Citações
Ensinar HISTÓRIA não requer apenas domínio de conteúdo, mas também a sensibilidade sobre a realidade existente no qual se ensina. Na verdade aprendi na universidade que o professor não é apenas aquele que ensina ( muitas vezes ele desensina), mas é aquele que aproxima o aluno do conhecimento.
Estudar filosofia se torna mais complexo do que estudar história, contudo percebo que mesmo sendo distintas, muito se tem imbrincado em ambos os conhecimentos.
Podem aprisionar um coração por algum tempo, mas quem tem alma leve..estará sempre voando!
Sergio fornasari
O pior defeito de uma pessoa é já nascer sabendo de tudo, pois quem já nasce sabendo não precisa aprender nada.
Achas que te esqueci? Pensaste errado/a
sabes o porque?....nao se tira do coracao pessoas especiais como tu
Ter voce comigo não é o que mais eu preciso..Mas é o que mas eu desejo enquanto meus pés ainda tocarem essa terra transitória.
O que ninguém percebe
O que ninguém percebe, é que não é possível substituir a pessoa que você ama.
Você pode ir pra baladas, beijar mil bocas, namorar, casar e até ter filhos com pessoas que não ama.
Mais aquele vazio não passa, e bom todos sabem que tudo o que é construído em cima de solo frágil, em algum momento vem abaixo.
E porque isso acontece?
Porque mesmo tento o livre arbítrio, me sinto mal por ficar com alguém que não amo?
Porque vai dar errado? É tão injusto!
Bom na verdade não é injusto, isso acontece por todo ser humano tem uma coisa chamada subconsciente.
O subconsciente é à prova de mentiras, não usa mascaras.
Sabe quando temos sentimentos ou fazemos coisas que não sabemos explicar, esse é o seu subconsciente.
Quando você fica com alguém que não ama de verdade, você pode ter até as melhoras das intenções, porém você vai na verdade punir essa pessoa, com brigas, mau humor, muito tédio e até traição.
Simplesmente porque você ama outra pessoa e lá no fundo, você quer punir qualquer idiota que tente assumir o lugar do amor da sua vida.
Uma prova de que essa teoria está certa?
Bom tragédias familiares, divórcios, crianças sem pais, traição, abortos, crimes passionais e solidão são coisas bem comuns nos dias de hoje.
Mais qual é a moral disso tudo?
Bom a menos que você se apaixone de verdade por outra pessoa, é melhor fazer de tudo mesmo ao seu alcance, até mesmo o impossível pra ficar com quem você ama agora.
Muitas vezes achamos que a tristeza invadiu a nossa vida como se nunca mais tivesse a pretensão de sair, mas se não lutarmos contra isso, ela realmente tem o poder de permanecer por muito tempo. Nós temos a decisão de como enfrentaremos nossos medos, nossas angústias e por quanto tempo esses sentimentos estarão ativos.
Não há mal em ficar triste quando passamos por algum problema, é até muito importante liberarmos aqueles sentimentos que ficam escondidos lá dentro, mas para diminuir a estadia da tristeza, a primeira ação que deve ser feita é pelo menos tentar ser otimista com relação ao problema. Por mais que a solução esperada não aconteça tão rápido quanto imaginava, o tempo que ficou pensando positivamente no mínimo levará para longe aquela tristeza.
Não se martirize pelo que ficou no passado, já aconteceu e não há como voltar atrás, a única solução está em arranjar formas de ultrapassá-lo, e não permanecendo no sofrimento. Não acontecerá nada de positivo se continuar pensando através do pessimismo e da negatividade. Deixe a fraqueza de lado e seja otimista, pois o mínimo que pode acontecer são os bons sentimentos começarem a fazer parte da sua vida.
''Não existe a pessoa certa, nem a pessoa errada. Você não vai achar a outra parte da laranja e não existe a tampa da sua panela. Você é inteiro, e não uma metade. Apenas existe aquela pessoa que adiciona coisas positivas na tua vida. Aquela que vai te entender quando o resto do mundo não compreende...''
"AGUAS CLARAS, PÉ DESCALÇO"
Pé descalço, coração de pedra magoado
Que cega esta nossa
Mais que nossa idolatria
Voluntária morte
Esta mortal vida,mal vivida
Onde deixamos reinar a tirania
Tão mal servida
Que bravas águas
Lágrimas no oceano profundo
Perdidas e esquecidas
Que chorei na mocidade
Daquelas que já foram celebradas
Noutra idade
Relembradas em liberdade
Sentidas de bravura
Águas claras
Mostrai-vos tão nossas conquistadas
Da memória antiga
Pé descalço e já magoado
Quando não poder ser amado
O canto das aves
Alegraram o meu pensamento
E o meu ouvido
O perfume das flores
Mostraram-me o céu na terra
Vivo isento e pobre sem abalar
O sentimento da fraca
Humanidade que se vive neste mundo
Cada vez mais frio
De calor humano
Pé descalço e magoado dos caminhos
Onde o mais escuro é claro
O mais leve é pesado
O mais brando é duro
Como as fragas das serras
De giestas, estevas.
Que cega esta nossa idolatria
Desta nossa voluntária morte
Sem viver a mortal vida
Reinando a tirania
Fechando os olhos
De sermos mal servidos
Pé descalço, magoado coração de pedra!
"PORQUE"
Porque é mais fácil para mim escrever
O meu pesar, do que alegria que sinto no ar
Porque é mais fácil escrever a dor que sinto
Do que a felicidade em que eu vivo
Porquê, porquê!
UM CONTO "HOMEM SÓ, JÁ NÃO"
Homem deixado entregue ao seu destino
roto quase despido, tinha chorado, tinha gemido.
Já tinha fugido das responsabilidades, tantas vezes do tempo
Da verde eufórica mocidade, agora já na madura velhice
O gosto falso de uma caminhada dada na verde preguiça,
Onde quis fortalecer a fraqueza da solitária serra
Mora nos bosques repletos de diversidades, nos rochedos nas grutas
Com o seu fiel amigo, um lobo abandonado
Por um caçador repugnante que tantas vezes batia no lobo indefeso
Como nos cães que ele tinha e tem
Caçavam juntos o homem sem nome,
Ele não gosta nem de lembrar o seu passado
Apenas o presente numa terra agreste dura
Fugia das pessoas que o olhavam de lado chamando-lhe louco
Coitado diziam, mal sabiam
Que era mais feliz numa gruta na serra
Do que com um bom carro que tinha
Um Audi topo de gama, uma casa na zona mais cara de Lisboa.
Mas não era feliz, encontrou a felicidade quando o deixaram
O roubaram, entregue a si próprio no meio do Monsanto,
Roto quase despido e revoltado
Quando deu-se por ela era um sem abrigo triste e solitário.
Resolveu fugir da cidade para o campo
E foi quando começou a viver nas grutas das serras
Enfiados nos rochedos, nas fragas
Foi quando viu um animal quase morto cheio de feridas
Não deixava ninguém aproximar-se dele
Estava moribundo mas tinha garra
Afinal era um animal selvagem
Domesticado por um verdadeiro animal o seu dono
Um caçador que o tinha roubado à sua pobre mãe loba, coitada
Lentamente começou a aproximar-se, mas o lobo uivava
Ele com calma foi ganhando confiança
O lobo começou a baixar a guarda, estava tão ferido que metia dó
Mas devagarinho conseguiu aproximar-se dele
Tinha caçado um coelho selvagem
Coitado nunca tinha comido carne crua
Era repugnante dizia ele em pensamento, comer a carne crua
Mas o amor que ele tinha por aquele animal ferido
Era tanto que nunca tinha sentido por ninguém
Era uma mistura de sentimentos desconhecidos dele até então
Repartiram a carne entre os dois e a confiança estabeleceu-se
Ele conseguiu agarrar-se ao lobo que ainda o abocanhou
não o mordeu, aceitou o abraço de um homem que não conhecia
Afinal o antigo dono nunca o tinha abraçado
Só lhe batia como batia nos seus cães o caçador era um homem rude
Talvez sem instrução coitado não é desculpa mas enfim
O lobo tinha ganho um amigo, o homem tinha ganho
Mais uma razão de continuar o seu destino
Já não estava sozinho tinha um fiel amigo, o lobo.
Andam assim os dois pelas serras, montes
Bosques, rochedos, fragas e grutas do nosso amado Portugal!
"TECER AS PALAVRAS"
As sombras das casas senhoriais frias
De pedras escuras
Sobreviventes aos séculos em estado de destruição
Hoje queria tecer as lágrimas
Da chuva que cai lá fora
Pérolas que enlaçam o fio da tua
Da minha sorte
Ser agulha nas malhas de lá do nosso esquecimento
Tecer todas as mágoas no linho
Dos lençóis ao vento no estendal.
Nas horas difíceis
Morremos de tédio acendemos a televisão
Navegamos na corrente
Barco sem remos, velas erguidas ao tempo
Atiramos pedras ao rio sem as ver cair
Gememos de fúrias esmagadas.
Fragmentos de memórias que tombam desamparadas
Como folhas soltas
Ao sabor do vento, no tempo
Gaivotas que levam as letras ilegíveis
De palavras irônicas.!
Nossos avessos se atropelam e nossas culpas são distorcidas por corpos estranhos que se denominam perfeitos, neste plano imperfeito que se chama vida.
AMOR DE ALERTA
Colhe
Em mim o amor
......
O amor
Que se avizinha
.......
Toma-o
Ou
......
Toma-me
Nos teus braços
......
Onde no teu ombro
Eu repouso
.......
O meu corpo
O meu cansaço
........
Perdidos e germinados
Num único olhar
.....
Em ti refaço-me
Das dores da alma
......
O meu descanso
O meu remanso
........
O amor de alerta
Que me penetra nas entranhas
.......
Talvez de tantas
Tantas artimanhas
........
Colhe em mim o amor
O amor que se avizinha!
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