Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

⁠O bom dessas semanas recheadas de sexta-feira, é o Maravilhoso risco que corremos em Aprender e Gostar de ser Feliz todo dia.

⁠⁠Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!

E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.

Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!

Aprendamos a cuidar dos que nos querem bem. Nada é tão valioso quanto aqueles que não têm preço.⁠

Tão assustador quanto a frieza à nossa volta é a facilidade com que aprendemos a congelar.

Ontem precisávamos e queríamos aprender a falar, hoje, precisamos e devemos aprender a escutar, senão amanhã seremos somente ruídos.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.


E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…


Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?


Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.


Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.


O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.


E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.


O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.⁠

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.


Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.


Mas a dor da alma… essa só sussurra.


E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.


Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.


Não por descuido, mas por desconhecimento.


Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.


Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.


Almas carentes não são fracas — são famintas.


E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.


O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.


Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.


Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.


Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.


Curar o corpo é necessário.


Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.


Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.

"Cuidado: o céu não é o destino de quem apenas não peca, mas de quem aprendeu a amar de verdade."

"Reflexão autoconhecimento"


"Tentar resistir ao que a vida nos ensina é como segurar água com as mãos fechadas; por mais que você tente, ela sempre escapa. Por isso, não dá pra fugir do que não pode ser mudado. A vida nunca recua diante das lições que deseja nos ensinar."


@Suédna Santos.

Tenho muitos ídolos, mas alguns me ensinaram a pacificar o mundo.

"Educar, é amar os seus filhos, e prepará-los para pensar, de forma a enfrentar o mundo. Adestrar, é amar os seus cãezinhos, é não deixá-los pensar, para seguir apenas as suas ordens. Simples assim!"

O fracasso sempre nos deixa ensinamentos que nos ajudam a melhorar. É um recomeçar, dar a volta por cima. O fracasso gera aprendizagem que se, de primeira, desse certo não haveria oportunidade.

Aprendi a não me iludir, a não me seduzir por meras palavras... Aprendi a observar e não só ouvir. Aprendi que nem sempre as pessoas falam do que o coração está cheio... Isso não é uma forma pessimista de pensar, é só um simples observar.

Não Perdoo...

⁠Ferida não cicatrizada é que faz isso... Quer melhor aprendizado que aquele estabelecido na dor? Vitórias/conquistas SOMENTE depois da cruz, o contrário é zona de conforto, nada se "cocria". Mimimi não altera fatos e consequências, portanto, solta pra energia fluir.

Quando você ensinar, mostrar e atrair as pessoas certas se aproximarão sozinhas.

"Aprendi que no jogodo
amor nada é impossível,
uma hora você ganha
outra hora você perde
ninguém é invencível "

"Quando estamos convictos
que sabemos tudo da vida
ela nos ensina que ainda
sabemos muito pouco"