Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

A imensa estupidez humana serve ao menos para nos ensinar vigilância.

Para quem deseja educar-se, a educação é o próprio viver.

A educação fundada em valores nos resguarda de aceitar, sem exame, verdades lançadas ao vento.

Não lamente os erros que comete; o problema não está no erro, mas em repeti-lo sem aprendizado. É do ajuste contínuo que nasce o acerto.

Use o passado como ensinamento, não como morada.

Viver bem é aprender com o passado, não temer o futuro e permanecer lúcido no agora.

A arrogância é, muitas vezes, apenas a face mal-educada da ignorância.

Na vida, portas e janelas se abrem e se fecham; mas ela nos ensina que, mesmo fechadas, ainda deixam alguma brecha de luz.

A vida me ensinou a andar com o meu demônio na coleira... Você não entenderia. E, se entendesse, você lamentaria.

Toda emoção é um mensageiro. Ignorá-la é perder a chance de aprender.

O mundo dá voltas e a gente aprende que enquanto estamos por baixo, vamos juntando as forças para quando estivermos no topo.
Dessa maneira teremos sabedoria e experiência para aproveitar todos os momentos .


Que tenhamos sempre a humildade de aprender e a virtude de agradecer

Aprendiz ..


E quando bati as asas
Não consegui voar,
tinha os pés amarrados
Pela vida.. Tive que
Reaprender a desfazer nós
e criar laços.
Laços que Dão a
possibilidade de voos
E não a possibilidade
De aprisionamento.

Se ela rejeitou o seu amor, aprenda a voar.

Peixe fora D'água..


De tanto naufragar
nos amores,
Aprendeu a respirar
Embaixo d'água.

O amor é onde a pele aprende a pensar, um enigma que respira dentro do peito.
É o que nos desfaz para que possamos ver,
e o que nos refaz
quando já não sabemos quem somos.
No fim, o amor é isto:
um silêncio que nos reconhece
antes mesmo de chegarmos.

Educação na infância é a luz da libertação para o sucesso do adulto de amanhã.

Aprendi a parecer bem até nos momentos em que nem eu sei onde estou dentro de mim.

A modernidade não reprimiu o desejo — domesticou a potência. Ensinou o sujeito a interpretar seu próprio impulso vital como ameaça, e o que a clínica nomeia como sintoma é, na maioria dos casos, a resposta mais honesta do organismo psíquico a uma interdição que nunca foi elaborada, apenas engolida. Oferece-se então o fármaco como substituto do luto: não para curar, mas para silenciar o que poderia ser escutado. O resultado é uma existência anestesiada — funcionante na superfície, mas incapaz de acessar a camada mais profunda de si, onde o conflito que poderia amadurecê-la aguarda, ainda vivo, ainda não integrado.

"Textos e profecias de redes sociais estão substituindo professores e clérigos. A imbecilidade coletiva nos empurra de volta ao empirismo cego."⁸⁠