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Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.

⁠O dia termina na calma constante daquilo que não fizemos - há, no entanto, a esperança do amanhã...

Não existe honra no traidor. Ninguém o aceita - dívidas são pagas ou esquecidas - a traição, NUNCA!

Entre todas as esperanças, a última quase sempre cobra o preço mais alto.

O tempo não passa: dissolve-se. E nós, inconscientes, caminhamos sobre suas águas turvas, acreditando navegar. Cada lembrança é um navio naufragado que insiste em surgir na superfície, e cada encontro, um fantasma de nós mesmos que insiste em nos reconhecer.

O destino não é estrada nem muro, mas a sombra que projetamos ao caminhar. Cada passo que julgamos firme deixa rastros de incerteza, e cada sorriso que oferecemos é um reflexo do vazio que tentamos ocultar. No fim, tudo retorna àquele lugar silencioso onde já existíamos antes de saber que éramos.

O acaso não erra: apenas nos mostra, em fragmentos, que jamais fomos senhores do que acreditávamos controlar. Cada gesto carrega ecos de mundos que não vivemos, e cada silêncio é mais eloquente que todas as palavras que ousamos pronunciar.

O tempo observa em silêncio, indiferente às nossas urgências. Cada escolha que acreditamos decisiva é apenas um fio lançado sobre o abismo, e cada desejo não realizado ecoa como sombra de nós mesmos, lembrando que nada nos pertence, nem mesmo a própria esperança.

O tempo esmaga com delicadeza cruel: cada memória se desfaz, cada esperança se dobra, e no espaço entre o que fomos e o que seremos, o vazio se revela como o único companheiro fiel.

Há um engano recorrente: acreditar que as próprias dores são montanhas enquanto as dores alheias não passam de colinas. Trata-se de ilusão forjada pelo claustro da mente, que amplia o que arde por dentro e minimiza o incêndio do outro. Cada ser caminha carregando cataclismos invisíveis, e nenhum sofrimento é pequeno para quem o atravessa. Quando essa verdade finalmente se impõe, nasce uma humildade funda: percebe-se que ninguém é o centro da tragédia universal — apenas parte de um coro silencioso que tenta, a seu modo, sobreviver ao labirinto.

Há lugares que não se atravessam com os pés, mas com as fissuras da alma. A praia, quando aceita como rito, não lava o corpo: dessalga a dor, toca as feridas sem pergunta e devolve ao ser aquilo que o mundo tomou — a leveza silenciosa de existir sem grades.

O sujeito que acredita decidir a partir de si não examinou ainda a densidade do que o constitui. O aparato psíquico é formado por sedimentos: internalizações precoces, modelos parentais, identificações com figuras de afeto e de conflito, traumas que atravessaram gerações sem nome. O que se chama de escolha é, com frequência, a repetição de um roteiro cuja autoria pertence a outro — às vezes a um morto que nem chegou a ser nomeado. O indivíduo como unidade coesa é uma ficção defensiva: o que existe é um sujeito dividido, atravessado por vozes que não reconhece como suas e que, justamente por isso, age como se fossem.

Adia-se viver à espera de um momento ideal que nunca se apresenta. Promete-se vida para o “depois” — como se o tempo aceitasse reservas. Mas o depois é incerto, e quando chega, muitas vezes traz um corpo cansado, um espírito gasto, uma sensibilidade já amortecida. Vida não se armazena como recurso; não rende juros, não se acumula. Ela exige presença. E o que não é vivido agora não retorna — evapora.

Há esperança em cada movimento. ⚡⚕️⚡

O sagrado
Tem te esperado
E confiado
Por todo lado

"Se eu disser que o preconceito já matou tanto quanto qualquer vírus...ninguém vai acreditar..."

PÁS NAS MÃOS


Esperança: a última que morre
Alianças vão sendo reveladas
Aquele que guarda não dorme
Ainda em meio às grandes batalhas.


Decifre o que diz o amanhecer
Gritando desesperadamente nova chance
Oque mais longe possa parecer
Poderá sim estar ao seu alcance.


Pode até parecer o fim
Mas Poderá ser um belo recomeço
Eu reconheço sim
Que as vezes nem eu me conheço.


Para cada golpe uma esquiva
Garimpa o melhor do coração
Sacode a poeira e viva!
Não repare nos que anseiam com as pás na mão...


Levy Cosmo Silva

Fênix


(Verso 1)
Intensa demais pra ser amada pela metade
Não aceito sobras, nem falsidade
Em cada passo, me entrego de alma, inteira
Não sei viver de mentira, minha bandeira

(Pré refrão)
hoje sofro por amor
Depois, menos. E depois, nada
Mas não morro de dor
Depois, menos. E depois, nada

(Refrão)
Das cinzas, renasço! sou Fênix
Mais forte, eu volto!
Das cinzas, renasço! Sou Fênix
Deixo a dor pra trás!

(Verso 2)
A ferida tá aberta, sei bem onde dói
Mas não morro de dor, não me deixo abater
Amanhã será menos, vai desaparecer
È ,depois, nada

(Pré refrão)
hoje sofro por amor
Depois, menos. E depois, nada
Mas não morro de dor
Depois, menos. E depois, nada

(Refrão)
Das cinzas, renasço!
Mais forte, eu volto!
Das cinzas, renasço!
Deixo a dor pra trás!

Tão perigoso quanto o negacionismo, são a generalização e o ódio gratuito! Quando acreditamos em tudo, não temos fé em nada!

Os discursos são poderosos e manipuladores: o falante convence o ouvinte e também passa a acreditar no seu discurso como verdade legitimada.