunca aprende.
Por não aprender, não evolui — e,
pior: abdica do mais caro dos
seus pertences, a sua
consciência!
“A Parte de Mim Que Ninguém Domou”.
Há coisas que não aprendemos. Nascem conosco.
Correm no sangue, misturam-se à água que bebemos, escondem-se em algum lugar profundo onde ninguém consegue chegar para nos dizer quem devemos ser.
Tentaram me ensinar a caber.
A diminuir meus sonhos, moderar meus excessos, domesticar minhas vontades. Disseram que amar também era ceder, que viver ao lado de alguém exigia abandonar algumas partes de nós pelo caminho.
E talvez seja verdade.
Mas ninguém deveria precisar desaparecer para permanecer.
Durante muito tempo, encontrei abrigo onde acreditava estar protegido do mundo. Ali, entre certezas aparentemente indestrutíveis, pensei que pudesse descansar. Pensei que finalmente havia encontrado um lugar onde minha alma não precisaria pedir para existir.
Eu tinha uma mente selvagem.
E gostava dela assim.
Gostava daquela parte de mim que ainda sabia se espantar, que atravessava madrugadas imaginando futuros impossíveis, que acreditava que algumas pessoas poderiam caminhar juntas sem transformar o amor numa gaiola.
Mas o tempo tem uma maneira silenciosa de revelar aquilo que o coração insiste em esconder.
Um dia, acordei na beira de alguma coisa.
Você dormia tranquilamente.
Eu, não.
Você parecia ter todas as respostas.
Eu carregava perguntas demais.
Foi então que compreendi que duas pessoas podem dividir a mesma cama e estar vivendo em mundos completamente diferentes.
Podemos esconder aquilo que não queremos que ninguém descubra.
Podemos fechar as janelas para não ouvir o barulho da rua.
Podemos recolher os pedaços quebrados, colocá-los dentro de uma taça bonita e brindar como se nada tivesse acontecido.
E podemos chamar isso de amor.
Se quisermos.
Mas existe uma pergunta que nenhuma palavra consegue silenciar:
quando foi que amar passou a significar deixar de ser quem éramos?
Talvez o amor verdadeiro não seja aquele que nos doma.
Talvez seja justamente aquele diante do qual podemos permanecer indomáveis e imperfeitos, intensos, inquietos, inteiros.
Porque eu realmente acreditava em um amor sem fim.
Acreditava que nós dois acreditávamos.
E talvez seja essa a parte mais dolorosa de todas:
não descobrir que o amor terminou,
mas descobrir que, enquanto eu ainda acreditava no infinito,
você já havia encontrado o fim.
Perder alguém não apaga o que foi vivido. A história continua sendo sua, o aprendizado é seu e a capacidade de transbordar afeto permanece intacta.
Quando Aprendemos a Enxergar
Há um momento em que os olhos deixam de servir apenas para ver. É quando aprendemos a ler aquilo que não está escrito, a escutar o que não foi pronunciado e a perceber, por trás das aparências, aquilo que insiste em permanecer escondido.
A arte nos ensina esse olhar.
Quando aprendemos a contemplar uma pintura, atravessar um poema, compreender uma música ou reconhecer o silêncio que existe entre duas palavras, alguma coisa dentro de nós abandona a ignorância. Não porque passamos a saber tudo, mas porque finalmente compreendemos o tamanho daquilo que ainda não sabemos.
E talvez seja essa uma das formas mais bonitas de inteligência: não se deixar seduzir facilmente.
Vivemos num tempo em que uma imagem bem construída pode se vestir de verdade. Uma fotografia manipulada pode fabricar felicidade. Uma frase bonita pode esconder o vazio. Um discurso educado pode carregar intenções que somente o pensamento atento consegue perceber.
Por isso, aprender a interpretar a arte é também aprender a interpretar o mundo.
Quem desenvolve sensibilidade começa a desconfiar das aparências perfeitas. Já não se deslumbra com qualquer fotografia cuidadosamente montada, nem entrega sua consciência às frases prontas que circulam como verdades absolutas. Aprende que nem toda beleza contém profundidade, assim como nem toda simplicidade significa pobreza de espírito.
A verdadeira cultura não deveria nos transformar em pessoas arrogantes. Deveria fazer exatamente o contrário: tornar-nos mais difíceis de enganar e mais humildes diante da complexidade da vida.
Porque estudar não é acumular palavras difíceis para impressionar os outros. Estudar é adquirir liberdade para pensar.
E talvez a arte exista justamente para isso: para arrancar os nossos olhos da superfície e nos ensinar que, entre aquilo que vemos e aquilo que realmente existe, há um território imenso chamado consciência.
A gente nasce, cresce, aprende com os erros e acertos. E finalmente, quando damos conta de que a vida acaba, essa parte se torna triste — e a gente fica com medo de não ter existido, mas apenas vivido.
"Cometi um grande erro em confiar ao extremo, em absoluto eu aprendi, nunca confie em alguém ao extremo"
Estou aprendendo a ser sozinha, novamente andar e observar o mundo só. Não é algo que eu goste, é uma condição de quem nasceu para pensar por varias vidas, que não seja a própria.
Todos os sábados decidi firmemente estudar Inglês, meu professor, Walbert, não fala uma palavra em Português, e eu o adoro. Um senhor que perguntou hoje como estava meu coração, sem muitas palavras em Inglês para responder, eu disse: Eu amo, por isso, estou sofrendo. Ele disse: Você é linda e seu coração é lindo, quem não ver isso, não sente isso. Feliz Natal quero você feliz. - Eu tenho admiração por ele. E sei que no futuro ele também será lembrado. Como eu...
... dizem
os 'Mentores da Luz' que
devemos aprender não apenas
com nossos próprios erros, mas também
com os erros dos outros. Afinal, não haverá tempo suficiente para cometê-los
sozinhos!
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