Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

O ser humano fala de crescimento constante e progressivo se esquecendo de que ele não produz a matéria-prima que, uma vez utilizada, deixa de existir. De onde virá essa matéria-prima infindável capaz de alimentar a eterna ambição humana?

Inserida por carlos_dourado

⁠O segredo da Sabedoria é manter-se Vivo!!! Que todos possamos terminar 2025 mais sábios do que nunca!!!

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠A foto está desbotada, mas a lembrança é nítida!

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠Temos muito mais necessidade de amar do que sermos amados. Isso explica tantos relacionamentos abusivos, tanto assédio moral, tanta reverência a ídolos que nem nos conhecem, tanto temor e idolatria a deuses que sempre nos abandonam à nossa própria sorte.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

Sim. As palavras são o meu principal instrumento de trabalho e a minha maior paixão. Encontrar pessoas que as utilizam como flechas certeiras, apontadas na direção de objetivos claros, me encanta. Aprendo imensamente com quem se entrega a essa busca infinita pela essência de cada palavra – escrita, falada, cantada ou calada. O poder subliminar de cada uma, sua ideologia, sua intenção, me fascina. A palavra mais bela de todas ainda está por ser dita. É por isso que escrevemos tanto, nessa busca frenética pela palavra perfeita – aquela que, em uma única frase, seja capaz de traduzir o silêncio mais profundo da emoção.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

Triste da nação em que pessoas continuam insistindo que estão fazendo as coisas certas mesmo produzindo resultados errados. Imagine isso se tornando uma regra matemática!

Inserida por carlos_dourado

A visão física precisa ser boa para ver à distância. A visão espiritual pode ser curta, desde que alcance o coração!

Inserida por carlos_dourado

⁠Até parece que é possível reservar bondades para serem usadas em ocasiões especiais como Natal, Ano Novo...
Lamento dizer, mas os bons corações não escolhem ocasioes: são bons todo o tempo.

Inserida por carlos_dourado

⁠A intensa evolução cultural brasileira mostra que, se dos dias de hoje, o Rei Roberto Carlos não seria chamado assim, mas MC King RC, e não cantaria Lady Laura, mas Lowri Cadelinha!

Inserida por carlos_dourado

⁠Urge começarmos a estudar a espécie humana como o mais poderoso e impactante fenômeno da natureza. Ou a quem podemos atribuir a intensificação de todos os outros fenômenos? Os humanos estão desbancando até os vulcões!

Inserida por carlos_dourado

⁠Arrisco dizer que, ao querer dar sentido a todas as coisas e fatos, o ser humano revela que tudo, coisas e fatos, está ao alcance do seu intelecto, o que não é verdade. Sim, não entender o sentido de certas coisas não significa que essas não tenham sentido, mas que isso foge à capacidade do entendimento humano.

Inserida por carlos_dourado

⁠Lecionar exige um mergulho sem volta a empatia, humildade e flexibilidade para se desfazer e refazer-se sempre que necessário.

⁠“É a habilidade de potencializar nas pessoas, o melhor que elas têm
a oferecer, com foco no alcance dos resultados certos”

Inserida por DelaniaSantos

⁠“É a capacidade de propor, planejar, implantar, controlar, acompanhar e medir, ações corretivas, preventivas e estratégicas, com foco no
futuro com ação no presente."

Inserida por DelaniaSantos

⁠"Conflitos "podem"ser bons quando são construtivos. Diga "não" a cultura da bajulação e da unanimidade!"

Inserida por DelaniaSantos

⁠Houve tempos em que os encontros eram atribuídos ao mero acaso, como folhas que caem ao vento sem direção definida. No entanto, à luz da filosofia estoica, aquilo que se apresenta não é fruto do acaso, mas da sincronicidade — conceito profundamente explorado por Carl Gustav Jung, ao afirmar que certas coincidências não são meras casualidades, mas reflexos de um entrelaçamento misterioso entre o interior e o exterior da alma. Assim, ao observar o florescimento de uma conexão entre dois seres, como raízes subterrâneas que silenciosamente se buscam, reconhece-se algo mais do que mera casualidade: vislumbra-se o desenho sutil de algo inevitável.
Em meio à paisagem ordinária de dias iguais, em que as rotinas parecem seguir seu curso previsível, é que, de súbito, manifestou-se uma presença singular — a dela. A chegada inesperada, silenciosa, porém marcante, revelou-se como um sopro novo em uma atmosfera que já se supunha completamente compreendida. Nada em sua vinda anunciava tempestade, mas nela havia o vigor de um vento raro, daqueles que levantam folhas secas e reacendem perfumes antigos da terra molhada. Sua presença não foi prevista, tampouco solicitada — e talvez por isso mesmo tenha sido tão essencial. Como as marés que obedecem à lua sem jamais se encontrar com ela, assim surgiu: discretamente magnética, suavemente inevitável.
A convivência que nasceu entre mentes que se reconhecem transcende as contingências temporais e sociais. Sente-se, nas entrelinhas do cotidiano, uma espécie de harmonia invisível — aquilo que Platão descreveu em seu “Banquete” como reminiscência da alma, como se houvesse, num plano anterior ao nascimento, um pacto tácito entre essências que, ao se reencontrarem, silenciosamente se recordam de quem realmente são.
Foi nesse reencontro, ainda que revestido de casualidade aparente, que se inaugurou um tempo novo. O gesto simples de trocar palavras em meio ao labor pedagógico revelou-se uma travessia silenciosa entre dois continentes há muito separados. Havia, no olhar dela, um farol discreto que não guiava com urgência, mas com profundidade. E assim, cada conversa tecida, cada riso partilhado e cada silêncio compartilhado tornaram-se capítulos de um livro que se escreve sem pressa, com a elegância das narrativas bem conduzidas.
Seria imprudente e reducionista pensar que o que nasce entre duas almas pode ser confinado aos limites das convenções humanas. Simone Weil, ao discorrer sobre a atenção plena, afirmou que o verdadeiro amor é aquele que contempla o outro em sua essência, sem desejar possuí-lo. E é nesse lugar elevado que se instala a beleza do vínculo que se observa: em um tempo de distrações, há algo raro e sutil em sentir-se genuinamente compreendido por outro olhar.
Na natureza, a analogia se desenha com clareza. Existem árvores cujas raízes subterrâneas se tocam e se alimentam mutuamente, mesmo a quilômetros de distância. O micélio, rede inteligente dos fungos que percorre o subsolo, conecta espécies distintas, promovendo o equilíbrio e a partilha invisível de nutrientes e sinais. Tal como essa rede silenciosa, os afetos que crescem entre duas consciências despertas vão se entrelaçando em gestos, sorrisos e palavras ditas no tempo certo, com a justeza de quem não quer apressar o desabrochar de uma flor.
A música, como arte que transcende a linguagem e fala direto à emoção, também se torna aliada na tentativa de traduzir o indizível. Em “Something”, dos Beatles, ouve-se: “Somewhere in her smile she knows that I don't need no other lover.” Já em “She”, eternizada na voz de Elvis Costello, capta-se a ambivalência e a força de uma mulher que, mesmo sem palavras, transforma o ar ao seu redor. Canções como essas, embora escritas em contextos diversos, são ecos de um sentimento universal — o encantamento diante da presença de alguém que modifica tudo sem precisar fazer esforço algum.
Nietzsche, em seus aforismos, escreveu: “Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.” Ainda que a frase possa ser mal interpretada em um contexto desatento, há nela uma chave interpretativa preciosa: o sentimento que emerge com autenticidade, sem desejo de conquista ou vaidade, habita um espaço ético superior, onde o afeto não subjuga, mas revela. Um afeto que respeita, admira e deseja apenas o bem do outro, sem exigências, sem pressa, como as estrelas que brilham silenciosas, ainda que a milhões de anos-luz.
É comum, na existência, cruzar com inúmeros rostos e nomes que se perdem no ruído dos dias. No entanto, poucos são aqueles cuja presença permanece mesmo na ausência, como uma canção que insiste em tocar na memória ou como o perfume que continua impregnado mesmo depois que o vento levou. E quando essa permanência é acompanhada de afinidade intelectual, respeito mútuo e um prazer genuíno em conversar sobre tudo — do trivial ao eterno — então se alcança o que Aristóteles chamava de philia, a amizade que floresce entre aqueles que compartilham virtudes.
Dela não se esperava nada. E justamente por não se esperar, sua presença tornou-se ainda mais potente, como uma flor que rompe a pedra, como o azul que surge entre nuvens densas. Não veio para perturbar a ordem, mas para sutilmente revelá-la sob nova luz. Sua chegada não gritou, mas murmurou verdades que estavam adormecidas. Com ela, o ordinário foi ressignificado.
Assim, como as estrelas que jamais colidem mas se reconhecem na vastidão do cosmos, certas almas se tocam sem necessidade de posse. Reconhecem-se e sabem, mesmo em silêncio, que algo especial habita o espaço entre elas. E esse saber, mesmo sem ser nomeado, é suficiente para fazer florescer um jardim secreto no interior de cada um.

Inserida por SadraqueRodrigues43

⁠Uma dúvida: será que eleições limpas produzem política e políticos limpos?

Inserida por carlos_dourado

⁠Minha impressão é que, se tivermos uma política e políticos limpos, não temos que nos preocupar com eleições limpas. Será que a sujeira não está em outro lugar que não nas eleições ou urnas?

Inserida por carlos_dourado

Parece-me que alguns setores da justiça e da política provocam um tipo de arrebatamento em que seres humanos deixam de ser humanos.

Inserida por carlos_dourado

⁠Os livros de História em suas próximas edições trarão, provavelmente, um sistema político a mais, além dos existentes. Chamar-se-á SISTEMA ELEITORAL BRASILEIRO.

Inserida por carlos_dourado