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Todos podem duvidar da sua capacidade de chegar lá ➜
Menos você!!!
Acreditar na sua capacidade é fundamental para manter sua motivação e a força às vezes, mesmo sem vontade.
Motive-se!
Ⓢⓣⓐⓡⓘⓢⓨ

Enquanto eu carregar o meu balde, ninguém poderá me julgar.
O santo não vai descer do altar e a vela da credibilidade continua acesa.
De oração em oração.
Do grão que se faz o pão!
♡🍀☾

Se você não for sua prioridade não espere que ninguém te veja como tal 😉

O mundo pode tentar te julgar, rotular ou jogar para baixo, mas quando a proteção vem de cima, toda carga negativa é absorvida e transformada em bênção.
O dia está apenas começando e a tristeza não tem espaço onde a Fé e a vontade de viver são maiores. Que o seu dia seja exatamente como você desejou: muito abençoado, produtivo e cheio de orgulho por ser quem você é.
Bom dia ㅤᵕ̈ .ᐟ♡ˎˊ˗⋆☕︎ ˖𓂃 𓈒𓏸


Força 💪 foco 👁️ e muita Fé 🙏 💕

Acordei com esperança, o Rio me travou.
Estou no meio do sufoco,
Nenhuma frota passou.
Para quem precisa do ônibus, a derrota começou.
Passei um perrengue danado, com o olho inflamado
Saí de uma consulta, sem saber o que fazer.
O transporte fui ver. Mas o pobre tem mistério, ninguém consegue domar.
É o desespero do prefeito, que finge nos ajudar. Faz tudo de qualquer jeito, para o coitado lamentar.
Eles vão cheios de fé, esperança está na canela. O povo aperta o passo, feito milho na panela. Vai crescendo no metrô, numa rotina nada bela. Cumprindo o compromisso, o trabalhador não tem calma. Não dá para esperar o pão, que alimenta o corpo e a alma. Se o pão não chega à mesa, a fome bate na palma.

O conto infantil dessa geração
જ⁀➴


O suicídio e a esperança
Se encontraram no meio do caminho
De um lado, o precipício, do outro, a cidadania.
Ela, toda otimista, tentando dar motivos para ele continuar.


Se distraiu, olhou para a cidade e viu o povo a brigar.
Uns por dinheiro, outros por política e a maioria por futebol.


A esperança soprou, fé, ela e até acendeu alguns incensos.
Mas o povo nada de bom senso
E o coitado lamentava.
Oh vida, oh céus, que mundo cruel
Então a esperança começou a cantar.
Para o mal afastar
E, quando olharam para o precipício, ele estava lá.
Com mais cara de lar.
Calmo, calado, sem brigas.
Convidativo
E a coragem entrou na história
Para resgatar a esperança.
👾

O que esperar deste mundo injusto onde a própria justiça te sabota e te joga no chão!?
-ˋˏ✄┈┈┈┈🍽️

O mundo pode esperar um pouco, porque eu não preciso dar conta de tudo hoje.
Um passo pequeno ainda é um passo.
Vou andando....( ˘ ³˘)♥

O tempo está passando rápido demais.
A terra gira silenciosamente.
O tempo não espera por ninguém; ele passa no mesmo ritmo para quem está sofrendo pela distância e para quem está distraído com o dia a dia. Enquanto uns sentem cada segundo dessa ausência, outros parecem seguir em frente sem notar o peso dos anos que se vão.

A vida é feita de idas e vindas, mas quem constrói o sucesso não espera o tempo certo; faz do presente a sua melhor oportunidade.
As reviravoltas da vida servem para nos mover do lugar; não deixe para amanhã a atitude que pode te colocar no topo hoje...💕

O dia não espera, impera

Sonhei tanta coisa.
Hoje, tanta coisa
não é o que sonhei.

Ainda entre o sono e a vigília,
ouço os passarinhos
ensaiando a manhã,
os primeiros ônibus levando
quem precisa chegar
antes de a cidade abrir as portas.

Carros vão ou voltam.
Uma buzina me chama a atenção.
Outra.
Duas, três seguidas.
A pressa já faz barulho na rua.

Uma sirene pede passagem.
Um avião risca o céu.
No corredor, uma porta bate.
A chaleira começa a chiar.

Tudo se mistura num só ruído.
A cidade retoma o movimento,
e eu ainda tento lembrar
onde o sonho parou.

Coço os olhos,
preparo o café.
O celular acende sobre a mesa:
uma mensagem, outra,
a conta que vence,
a resposta que ficou pra hoje.

A rotina já chama.
Já clama.
Pede um ânimo
que ainda procuro
em mais um dia de semana.

Entre um gole e outro,
o café esfria.
Há uma conversa por terminar,
um boleto aberto na tela
e roupa secando atrás da porta.

Calço os sapatos.
Do outro lado da janela,
um ônibus freia no ponto.

É preciso seguir.

Mas esse seguir em frente,
que me move e me comove,
nem sempre me leva
pra onde sonhei.

Preste atenção nas suas amizades, tem muita gente que te sorri e vive esperando só uma distração sua para puxar o seu tapete.
Infelizmente, nem todo sorriso é genuíno. Algumas pessoas se aproximam por interesse, inveja ou para monitorar seus passos, esperando justamente um momento de vulnerabilidade.


✯

A medida da presença

Há pessoas que conhecem versões nossas que o tempo já não permite visitar com a mesma facilidade.

Guardam lembranças de quando ainda ensaiávamos ser adultos, dos primeiros trabalhos, das inseguranças que pareciam enormes e das pequenas conquistas que, naquele tempo, mereciam comemorações inteiras. Sabem de onde vieram certos medos, reconhecem antigos entusiasmos e, às vezes, percebem alguma coisa em nós antes mesmo que consigamos encontrar palavras para explicá-la.

Foram quase dezesseis anos.

A faculdade, os primeiros passos na profissão, a aflição de um TCC que parecia nunca terminar, os prazos, as contas, os planos e os muitos improvisos de quem aprende a construir uma vida enquanto a vive. Havia sempre alguma novidade, algum desespero passageiro, alguma conquista que logo daria lugar a outra preocupação.

E havia companhia.

Não aquela que exige atenção permanente, mas a que aprende a conviver com os silêncios. A liberdade de cada um fazer suas coisas, seguir seus interesses, atravessar um dia inteiro e, quando a noite chegava, encontrar o outro na familiaridade de uma casa.

Durante muito tempo, tudo isso foi simplesmente a vida.

Talvez a intimidade tenha essa característica curiosa: quanto mais naturalmente se acomoda ao cotidiano, menos percebemos a dimensão daquilo que representa. Não porque lhe falte importância, mas porque certas presenças se tornam tão familiares que deixamos de imaginar a vida sem elas.

Mas o tempo também desperta inquietações.

Às vezes, mesmo dentro de uma vida construída com afeto, surgem perguntas que não sabemos formular. Uma curiosidade pelo que ainda existe no mundo, pela possibilidade de outros encontros, pela sensação de ser visto de uma maneira diferente. Um desejo de ser desejado, talvez. Ou de reconhecer em outros olhos alguma parte de nós que parecia adormecida.

Não sei se havia uma resposta exata.

Sei que nossos caminhos se separaram.

Vieram os dias difíceis, os desencontros, as questões práticas e tudo aquilo que acompanha o encerramento de uma história tão longa. Em 2026, também chegaram ao fim as últimas pendências formais. A vida que havíamos dividido encontrou outros endereços, outros ritmos, outras maneiras de acontecer.

Nosso gato preto, já velhinho, quase dezesseis anos, continuou morando com ele.

Pili, pililin, piririn.

Há uma casa inteira escondida nesses nomes inventados. Uma linguagem que nasceu sem qualquer pretensão de durar e que, tantos anos depois, ainda é capaz de trazer de volta os cômodos, as brincadeiras e os pequenos rituais de uma vida compartilhada.

É curioso como certas lembranças sobrevivem às mudanças mais profundas. Não precisam de grandes acontecimentos para permanecer. Às vezes, bastam três apelidos ditos em voz alta para que quase dezesseis anos encontrem novamente um lugar dentro de nós.

A minha vida, enquanto isso, seguia por caminhos que eu não havia imaginado inteiramente.

Houve encontros, descobertas, afetos e experiências que me fizeram conhecer outras possibilidades de existir. Algumas trouxeram entusiasmo. Outras deixaram marcas, perguntas e uma inquietação que, por vezes, parecia maior do que minha capacidade de compreendê-la.

A liberdade que eu tanto desejara continuava sendo importante. Mas descobri que ela não nos protege de tudo o que podemos encontrar pelo caminho.

Nem sempre aquilo que procuramos se apresenta da maneira como esperávamos.

Foi nesse período que comecei a organizar meu novo canto.

Na primeira visita, pedi algumas toalhas.

Ele apareceu com toalhas, pratos, talheres, coador, filtro, café e outras pequenas coisas que fazem falta quando uma casa ainda está aprendendo a ser casa.

Mas trouxe também tempo.

Sentou-se para me ouvir.

E ouviu sobre experiências que eu havia vivido depois da nossa separação, sobre encontros, acontecimentos e sentimentos que, de alguma maneira, também pertenciam ao caminho que nos havia afastado.

Havia uma delicadeza difícil de nomear naquela situação.

A pessoa que mais diretamente havia sentido as consequências da minha partida estava ali, diante de mim, oferecendo atenção justamente às histórias que vieram depois dela.

Não sei o que lhe custou aquela escuta. Talvez houvesse sentimentos que não apareciam na conversa, lembranças que permaneciam guardadas, coisas que nenhum de nós precisava dizer.

Mas ele ouviu.

E continuou ouvindo quando minhas palavras já não encontravam uma ordem muito clara. Quando eu tentava explicar acontecimentos que ainda estavam confusos dentro de mim. Quando falava de coisas que não havia conseguido contar a outras pessoas, talvez porque nem eu soubesse direito como compreendê-las.

Não havia respostas prontas.

Havia alguém disposto a permanecer naquela conversa.

Hoje penso que os pratos e as toalhas eram apenas a parte visível do que ele havia levado.

Talvez exista uma forma muito particular de afeto quando duas pessoas, depois de terem compartilhado uma vida e atravessado o fim dela, conseguem se encontrar sem a obrigação de voltar a ser o que foram.

Não se trata de esquecer o que aconteceu, nem de fingir que a separação não deixou suas marcas. Trata-se de reconhecer que aquilo que construímos durante tantos anos também pode encontrar outras maneiras de permanecer.

Mais recentemente, quando meus dias voltaram a ser atravessados por uma inquietação difícil de acomodar, ele apareceu outra vez.

Veio fazer companhia.

Percebeu minha dificuldade de encontrar tranquilidade e tentou me ajudar a procurar acompanhamento, alguma possibilidade de cuidado. Nem sempre consegui receber sua preocupação com serenidade. Houve momentos em que falei alto, contestei suas impressões, insisti em explicações que talvez nem eu mesmo conseguisse organizar.

Ele podia não compreender tudo o que eu estava vivendo. Eu certamente também não compreendia.

Ainda assim, houve presença.

E foi essa presença que me fez pensar não apenas nos quase dezesseis anos que compartilhamos, mas em quem eu era quando tudo começou.

Lembro do menino de quinze, dezesseis anos, que queria trabalhar, ganhar o próprio dinheiro, descobrir caminhos e experimentar alguma independência. Havia nele uma disposição quase teimosa de fazer acontecer, mesmo quando o mundo parecia grande demais para os recursos que tinha.

Alguns anos depois vieram a faculdade, a profissão, os primeiros desafios de verdade. A vida foi ganhando responsabilidades, exigências, novas ambições. E, durante boa parte dessa travessia, havia alguém que conhecia minhas tentativas, acompanhava minhas conquistas e sabia quantas inseguranças existiam por trás de certas demonstrações de confiança.

Alguém que conheceu não apenas o homem que me tornei, mas também aquele que eu ainda estava tentando ser.

Talvez não percebamos, enquanto vivemos, o quanto somos feitos também das pessoas que nos acompanharam.

Hoje, diante de uma realidade tão diferente daquela que imaginei para mim, tenho pensado sobre isso com mais frequência.

Não porque deseje recuperar uma vida que terminou, mas porque algumas experiências recentes me fizeram perceber a importância de algo que durante muitos anos esteve tão próximo que parecia natural.

A confiança.

A possibilidade de falar sem preparar cada frase. De admitir uma dúvida sem receio de ser diminuído por ela. De contar uma experiência difícil sem precisar transformá-la imediatamente em uma explicação convincente.

De encontrar alguém que escute mesmo quando a história ainda não está pronta.

Talvez seja disso que eu tenha sentido falta em determinados momentos.

Não de um relacionamento, nem de uma rotina antiga, mas da tranquilidade de reconhecer uma presença confiável.

E há uma diferença imensa entre essas coisas.

A vida que seguiu depois da separação também me trouxe descobertas importantes. Continuo desejando conhecer o mundo, viver outros encontros, construir novas histórias e reencontrar aquela disposição de seguir que sempre reconheci em mim.

Mas há dias em que esse reencontro exige mais paciência.

O menino impetuoso ainda existe, embora o homem que ele se tornou tenha conhecido fragilidades que antes não imaginava. Talvez crescer seja também descobrir que a coragem nem sempre se parece com a segurança que demonstrávamos quando éramos mais jovens.

Às vezes, ela está apenas na disposição de continuar.

E continuar não exige apagar o que veio antes.

Há pessoas que deixam de compartilhar nossa rotina, mas permanecem na maneira como aprendemos a olhar para o mundo. Não porque a história precise recomeçar, mas porque sua importância não desaparece quando ela muda de forma.

Durante quase dezesseis anos, fomos companhia um para o outro. Compartilhamos uma casa, responsabilidades, alegrias, preocupações e aquela sucessão de dias comuns que, sem percebermos, acaba formando uma vida inteira.

Hoje, já não somos um casal.

Mas existe uma amizade que não nasceu do acaso. Ela carrega a memória de tudo o que vivemos, inclusive daquilo que precisou terminar para que cada um pudesse seguir seu próprio caminho.

E talvez seja uma das formas mais bonitas de reconhecer uma história: permitir que ela encontre outro lugar, sem exigir que deixe de ter importância.

Penso no gato preto envelhecendo em outra casa.

Nos nomes inventados que ainda guardam uma intimidade inteira.

No desespero do TCC, nos primeiros trabalhos, nas noites em que bastava saber que havia alguém ali.

E penso naquela primeira visita ao meu novo canto.

Eu havia pedido toalhas.

Ele trouxe o necessário para a casa, sentou-se e ouviu histórias que talvez nunca tivesse imaginado escutar de mim.

Algumas eu próprio ainda não sabia contar.

Não sei exatamente o que a vida reserva para os próximos anos. Há muito que desejo conhecer, reconstruir e experimentar. Há também coisas que preciso compreender com mais calma, sem exigir de mim respostas que ainda não tenho.

Mas, entre tantas descobertas que os últimos tempos me trouxeram, uma delas parece especialmente preciosa.

Às vezes, a maior delicadeza não está em alguém saber o que dizer.

Está em encontrar quem possa ouvir até aquilo que ainda estamos aprendendo a contar.

“Conhecer o próprio corpo é um passo importante para reconhecer mudanças e buscar orientação no momento certo.”


— Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues

“O conhecimento é uma ferramenta essencial para tomar decisões mais conscientes sobre a própria saúde.”






— Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues

Conservar a esperança, é revestir-se de um exército de convicção.

Não sejas como a pérola, enclausurada na introspecção da beleza; desobriga-te, e conhece todo o oceano.

Aquele que nutre compaixão com os animais consegue conhecer verdadeiramente o seu lado racional.

O conhecimento interior é a descoberta de imensos caminhos: abrem-se as respostas às incertezas.

Quando conheci a nudez da tua alma: o meu corpo evaporou-se no teu corpo.