Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

⁠Dia do Coordenador Pedagógico

Na escola ela veio pra somar,
Ao professor está sempre a ajudar,
Com o olhar cuidadoso e criterioso
Aos alunos está a observar,
Para que eles tenham
Boas notas sem desanimar.
Quando necessário ela chama atenção,
Pensando no bem de um futuro
Bom cidadão.

⁠A missão de um professor não é somente a do ensino e da educação, pelo menos na prática de sua função diária. O compromisso de um professor vai muito além, pois ele conhece cada aluno, abraça suas necessidades da melhor maneira, além de, é claro, formar todos os outros profissionais. O professor precisa ser mais reconhecido e valorizado em sua função e remuneração, pois também leva muito trabalho para casa. Parabéns pelo seu dia, amados professores, vocês exercem uma função primacial em nossa sociedade.

⁠Entendemos melhor o processo de educação, quando percebemos que: Ensino é diferente de Aprendizagem; Ser aluno é diferente de ser Estudante e Assistir aula não é o mesmo que estudar!

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“Educar não é apenas ensinar a viver no mundo, mas lembrar que o mundo também aprende conosco. Somos tanto lição quanto aluno da vida.”
“O mundo não se revela inteiro, ele se fragmenta em pedaços de olhar. Cada pessoa junta seu mosaico, e é nesse inacabado que mora a beleza da existência.”
— Alexsandro Luz Silva @culturaescola

Educar não é apenas ensinar a viver no mundo, mas lembrar que o mundo também aprende conosco. Somos tanto lição quanto aluno da vida.”
— Alexsandro Luz Silva @culturaescola

🌌 “O universo não é distante de nós; ele respira em cada célula, em cada pensamento. O mundo é apenas o reflexo íntimo do infinito que carregamos dentro.”

Educar é ensinar que aprender nunca termina.

"Aprender para ensinar. Ensinar é transformar vidas. Feliz dia dos professores."

Na vida, podemos ser professores e ensinarmos os nossos maiores aprendizados.
Mas, nunca deixaremos de ser eternos alunos,
porque, todos os dias é algo novo que aprendemos.

14/01/ 2015

A educação é um tripé formado pelo Professor (Escola), o aluno e a sua família (Encarregado de educação).

Quando ensinar já não basta

Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.

Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar; sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.

Professor ensina para aprovar e não para reprovar o professor ensina para aprender e não para certificar-se que não aprendeu.

"Nem tudo se aprende na escola ou na faculdade. A maturidade e a experiência de vida ensinam lições que nenhum diploma é capaz de oferecer."

Quem aprende, ensina, porque o melhor da educação é conhecer e participar das melhores informações.

Todos podem aprender qualquer coisa que o professor ensina.

Faça da sua vida uma escola e seja um bom aluno para mais tarde ser o professor que educa e orienta outros a entender o que você também não entendia.

*Pais do Século XXI: Estamos Educando ou Terceirizando?*


A gente delegou a escola pra ensinar conteúdo, a internet pra ensinar sobre a vida, e o algoritmo pra dizer o que é certo.
Só que caráter não baixa em PDF. E respeito não vem com tutorial.
Educar hoje é nadar contra a corrente da pressa. É dizer "não" quando o mundo inteiro diz "compra pra compensar a ausência".
É ensinar que frustração não é bug do sistema. É parte do jogo.
Filho do século XXI tem acesso a tudo, menos ao tédio. E é no tédio que nasce a criatividade.
Talvez nossa maior lição seja desligar. Pra poder conectar de verdade.
_Van Escher

*CADA MACACO NO SEU GALHO*
Pai educa.
Professor ensina.


Quando o pai não quer ter o trabalho de educar em casa, sobra pro professor.
Aí a criança não respeita ninguém. Nem pai, nem professor.


Escola não é conserto de filho mal criado.
É lugar de aprender.


_Van Escher

1494
"Devo muito o que sei e o que aprendi às Escolas onde estive e aos Professores que tive. Devo muito!"
TextoMeu 1494

O verdadeiro Professor é transformador, ensina e educa nos valores da ética e do amor.

Inserida por sobrati