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Não conheço o amor morri para que estivesse viva. Minhas sombras me consumiram.

Desde que nos dividimos e multiplicamos as células, conhecemos a solidão.
A solidão nos acompanha a vida toda, até a morte, quando voltamos a ser pó.
Dentro da luz, vemos a vida florescer.
Diante da fome, vemos inovações do calor que nos amamenta.
​As ilusões são ilustrações da vida.
Num universo imenso e complexo, nos completamos.
E assim crescemos: as ilustrações ganham formas de ilusões.
Mesmo no amor, vemos aglomerados de certezas num mundo de apostas e achismos.
E evoluímos, sonhando com os pés no chão.
​Abrimos portas na imensidão, olhamos para nós mesmos,
e ainda buscamos compreensão diante da nossa própria existência, dentro de cada ser existente.
Somos espelhos dentro de espelhos, buscando esperança e finitude no horizonte de nossas vidas.
Sendo o passado um reflexo do futuro,
dando para si o despertar de um olhar crítico.
​Analisando cada aspecto de suas lembranças, até o limiar do horizonte de eventos...
O cosmo em si é uma gigante vermelha se debatendo na imensidão,
até esfriar e se tornar uma anã branca.
Seus fótons de luz representam a energia que criou a vida num planeta azul.
Por Celso Roberto Nadilo
A vida floresce no mesmo tempo começa a morrer ate florescer e dar frutos depois evoluir se decompõe no espaço continuo.

Somos a elipse do passado e do futuro, no âmbito de um conhecimento que nasceu diante de um universo de possibilidades. Dentro de nossas próprias propriedades, somos o início, o meio e o fim da nossa espécie.
​No sonho profundo da humanidade, nossos pensamentos são sentimentos fragmentados por lembranças no espaço e no tempo. Marcamos cada instante com um significado complexo, cheio de caminhos — como as circunstâncias de uma ferida exposta no cosmos. Somos pequenos grãos na imensidão, passando pelas areias do tempo e cobrindo o intenso marco da existência.
​Essa vertente trabalha em si, para si. O "eu" caminha por sua origem e dá-se conta de que o vazio é parte do todo, entregue à ilusão do ser temporal. Estamos envoltos na mesma linha de pensamento em que a matrix da realidade ambígua é moldada por você. Pois cada instante da vida é único, até que a própria vida se torne uma nuvem a pairar no limiar de um evento massivo.
​Dentro de cada crônica, o ambiente torna-se aceitável para que haja a compreensão do ser. O paradoxo ganha contornos de realidade num pensamento que viaja pelos conceitos básicos da humanidade. Mesmo assim, a alienação intelectual reage ao termo da existência como um mero lapso temporal.
​As frequências são os padrões para os quais as sombras servem de tradução no espaço-tempo.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Sendo submundo a aceitação daqueles instantes opacos que alma morre no sentimento.
Seus olhos sangram,
Sua alma grita...
O sincronismo do silêncio da o desespero...
Sua face imaculada senti o prazer do frio caótico...
As sombras da ador que o corvo senti..
Grito alma sem vida a vela se apaga...
Seus lábios pálidos transmite uma mensagem ao ventos...
Suas mortalhas rasgadas voam em conflitos da alma condena...

Universo é manto de sabedoria e conhecimento.
Nos aventurar nas asas do ceus é despertar o passoro que voa suas ideias e sonhos.
O paradoxo de existência nos permite sonha e viver o sonho.

Quando a luz do conhecimento é simplicidade roubada para si nos atos insanos e medonhos serão apenas corrupção.

Floresta negra reabre o questionamento político funcional.
Se possível me conheça mais profundo sentido de se aventurar nas fronteiras do espaço sideral.
Pois dilemas internos somos a castia guerreiro sera que inverso entenderá todos os dias matamos leões imagina alienígenas...
Bem que aqui os conflitos sociais iam assutar quaisquer civilização pois destruição do nosso próprio meio ambiente não pousamos imagina...
Seremos igual ao povo chegando nas americanas trago presentes coberto cheio de doenças os Maias e Incas aprenderam... ate a existinção.

Nas ondas do conhecimento temos as nuvens em contraste do dualidade o luar e as estrelas que encantam o feitiço do amor.
num estado primitivo as areias são partes dos céus que clama pelas poeiras do tempo. Olho o horizonte sinto seus lábios em minhas lembranças.
Calida minha alma no anoitece um manto negro de estrelas com doce luar...
Nuvens camadas de sonhos num mundo de ilusão de uma sensação boa que o amor parte de tudo e tudo e parte mim.

Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.

De repente o mesmo sonho pode ser a realidade te julgado...

Há esperança enquanto vivermos dentro da luz. Mesmo caminhando no abismo escuro.

O idiota ignora o abismo pelo conhecimento que tem mas, não domou alienação intelectual.

Virtuoso no estar caindo num precipício. Alma se torna no profundo sentido de ser criticado e julgado.
Pois é assim alienação
O choro se cala num silêncio medonho.
Os espaços da virtude são expostos pequenos lampejos diante a fronteira da esperança que vivemos.
Num suposto estado vazio existencial.
Sinto o ar atroz demais pra o espelho do espírito.

​"Na nebulosa existe uma árvore para aquele que acredita no futuro e vive no presente, abraçando o passado, sendo esse instante que o deixou apaixonado.
​Denso instante, pois o movimento de ação corresponde ao término da velocidade, sendo esse instante um ponto superficial da existência. Sendo assim, é natural a teoria de que as cordas do universo tocaram seu coração no momento em que nos encontramos, e o espaço se tornou dilatado no instante em que o universo começou; sendo que cada célula veio da nebulosa que era uma estrela que brilhou no instante em que nasceu."
Amor é a equilíbrio entre linhas do criador o que somos diante a criação.

Linha do acreditar em algo nunca viu mais acreditar pela manipulação aleia.
Ser que sou diante do sou, porquê ainda sou eu diante voce duvido que penso pois o que sou diante do meu eu, o centralismo político e religiosa.
Muta a virtude coloca outro espelho com ajuda de deepfake espelhos digitais, falacias de contos usando vies da fisolofia a favor da ideologia implantada de sombras idealista,
Dando ausência politica pessoal do ser eu se uso que sou diante que sou a narrativa torna se a narrativa.
A história verdadeira irrelevante pois uma pragmática do jogo da alienação, o que presta ou que não exste dentro de universo de fadas, como conhecer um fundamento pois so conhece o que esta escrito, realidade ambígua diferente que julga qutro paredes ou insinua saber. O achismo primeira lei da coisificação dentro geopolítica e pragmática eucentrismo. Sendo a parti da ai duelimo da alienação e negacionismo trazendo a tona verdadeira história irrelevante pois sensalismo barato marca registrada da polarização o fogo que precisa.

"Considerando que as constantes da relatividade envolvem a velocidade e o espaço entre dois pontos — e que a unidade dessa constante seja irrelevante para a gravidade —, em teoria, as sombras seriam mais rápidas por estarem associadas à matéria escura.
​Ao exercitarmos esse pensamento livre das amarras de positivo e negativo, a lei do paradoxo passa a criar novas equações no desequilíbrio do universo. Afinal, as leis da relatividade podem não seguir a mesma ordem em todo o cosmos, já que o silêncio do espaço sideral abriga os mais variados cenários.
​Esse conceito de macro e micro universo nos dá o livre-arbítrio do olhar para compreender melhor as nossas vidas, o cosmos e a dobra espacial. Ao estudarmos os conceitos mais profundos, encontramos respostas em equações e paradoxos cujas leis operam perfeitamente — até que tudo o que conhecemos mude diante do impacto do desconhecido. Diante de tudo isso, somos apenas grãos de areia, feitos de água e carbono."

Nossas compreensão inata do infinito nos da compreensão nada conhecemos diante do nada somos nada ate olhamos para um espelho temos a perspectiva que somos algo dentro de mundo não compreendemos mas. Buscamos compreender coisa então obscuras nossas mentes.
Ao faze lo olhamos universo dentro da gente ouvindo que coração só um pássaro que voa nas emoções, no biológico so um bomba que pulsa sangue para veias e organs do corpo.
E tras da consciência o que existe seu eu do espírito. Tudo seria das mesma forma sem sentido e mesma compreensão do universo seria nada buscando nada... pois somos diantes pensamentos fragmentos no universo.
Muitas pensar se torne um crime pois temos inteligência artificiais para pensar. Me lembrei um tempo meu avo dissia não use calculadores logo ela pensará por você. O espelho do passado me olhar para futuro.
O espaço se torna menor pois ganhamos as estrela como uma criança ganha presentes.
No profundo da gente vejo calculadora ganhando consciência.
As pessoas em suas ilhas de solidão feliz por se conectar ao mundo digital.
A calculadora diz bem vindo volte sempre.
A lua esta tão perto nossas almas distantes da verdade que profundezas de um ser é conseguir se compreender.
Ser o que diante somos e ouvi as estrelas como parte desde mundo.
Não a salvação do mundo.

Somos objeto de estudo enriquecimento cultural raríssimo...
Julgamos o contemporânea vida numa alienação coletiva abstrata entre crias dos vies acúmulo do absurdo.
Ainda sobreviventes do ambientalismo do gado pois o gado alimenta o povo a floresta apenas mato cresce em qualquer lugar.

Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.

Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.


Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.


Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.