Citações
Sinônimos de Kamorra:
Sinônimos de kamorra, considerando seu significado informal de luta, discussão, confusão ou revolta, incluem:
briga, confusão, tumulto, discussão, rixa, conflito, baderna, alvoroço, revolta, pancadaria (em contextos de briga física), rusga e desordem.
Esses termos variam ligeiramente dependendo do contexto (verbal, físico ou coletivo), mas todos capturam a ideia de agitação, conflito ou desordem associada a kamorra.
Não me julgue pelo que seus olhos fracos alcançam. Aparência é ilusão, e eu só mostro o que decido. Você vê a superfície; eu carrego profundidade. Sou feito de cicatrizes que não pedem aplauso, de batalhas travadas no silêncio e de uma fé que me mantém em pé quando tudo tenta me quebrar. Não sou perfeito — sou humano. E quem mede valor pelo espelho nunca vai entender que a verdadeira força mora na alma, não no rosto.
Eu aprendi que tenho que começar a fazer o que precisa ser feito sem esperar nada em troca. Nem compreensão, nem recompensa, aplauso, tapinha nas costas, troféu ou medalha. Quem pensa como forças especiais, precisa dominar a necessidade de aprovação.
Toda instituição que acumula poder demais começa a acreditar que não deve satisfação a ninguém.
E quando quem deveria garantir a Constituição passa a interpretar tudo segundo a própria vontade, o povo deixa de ser soberano e vira espectador.
Democracia não é silêncio forçado.
É limite, responsabilidade e prestação de contas.
Não me incomoda ficar sozinho... gosto de mim!... o suficiente para me compreender e me aceitar na pequenez desta evolução
que não consigo empreender ritmo acelerado
para a tão necessária reforma íntima
que careço para chegar na eternidade!
Não sobreviva. Viva.
Não reclame. Mude de vida e, para isso, altere seus comportamentos.
Não aceite puramente estar. Seja a substância da sua vida.
"A cultura — filosofia, literatura, ciência, artes e conhecimento — é a melhor forma de desenvolvimento das habilidades intelectuais, pessoais, artísticas, éticas e morais. É o desenvolver da sua humanidade, a melhor forma de conexão e pertencimento entre seres humanos, fonte de prazer e contemplação. A cultura não pertence à elite ou aos intelectuais, mas pertence a toda a humanidade. A cultura tem um fim em si mesma; não pode ser só um meio para as pessoas se capacitarem para o mercado de trabalho. Cultura é para desenvolver nossa humanidade e formar a alma e o espírito, o coração e a razão."
O Bilhete Devolvido e o Acaso Misterioso do Mal
Você aceitaria uma harmonia eterna se o alicerce dela fosse o choro de uma única criança injustiçada? Para Dostoiévski, a resposta é um grito de revolta: “Eu devolvo o bilhete”. Através de Ivan Karamazov, ele recusa um paraíso que exija, como pedágio, o sangue dos inocentes.
Muitos tentam justificar a dor como o preço da nossa liberdade, mas a verdade pode ser mais sombria. E se o mal for apenas um acaso misterioso? Um erro de percurso que surgiu fora do plano divino. O mal é aquilo que nunca deveria ter existido; não é uma lição, nem um teste. É um intruso incompreensível que desafia qualquer lógica ou propósito. O mal é, de fato, injustificável. Ele está além da capacidade humana de suportar — e nem o próprio Deus o suportou no Getsêmani, quando clamou: "Pai, afasta de mim este cálice". Em seus casos extremos, o mal é esmagador, sobre-humano e desumano. É o que jamais deveria ser.
É necessário ignorar alguma Perfeição
Existem assuntos que não podem ser tratados como equações matemáticas para serem resolvidos com todo o rigor matemático e exato. Em relação à existência de Deus e ao sofrimento, alguma coisa deve ser ignorada. Um Deus onipotente, onipresente, onisciente, perfeito e amoroso em uma existência onde existe o mal faz com que uma existência exclua a outra. Mas, aí, não podemos dizer que não existe Deus, porque existe algo em vez de nada. A existência, a razão, os sentimentos, as emoções e a consciência não existem a partir do nada ou de algo impessoal.
Nesse embate entre o sagrado e o horror, uma certeza resta: alguma perfeição sempre será ignorada.
Se o mal existe como um acidente que Deus não planejou, ignoramos Sua onipotência.
Se o aceitamos como parte de um plano deliberado, ignoramos Sua bondade.
Diante do sofrimento que não faz sentido, a "perfeição" teórica é a primeira coisa que se quebra. Se o mal é um acidente não planejado, o mundo deixa de ser um tribunal e vira um hospital de campanha. As coisas são o que são, mas as coisas deveriam ser de outra forma. Creio que esta escolha é mais realista diante do absurdo do mal; é algo que não se compreende, que não se aceita, nem se suporta, nem se justifica; é algo que não deveria não existir.
O Conflito da Existência
Deus Todo-Poderoso, Onisciente, Onipotente e Onipresente exclui-Se em uma realidade onde o mal, o sofrimento e as imperfeições existem. Um exclui o outro, e vice-versa.
Tudo o que existe é uma continuidade de Deus de alguma forma; nada escapa disso, senão o próprio Deus. Por que existe algo em vez de existir nada? Tudo tem uma causa, uma origem. Só Deus não teve origem. Existem duas existências, com certeza absoluta: a eterna e a criada. A criada teve início e pode perder perfeição. A vida, a razão, a ordem, o existir, o amor, o coração... é impossível que venham do nada. Essas coisas são a continuação de Deus. Então, concluímos: Deus Todo-Poderoso existe. Mas, no nosso mundo, identificamos o mal, o sofrimento e as imperfeições — que não existem em Deus.
O Acaso Misterioso e a Liberdade
Deus não cria outro Deus. Deus cria coisas que são perfeitas, mas Deus cria seres com vontade própria e livre-arbítrio. Deus sempre criou seres com vontade própria e livre-arbítrio perfeitos. Temos que encarar o problema com ousadia e não com ideias prontas e fixas.
Não acredito que Deus criou o mal para termos liberdade; não é necessário criar o mal para que haja liberdade. Existe a liberdade para o bem: eu posso fazer um bem ou outro bem. Não acredito que Deus criou o mal porque Deus, sendo bondoso, amoroso e fazendo o bem, não criaria por deliberação o contrário à Sua essência, porque um exclui o outro.
Deus não tem propósito nenhum em criar seres imperfeitos que gerem o mal, o sofrimento e a injustiça. Mas, por um acaso misterioso — que acredito que Deus nunca entenderá — essa criatura imperfeita foi criada. Deus criou Lúcifer e o ser humano para adorá-Lo, para ser a razão de ser de toda criatura. Mas, por algum acaso misterioso, essa criatura imperfeita foi criada, e Deus está trabalhando para restaurar Sua criação. E tudo voltará a ser como antes: a criatura sendo o reflexo do Criador. Creio que Deus não iria criar seres para gerar mal, sofrimento e injustiça — e isso será um eterno acaso misterioso. Mas Deus é bom, é amor, Deus é a verdade, e tudo será perfeito como antes, em Jesus.
O Mal como Ausência de Ordem
A minha definição de mal é esta: o mal é a falta da ordem estabelecida e da presença de Deus. Quando as coisas, as criaturas e a criação se afastam de Deus e não obedecem a Deus e à Sua ordem, sempre ocorrerá o mal.
O mal entre os seres humanos existe porque não se obedecem os mandamentos de Deus.
Terremotos, tornados e vírus existem porque a Terra está distante.
Todos os desastres e males da natureza ocorrem porque a natureza não está obedecendo a Deus; ela está distante de Deus, e perdeu-se o que foi estabelecido por Ele. Deus estabeleceu estabilidade na Terra, mas essa estabilidade foi perdida porque a Terra está distante de Deus — e tudo o que está distante de Deus perde a perfeição. Tanto nas tradições antigas quanto no cristianismo, o mal é fruto dessa desobediência original.
Se o ser humano obedecesse à palavra que Jesus Cristo disse em Mateus 22:37-39: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, não existiria mais o mal entre os seres humanos, e creio que toda a criação não teria mais o mal. Em Apocalipse, Jesus Cristo virá e, em Sua coxa, estará escrito: "Rei dos Reis, Senhor dos Senhores". Ele estabelecerá Sua presença e ordem, e o mal acabará.
Se temos alma, consciência e seremos julgados por nossas ações para uma condenação ou absolvição eterna, podemos concluir que não existe fim.
Então existe o cansaço, os momentos bons ou ruins e a necessidade de sempre estar preparado, por que isso tudo nunca acaba.
Amor de mentiras...
Feito de promessas impensadas...
Enquanto m’enganava a esperança...
Sonhos de olhos abertos...
Entre idéias e espíritos que pairavam...
Entre o lá e o cá...
Nas ansias mortais e das angústias que palpitavam...
Errante, ao turbilhão dos ventos...
Houve perfumes d’amor...
Houve doces venenos d’alma...
Entre destinos que já não me oferecem o acaso...
Razão tive, de viver bem magoado...
No duro aprendizado fiz-me escravo...
Ceguei-me...
Diante tanta ansiedade...
E desse que era meu já me não lembro…
Labirinto de um cego encantado...
Que a mim Deus então me salve...
De incômodos, de penas, de cansaços..
Desse sonho secreto e fascinante...
De meus olhos buscando os teus por toda a parte...
Sandro Paschoal Nogueira
Saio sem mapa...
Sem promessa no bolso...
A noite aberta...
Um talvez no olhar...
Não espero milagres...
Só deixo o vento decidir onde vai dar...
Levo expectativas leves, quase nada...
Pra não pesar o passo...
Nem o coração...
Se vier riso, ótimo.
Se vier estrada, que seja canção...
Talvez um encontro...
Talvez o vento...
Um bar qualquer...
Conversa sem fim...
Ou talvez apenas um simples momento...
Vou assim: “vamos ver o que acontece”,
Sem cobrar do mundo...
Sem pedir um sinal...
Porque às vezes é quando a gente não espera...
Que a vida resolve surpreender no final.
Sandro Paschoal Nogueira
Muitos não sabem, que a "esperança" foi o único mal que estava na caixa de Pandora, que foi impedido de sair.
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