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Há caminhos que não escolhemos conscientemente.


Acreditamos estar seguindo uma direção porque decidimos, porque planejamos, porque desejamos chegar a algum lugar. Mas, em silêncio, existem passos sendo dados muito antes de compreendermos para onde estamos indo.


Talvez o destino não esteja à frente.


Talvez ele esteja escondido naquilo que repetimos sem perceber.


Nos encontros que evitamos. Nas pessoas que nos despertam. Nas portas que se fecham. Nas perdas que nos obrigam a abandonar versões antigas de nós mesmos.


O buscador aprende, depois de muito caminhar, que nem tudo o que parece desvio é afastamento.


Às vezes, perder o caminho conhecido é a única maneira de encontrar aquilo que sempre nos encontrou em silêncio.


Existe uma inteligência misteriosa nos ciclos que insistem em retornar.


A vida repete a lição até que a consciência pare de chamar destino aquilo que ainda é escolha inconsciente.


E talvez seja exatamente nesse ponto que algo desperta.


Quando percebemos que não estamos apenas caminhando por uma estrada.


A estrada também está caminhando através de nós.


Há decisões que tomamos com a mente, mas existem outras que parecem nascer de um lugar mais profundo um lugar sem nome, anterior às palavras, onde a alma talvez reconheça aquilo que o pensamento ainda não consegue compreender.


Por isso, nem sempre saber para onde ir é sabedoria.


Às vezes, sabedoria é perceber o que dentro de você está conduzindo seus passos.


Porque aquele que busca apenas chegar pode atravessar a vida inteira sem perceber quem está caminhando.


Mas aquele que silencia e observa começa a enxergar os sinais.


E então entende:


Talvez eu não esteja perdido.


Talvez eu esteja sendo desconstruído da pessoa que precisava acreditar que sabia o caminho.


E, no momento em que deixamos de exigir respostas para todas as perguntas, algo invisível começa a se revelar.


Não como certeza.


Mas como presença.


E somente quem já se perdeu dentro de si compreenderá que existem caminhos que não levam a lugares.


Levam a despertares.


E talvez você já esteja exatamente onde precisava estar...


Mesmo sem saber.

Quem julgou o seu esforço com inveja vai se esconder de vergonha quando perceber que a sua vitória foi tão colossal que mudou o jogo de vez.

Biografia: JOSÉ María FERNANDEZ COLAVIDA.
Por sua meritória atuação é conhecido como o "Kardec" espanhol.

PIONEIRO DO ESPIRITISMO ESPANHOL.

Nasceu em Tortosa, província de Tarragona, em 19 de março de 1819. Lutou nas guerras carlistas, nome que se deu a três guerras civis que tiveram lugar na Espanha, entre 1833 e 1876, e nas quais distinguiu-se por sua valentia e humanitarismo, alcançando a patente de Coronel. Em conseqüência de tais conflitos, emigrou para a França, onde estudou e aprendeu, com perfeição, o idioma desse país.

Ao regressar a Barcelona, contrai núpcias com Ana Campos, jovem dotada de surpreendentes faculdades mediúnicas. Conhece a Doutrina Espírita em 1860, lendo em sua versão original francesa, Le Livre des Esprits que lhe ofertou o capitão da marinha mercante, Ramón Lagier y Pomares.

Previamente havia conhecido e praticado o magnetismo, guiando-se pelos ensinamentos de Du Potet e outros magnetizadores franceses. A impressão que lhe causou a leitura de O Livro dos Espíritos, do Mestre Allan Kardec, peça fundamental do pensamento espírita, foi muito grande e, de imediato, começou sua tradução para o espanhol, que viria à luz pública em 1861. Assim, então, tem Colavida a honra e o mérito de ser o primeiro tradutor das obras de Kardec em idioma espanhol.

Em 1869 fundou a Revista de Estudos Psicológicos, da qual foi seu diretor e redator durante 20 anos. Criou a "Sociedade Barcelonesa propagadora del Espiritismo" e estabeleceu na capital de Cataluña, a primeira Livraria Espírita. Dirigiu o Grupo Espírita "La Paz" .

Foi designado Presidente de Honra do "Primeiro Congresso Internacional Espírita", celebrado em Barcelona, em setembro de 1888.

Têm sido altamente reconhecidos e valorizados seus estudos e práticas nos campos de hipnotismo e magnetismo. Realizou experimentos com a regressão mental, apresentando uma metodologia rigorosamente científica, de grande utilidade com evidência favorável à reencarnação, antecedendo os conhecidos trabalhos de Albert de Rochas,na França.

Por sua meritória atuação conhecem-no como o "Kardec" espanhol. Desencarnou em Barcelona, em 11 de dezembro de 1888.



Os Espíritas da Espanha e América custearam seu mausoléu no Cemitério de Montjuic, colocando, ali, uma significativa lápide de 1,80m de altura por 0,80m de largura, na qual se lê a seguinte inscrição:



*Nascer, morrer, voltar a nascer
e progredir sempre
tal é a lei.
Allan Kardec.

* Obs. NOSSA: Aguardamos a confirmação sobre o verdadeiro autor dessa sublime frase,pois que em várias obras biográficas sobre Allan Kardec variam sobre o autor, exemplo: A Trio Bibliografia elaborada muito bem à sua época por Zêus Wantuil e Francisco Thiensen.

Nem a existência, nem o trabalho,
nem a dor, concluem onde começa um sepulcro.
Marietta.

Aqui jaz o envoltório corporal de um homem honrado que em sua última encarnação terrena foi JOSE MARÍA FERNANDEZ COLAVIDA.
1819 - 1888.
Primeiro tradutor e editor das obras de Kardec e fundador da Revista de
Estudios Psicológicos de Barcelona, e a cuja memória os Espíritas da Espanha e América dedicam este testemunho de
apreço e gratidão.

OUTRAS OBRAS.

_RUMO A DEUS PELO AMOR E CIÊNCIA.
_Imortalidade da alma.
_Comunicação espiritual.
_Progresso indefinido
_Pluralidade de mundos habitados.

_Em Espírito sua Obra do ano 1870.
*O INFERNO ou A BARQUEIRA DO JÚCAR.
Médium: Áquino.

Primorosa novela mediúnica,recebida em Barcelona, Espanha. ''A barqueira do Júcar'' é uma jovem que, mantendo a pureza de sua alma, entre inimigos conluiados para perdê-la, serve de instrumento à ação do Espírito do próprio pai, empenhado em defender e subtraí-la, às garras da mais abjeta materialidade de criaturas inclinadas ao mal. Urdindo um enredo de intensa dramaticidade, os episódios se entrelaçam de forma tão surpreendente que o leitor não pode imaginar qual será o desfecho. Revela-se notável obra de educação moral e projeta luzes esclarecedoras sobre as consequências espirituais de nossas ações na Terra.

Um dia você entenderá que ela jamais se casaria, não por querer, mas por não acreditar que existisse alguém disposto a passar o resto da vida ao lado de sua tempestuosa e caótica alma.

Ele faz o meu tipo. Tem uma alma esperta e um sorriso encantador

“No tribunal da história, nenhuma sociedade será julgada apenas pelas leis que escreveu, mas pelas vidas que essas leis permitiram proteger ou abandonar.”

Espero o carro passar
Pra me ver passando no reflexo do vidro
Tô a 60 por hora
Na mente 120
Refém do futuro
Me sinto melhor
Deitada no seu peito
Me sinto em casa
Entre tantas esquinas
Tantos bares
Tantas doses
Me sinto ainda um pouco embalagem
Que contém líquido dentro
Passarinho voa
Enquanto penso em abrir as minhas asas
E voar até o mar
Ir atrás de Marte pra te surpreender

“A esperança sempre nos visita de manhã, mas logo nos abandona ao anoitecer.” Como Sísifo, todos os dias voltamos ao recomeço.
―Evan Do Carmo

Antes era no Areópago, onde os homens vendiam suas idéias, faziam seus discursos e julgamentos, ensinavam uns aos outros a ciência suprema do pensamento e aplicavam a justiça sem parcialidade.

Hoje vendem suas ideias, fazem seus discursos em uma grande feira, numa torre de babel, " a Internet" onde ninguém respeita nem compreende o que os outros falam. São vendedores de utopias, e o que intencionam ensinar não praticam.

""A esperança do homem culto, no futuro da humanidade, acaba junto com a última taça de vinho...""

"Temos muito pouco tempo nesta morada, façamos bom uso do tempo que nos resta para conhecer nossos vizinhos, para alargar a sala de visita de nossa alma.

Não seria prudente gastar muito tempo em adornar a casa que impreterivelmente se desmoronará. Evitemos as disputas mesquinhas, ideologias falíveis que segregam e escravizam os homens, produzem guerras, injustiças e sofrimento.

Portanto, mantenhamos-nos aquecidos com o calor humano dos amigos verdadeiros, com a chama dos afetos, façamos uma fogueira para celebrar a amizade e a paz, iluminemos a nossa caminhada com o fogo inextinguível da esperança ... "

"Quando nos for permitido conhecer a alma de alguém, em suas mais profundas nunces e possibilidades, logo teremos acesso irrestrito a todos os seus segredos e desejos inconfessáveis..."

O Conhecimento e o Risco de Partilhar

Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.

O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.

O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.

A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.

A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.

Não posso sucumbir à melancolia — esse monstro noturno que nos vigia sem descanso, esperando o mínimo gesto de fraqueza para invadir o que ainda resta inteiro em nós. Sei que ele ronda. Sei que respira atrás de mim quando caminho pela casa silenciosa. Mas não lhe devo reverência. A melancolia exige joelhos; eu ofereço coluna.


E há dias em que o desespero se insinua no corpo como febre: o amanhã se esconde, o dia seguinte perde o rosto, a existência inteira parece um quarto escuro. Mas sigo. Não por esperança — essa palavra envernizada — mas por teimosia. Por força. Por desafio. O futuro não precisa prometer nada para que eu avance. Basta que exista.


Poeta ou homem comum, não importa: todos carregamos a mesma condenação. A consciência — essa lâmina autônoma que nos enfrenta sem pedido, sem permissão, sem dó. Ela não nos observa: nos disseca. E cobra de nós o sentido que nunca lhe devemos.


Ela pergunta, com insolência: por que continuar? Onde repousa a coragem humana? O que sustenta o passo no meio do caos?


E a resposta não está no conforto, nem na fé, nem em algum alicerce secreto. Está no movimento. Na recusa em tombar. No ato bruto e insubordinado de permanecer, mesmo quando nada, absolutamente nada, garante o chão.


O caos é vasto. A consciência é cruel.
Ainda assim, eu existo.
Isso basta. Isso é tudo.

Acredito que o bom escritor, o poeta, o artista como um todo, precisa ter vivido uma outra realidade. A realidade dura da vida, da busca pelo sustento, o sofrimento, a tragédia, a pobreza, sim, necessariamente a pobreza. Observando os grandes espíritos, as grandes personalidades, percebe-se que todos aqueles que conseguiram chegar a um patamar alto no que diz respeito à sutileza, à beleza, à singeleza, à sublimidade da arte em sua essência, são pessoas desse tipo.
Fernando Pessoa carrega uma tragédia pessoal, uma esquizofrenia consciente. José Saramago traz a luta ideológica, o contexto social de pobreza, a perseguição e a fuga.
No meu caso, a tese não é teórica. Perdi meu pai aos onze anos e fui trabalhar como pedreiro com um tio, na Bahia. Isso não é metáfora, é biografia. Está contado em dois livros meus, Eis um Homem e A Morte do Meu Pai, sendo este o mais recente.
Observando o outro lado, o contraste se impõe. Oscar Wilde viveu na orgia intelectual, cercado de conforto, exagero e facilidades próprias de uma elite privilegiada. Enquanto viveu nesse ambiente, não produziu nada de essencial. Foi apenas quando foi preso que escreveu seu verdadeiro livro, A Balada do Cárcere de Reading.
Artistas atuais, não me venham com o argumento de que é o dom que faz a arte. É a existência que faz o artista e, consequentemente, o artista produz a arte

## Capítulo XXII


# A Conversa Depois


Durante vinte anos acreditara que o encontro seria o fim da espera.


Descobriu que era apenas o início de outra forma de tempo.


Saíram da cafeteria sem combinar destino algum. Heidelberg permanecia envolvida pela serenidade discreta das cidades que aprenderam a conviver com os séculos. As ruas estreitas conservavam o rumor distante do rio, e o vento da primavera movia lentamente as copas das árvores como se também ele tivesse decidido caminhar sem pressa.


Nenhum dos dois parecia disposto a romper o silêncio.


Não porque lhes faltassem palavras.


Mas porque certas presenças exigem primeiro o reconhecimento da realidade antes de aceitarem a linguagem.


Durante duas décadas haviam conversado através de livros, críticas, perguntas e ausências. Agora precisavam aprender uma tarefa infinitamente mais difícil.


Estar um diante do outro.


Foi Ariadne quem sorriu primeiro.


— Você continua caminhando como quem pensa.


Ele riu.


— E você continua observando como quem escreve.


Ela abaixou os olhos.


— Nunca deixei de escrever.


— Eu sei.


— Como sabe?


— Porque ninguém pensa dessa maneira sem escrever em algum lugar.


Ela não respondeu.


Apenas continuou andando ao lado dele.


Jantaram num pequeno restaurante às margens do Neckar. A conversa atravessou a literatura, passou pela música, alcançou a filosofia e, pouco a pouco, abandonou todos esses territórios para chegar ao único assunto realmente importante.


A vida.


Ela contou dos anos dedicados à universidade, dos alunos que lhe devolveram a esperança quando o mundo parecia definitivamente entregue à superficialidade. Falou dos pais, das perdas, das amizades interrompidas pelo tempo. Confessou que relera *O Cadafalso* muitas vezes, mas que a cada leitura encontrava um homem diferente escondido entre as páginas.


Ele ouviu mais do que falou.


Havia esperado tanto por aquele encontro que agora descobria não possuir qualquer urgência.


A realidade finalmente dispensava a imaginação.


Quando saíram, a cidade já estava quase vazia.


Caminharam sem destino.


Como duas pessoas que sabiam exatamente para onde desejavam ir e, por isso mesmo, não tinham pressa de chegar.


Foi ela quem interrompeu novamente o silêncio.


— Você imaginou este encontro?


Ele sorriu.


— Todos os dias.


Ela baixou a cabeça.


— Eu também.


— E aconteceu como imaginou?


Ela demorou a responder.


— Não.


— Melhor ou pior?


Ela voltou-se para ele.


— Melhor.


Porque a imaginação sempre exagera.


A realidade apenas existe.


Continuaram caminhando.


Chegaram ao apartamento dela já perto da meia-noite.


Havia livros por toda parte.


Partituras sobre o piano.


Uma xícara esquecida sobre a mesa.


Nada parecia preparado para receber alguém.


E exatamente por isso tudo parecia verdadeiro.


Ela abriu uma garrafa de vinho.


Serviu duas taças.


Sentaram-se diante da janela.


Conversaram durante horas.


Não sobre o amor.


Mas sobre aquilo que o amor permite compreender.


Em determinado momento, ela aproximou lentamente a mão da dele.


Não havia hesitação.


Havia reconhecimento.


Ele segurou aqueles dedos com a delicadeza de quem recebe de volta alguma coisa que acreditava definitivamente perdida.


O beijo aconteceu sem qualquer urgência.


Não pertencia ao desejo.


Pertencia ao tempo.


Naquela noite fizeram amor como duas pessoas que já haviam aprendido que o corpo não serve para vencer a solidão.


Serve apenas para lembrar que a alma também precisa de abrigo.


Depois permaneceram deitados.


Nenhum dos dois demonstrava vontade de dormir.


A chuva começava a bater contra a janela.


Foi Ariadne quem quebrou o silêncio.


— Durante vinte anos imaginei uma única pergunta.


Ele voltou o rosto.


— Qual?


Ela sorriu.


— Sobre o que conversaríamos depois?


Ele fechou os olhos por um instante.


Depois respondeu quase num sussurro.


— Descobri que passei vinte anos procurando essa resposta.


Ela esperou.


— E encontrou?


Ele olhou para o teto.


Depois para ela.


— Sim.


— Qual é?


Ele sorriu com uma serenidade que nunca conhecera.


— Descobri que, quando duas pessoas finalmente deixam de pertencer à memória e passam a pertencer à realidade, qualquer assunto se torna extraordinário.


Ela apoiou a cabeça sobre seu peito.


Durante muito tempo permaneceram ouvindo apenas a chuva.


Lá fora, o mundo continuava exatamente o mesmo.


As guerras continuavam.


Os jornais continuavam mentindo e dizendo a verdade ao mesmo tempo.


Os homens continuavam perseguindo poder.


Nada havia mudado.


Exceto uma pequena vitória invisível.


Depois de vinte anos, o pensamento finalmente encontrara a realidade.


E, pela primeira vez desde a tarde distante na Baviera, nenhum dos dois precisou imaginar o futuro.


Bastava viver a noite.

A vida é feita de recomeços.Cada fim prepara um novo início,e cada passo dado com esperançanos aproxima de um novo sorriso.
Helaine machado

Muitos docentes nas universidades encaram o nome de Jesus não como uma mensagem de esperança, mas como uma intrusão dogmática que desafia o absolutismo da ciência e do pensamento secular.

O ranço acadêmico contra o sagrado transforma a esperança em ingenuidade, levando professores a tratarem a busca pela felicidade em Cristo como um sintoma de fraqueza emocional.

NÃO PEÇO O IMPOSSÍVEL...


Não espero nada impossível, nem algo além do teu alcance.


Só quero um amor que não seja perecível, capaz de fazer meu coração bater mais forte. Quero carinho, cumplicidade, compreensão e, acima de tudo, amizade.


Às vezes, confesso, bate um certo ciúme. Um ciuminho, nada demais... mas é melhor não provocar. 😊


Quero romantismo suficiente para apreciar uma noite de luar, apreciar coisas simples, uma boa conversa, sensibilidade para entender meus silêncios e um olhar capaz de decifrar aquilo que nem sempre consigo dizer.


Gosto de palavras doces, elogios sinceros.
Amo almas delicadas, transparentes e livres de preconceitos, e vc se encaixa perfeitamente!


Agora que você já conhece minhas exigências, pense nos prós e nos contras...


E depois me diga: vale a pena arriscar?


Uma das minhas qualidades é saber amar, e, quando amo de verdade, entrego meu coração por inteiro e faço do amor o lugar mais bonito e aconchegante possível.