Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender
Ninguém sabe tudo o que as pessoas vão pensar sobre algo: cada uma tem um juízo na cabeça.
...ou já ensinaram telepatia na escola?
Algo "bendito" e algo "bem dito" podem ter significados totalmente opostos... e ainda assim não valorizam a Língua Portuguesa.
Filho nenhum tem a obrigação de ser bonito, inteligente e estar acima da média.
Filho tem que ser ele próprio, com suas condições e com o seu tempo.
O resto é apoio.
Você já ouviu falar da Ilha dos Prazeres?
A história da Ilha dos Prazeres, escrita em 1881 por Carlo Collodi, parece ter sido tirada diretamente do noticiário de hoje. Mais de um século se passou, mas a narrativa não envelheceu. Ela continua sendo uma crítica atemporal, e seu enredo, infelizmente, ainda é muito atual.
Na história, meninos são levados para uma ilha onde tudo é permitido. Uma verdadeira tentação: diversão sem fim, comida à vontade, e uma promessa de liberdade total. "Aqui você pode brincar o quanto quiser, não precisa estudar, nem obedecer a ninguém. Basta vir comigo, e te darei tudo", diz o cocheiro. Quem não ficaria tentado? Mas, como toda promessa fácil, havia um pequeno, mas fundamental, detalhe: os meninos que aceitavam a oferta acabavam se transformando em burros. Aos poucos, perdiam a fala, a inteligência e a autonomia. Tornavam-se animais de carga, ignorantes, submissos, condenados a servir em troca de algo que não era nem de perto uma vida digna.
E o que isso tem a ver com os dias atuais?
Qualquer semelhança com o que vivemos hoje não é mera coincidência. Estamos vivendo uma versão moderna da Ilha dos Prazeres, e o cocheiro agora veste a roupagem do "socialismo", prometendo tudo em troca da fidelidade absoluta.
O discurso é sedutor:
"Não se preocupe com educação — o diploma virá."
"Não precisa trabalhar — o auxílio sempre chega."
"Quer saúde? Temos filas, mas a propaganda é ótima."
"Segurança? Vamos abraçar a criminalidade."
"Qualificação? Não se preocupe, isso é coisa da elite."
Mas, por trás dessas promessas, o que vemos é um projeto de controle disfarçado de benfeitoria. O objetivo? Manter o povo dependente. Quanto mais o povo depende do Estado, mais o poder do cocheiro se consolida.
E quais são as consequências disso?
Você conhece bem os resultados dessa falsa promessa. Educação cada vez mais rasa, onde o ensino virou uma repetição de dogmas sem questionamento. Saúde pública em estado de calamidade, mas altamente propagandeada. Segurança pública negligenciada, em nome de uma falsa sensação de "politicamente correto". Jovens desmotivados, sem perspectiva, sem qualificação, sem o que oferecer à sociedade. Famílias presas em ciclos de pobreza, trocando sua dignidade por uma promessa de assistência.
E o pior: no fim, todos batem palmas. O cocheiro distribui algumas cestas básicas e, a cada eleição, lança uma nova promessa vazia.
Qual é a moral da história?
O socialismo se disfarça de benfeitor, prometendo "dar tudo", mas o que ele realmente quer é que o povo não tenha nada. Nada além da dependência eterna, que garante ao Estado o controle absoluto. A Ilha dos Prazeres pode ter mudado de nome, agora tem CPF, bolsa, cartão e aplicativos, mas a promessa continua sendo a mesma: a transformação dos cidadãos em burros — submissos, ignorantes, eternamente gratos pela "ajuda" que só os mantém no ciclo de miséria.
A verdadeira liberdade está em resistir às promessas fáceis e exigir aquilo que realmente transforma: educação, trabalho digno, e uma autonomia que só vem com a verdadeira liberdade de escolha. O caminho para sair dessa Ilha dos Prazeres passa pela conscientização de que, quando a proposta é "te dar tudo", provavelmente é porque eles querem que você não tenha nada.
Memórias não devem ser desfeitas. Elas nos mostram lições que devem ser guardadas e usadas quando necessárias.
Sim! Eu sou uma alma velha, cheia de cicatrizes que adquiri pelo caminho. E nessas experiências errantes, acumulei estórias e histórias, tragédias e glórias, e exibo com orgulho cada uma delas, pois, ou foram forjadas na dor ou no amor, e delas, formaram o homem que sou hoje: imperfeito, cheio de falhas, mas justo, capaz de reconhecer onde sou bom e onde preciso melhorar. A vida é um diamante bruto que requer lapidação do nascimento até o nosso último suspiro. E mesmo com todo o esforço, jamais seremos suficientemente bons, mas cabe a nós a obrigação de continuar esse trabalho dia após dia se quisermos manter o brilho.
Autor: José Luis de Lima Martins
24/04/2025 - 09:36 a.m
A alma desce ao corpo como um viajante a um porto estranho, sem mapa nem idioma. Viver é decifrar esse enigma com os olhos fechados.
O maior desafio no uso da Inteligência Artificial não é dominá-la, mas perceber que ela já é indispensável.
Tentei sempre que tudo fosse perfeito e percebi que realmente tudo é tão imperfeito quanto deveria ser (inclusive eu).
A idiotização da camada mais pobre da população parece que se tornou lei, mas na política não poderia ser diferente, pessoas simples e sem instrução são mais fáceis de manipular.
A pessoa generosa
nem liga em contrariar
uma sentença contida
num ditado popular:
pois além de dar o peixe,
também ensina a pescar.
Uma pessoa inteligente fica mais inteligente usando uma IA e uma pessoa burra fica ainda mais burra
Não há juiz que não tenha se arrependido de ao menos uma de suas sentenças, assim como não há professor(a) que nunca tenha se arrependido de uma de suas avaliações.
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