Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

Escrever sobre bullying é a minha forra, por todos os insultos e ofensas sofridos no decorrrer da minha infância e adolescência. É como se cada frase funcionasse como uma bomba. E poder detoná-lo me dá um prazer innndeeescritíííveeel!

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A origem do bullying é a inveja, a baixa autoestima, ou o complexo de superioridade; e este último respalda-se na impunidade.

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Eu não sei como sei as coisas que sei, pois sempre estiveram muito além de tudo o que eu poderia alcançar, mas, mesmo assim, eu as alcançei.

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Quando o sujeito, ou a sujeita, nasce tapado, não há diploma nem doutorado que dê jeito nele. E é por isso que quase sempre o mundo vai de mal a pior. E pior é você saber disso e se sentir de pés e mãos atados, sem poder fazer nada. Grr.

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Escrever é como montar um cubo mágico, só que além de você organizar as cores, você organiza pensamentos e palavras.

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⁠O problema de querer orientar a população através da linguagem escrita é que a maioria dela, 90 % ou mais, composta por analfabetos, semi-analfabetos e analfabetos diplomados, não sabe ler, não gosta de ler, odeia ler, tem preguiça de ler, e não faz um esforço sequer para ler nem mesmo um parágrafo, e quando lê não entende o que lê, lê uma coisa e entende outra coisa. Assim, tais informações ficam restritas a um pequeno grupo, ou somente ao grupo onde surgiram. É por isso que os áudios do WhatsApp e os vídeos do YouTube fazem muito sucesso entre essa gente. E é por isso também que os criadores das fakes news deitam e rolam. É também por isso que estamos todos f...dos e mal pagos.

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Povo desinformado, povo alienado.

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Escreva o que tem que escrever e deixe a polêmica por conta dos leitores.

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⁠Só agora descobrí que "W" é um "M" plantando bananeira. "Dáblio”, que nome esquisito, poderia ser "emo", ou "virado". É "dáblio", mas a pronúncia é "vê", vê se pode?! Só pra complicar as coisas.

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Pra quem sabe ler, uma palavra é selfie. Clic-clac!

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⁠Escrever e falar bem o seu idioma nativo, impõe respeito logo de cara. 👅

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⁠ Não tenho argumentos pra quem não tem argumentos.

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⁠Bem , no meu entender , tudo isso me parece muito contraditório , incoerente, ilógico, etc . , não há motivo algum para parabenizar professores. Em síntese, o ensino público brasileiro foi para o beleléu faz tempo, mas os professores vão muitíssimo bem, obrigada.

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⁠O hater sempre existiu, só que antes o nome disso era bullying, porque só acontecia na vida real, principalmente na escola, praticado pelos "colegas", e até mesmo por professores. Agora o bullying se globalizou, e acontece no mundo inteiro, onde quer que seja, com quem quer que seja; hoje, para ser atingido, basta ser internauta e causar qualquer contrariação, inclusive despeito. E a culpa é dos pais, que não ensinam os seus filhos, desde de pequenos, a respeitarem o próximo.

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⁠Essa política brasileira é tão corrupta que é capaz até de criar várias empresas de fachada dentro de uma estatal, sem que ninguém veja, e se alguém ver, finge que não vê.

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⁠Não existe revolta pacífica.

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⁠"Um país em choque", disse um renomado jornalista, pela tevê. Choquei-me. Um choque atrás do outro. Choque econômico? Social? Educacional? Mental? Cultural? O Mundo está chocado. Nós estamos chocados. Portanto, estamos todos igualmente chocados.

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⁠Se antes da internet já era difícil encontrar a pessoa certa, imagine agora tendo que clicar com o seu dedo torto num perfil dum site de namoro. Eu tenho clicado com a cabeça da falange proximal do dedo médio, mas nem assim tem dado certo.

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⁠O Surto do Momento...

Será que hoje, dia 9, do mês 11, do século 21, eu ainda posso dizer que concordo com alguém em gênero, número e grau, sem correr o risco de ser ridicularizada, ou até mesmo linchada? Pois, se sim, aqui vou eu. Concordo, plenamente, em gênero, número e grau, com o que o jornalista Gustavo Alonso, disse sobre a cantora Marília Mendonça, na Folha, na sexta passada, dia 05, se não me engano. Muito verdadeiro, sob todos os aspectos. Ela nÃo era mesmo tudo isso que estão falando por aí. Ela nÃo cantava bem e ela nÃo empoderava as mulheres... A meu ver, ele só se esqueceu de falar do incentivo que ela dava, publicamente, ao alcoolismo, e que ela nÃo era a primeira mulher do sertanejo. Nem sequer cantava sertananejo, e sim "breganejo pop". E muito menos foi um exemplo de mulher feminista. Ela só está sendo mostrada como querem que ela seja vista. Pronto falei. Só não falei isso antes, com todas as letras, por respeito ao "surto" do momento. Agora, se querem iludir, continuem com a máscara da hipocrisia, e com esse alvoroço sem fim, enganem o povão.

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⁠Laura Maria, é mais uma florzinha que nasceu, surpreendentemente linda, na minha árvore genealógica; temos os mesmos bisavós maternos, o bisavô Malaquias e a bisavó Adeláide, que são os pais da minha avó Vicentina, e, os avôs da minha mãe, a Dona Ana Maria.

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