Citações

Cerca de 175261 citacoes Citações

Não espere por dias melhores. Construa-os com as decisões que tomar nesta semana.

Conhecer a si é ter maturidade.
Saber quem és é ter experiência.


Ninguém muda aquele que sabe o que quer e quem é. Apenas ele mesmo.

As vezes olho o passado e vejo como era ingênuo. Importante processo de amadurecimento. Conheça a si antes da vida.
Primeiro aprenda, depois ensine. A vida é professor.

​O Quase que Nunca Foi
​Chamamos de amor a ansiedade da espera, o eco de mensagens vazias e a insistência em caber em espaços que já estavam ocupados. Romantizamos a ausência, vestimos a carência com trajes de gala e insistimos em chamar de "eterno" aquilo que mal tinha fôlego para o dia seguinte.
​Nem todo fogo que queima é incêndio; às vezes, é só uma faísca que apaga com o primeiro vento.
​Não foi amor. Foi:

A história não conhece idade. Com a sua relevância atemporal, o tempo conta muito pouco para ela.
Os museus são os seus mais fiéis aliados...
Contempla-losé fazer conexão direta com a
eternidade - como tal, sãoos patrimônios
históricosda humanidade.

Você entrou na minha vida como aquelas músicas que a gente escuta sem esperar nada, e depois não consegue mais deixar de escutar por que vira chiclete, eu juro eu não esperava gosta nessa proporção, no começo era fácil, eu te via apenas como um alguém normal e eu ria fácil com suas piadas sem graça, achava bonito teu jeito distraído, teu olhar perdido no meio das conversas ( mesmo que através da tela), a maneira como tua voz soava quando não estava tudo bem, quando tudo era um dia bom era simples a forma que me fazia viajar pra outros lugares só com o som de sua voz é como se soubesse o caminho que me leva até você.
Desculpa por me envolver tanto eu não percebi quando virou amor, talvez tenha sido naquela madrugada em que você falou dos teus medos tentando parecer forte, e eu tive vontade de te abraçar como quem protege uma chama do vento, ou talvez tenha sido antes, sei que meu coração palpita quando penso em você. Sei que, quando percebi, já tinha construído uma casa inteira dentro de você.
E pessoas como eu? Não sabem sobreviver depois do incêndio, você é a chama que não apaga, o gelo que não derrete, a chuva que não passa, o vente que não acalma, o tsunami que nunca está satisfeito em destruí tudo pela frente, você é o amor que não morre, e quando me dei conta que eu te amava você foi ficando distante devagar, cruelmente devagar, como quem queria partir, e sem fazer barulho, foi o silêncio mais barulhento que já ouvir, foi como o som de pratos de cristais se quebrando, como trovoadas no céu.
Mas o amor que senti por você foi quente, foi como deitar a cabeça em um travesseiro feito de nuvens, como pisar em casca de ovos, foi sentir a verdade, mesmo quando a boca mente e o silêncio entrega tudo, eu fiz tanto esforço pra que você continua-se ali e mesmo sem realmente estar, vi a culpa escondida nas pausas, nas respostas curtas, nos “tô cansado” que nunca eram só cansaço, era desistência.
E ainda assim? Eu implorava ao universo pra você ficar.
Patético, né?
Mas amar alguém a ponto de aceitar migalhas só porque elas ainda carregam o perfume, aquele maldito perfume.
Tem noites em que lembro da tua voz e meu peito reagindo como agulhas por dentro da pele querendo sair, a saudades não parece saudade e se torna um luto eterno.
Sabe o que mais dói? É que você não morreu, mas a versão de nós dois que eu mais amava… morreu, e ninguém fala sobre isso, ninguém fala sobre a dor absurda de olhar pra alguém vivo e perceber que já perdeu essa pessoa, às vezes eu releio nossas conversas antigas só pra visitar quem eu era antes do fim.
Antes de aprender que amor também sabe destruir devagar, e ouvir da sua boca que eu merecia alguém melhor, e o grande problema era que eu não queria alguém melhor.
Eu queria você!
Mesmo confuso, mesmo quebrado, mesmo indo embora aos poucos enquanto eu tentava te segurar com mãos cheias de cortes, talvez essa seja a pior parte do amor: ele não acaba quando deveria, ele continua respirando escondido, em músicas aleatórias, em ruas conhecidas, em domingos vazios, em detalhes tão pequenos que dá raiva perceber que o coração ainda lembra.
Então eu sigo me forçando a viver sem ouvir a sua voz, sigo sem ver seu sorriso, sem ouvir sua risada, sem ver seus olhos, sigo querendo ficar, sigo sangrando sem querer curar.
Porque nunca vai sarar a ferida por que minha cura me deixou, e se minha dor cansa uma hora, farei novas feridas relembrando daquilo que me fez bem e nenhum outro vai fazer da mesma forma.
E bem no meio da madrugada, eu ainda desejo, em silêncio, que você volte como quem nunca foi embora.

A força de uma nação está na capacidade do seu povo de acreditar e trabalhar por um amanhã melhor.

⁠Não espere o Natal do ano que vem pra abraçar quem é de abraço e beijar quem é de beijo.

Não espere amanhã para perdoar e buscar a reconciliação.

Não espere o anoitecer para o exercício da gratidão.

Não espere o entardecer para retribuir o que de bom lhe foi oferecido.
Não espere a hora passar estático, o mundo é dinâmico.

A felicidade sim, está esperando você abrir essa imensa porta de seu coração; O que a família universal muito lhe agradece.
Boas festas.

Goncalvesdarocha

A IA acelera o conhecimento; a humanidade precisa acelerar a sabedoria."


(Osman Matos, séc. XXI)

⁠Muitas vezes, podemos ser tentados a desistir ou a não fazer nada porque acreditamos que nossas ações não farão diferença na grandeza do mundo. No entanto, cada ação que tomamos pode ter um impacto significativo e positivo na vida de outras pessoas.Mesmo que não possamos mudar todo o mundo sozinhos, podemos contribuir para torná-lo um lugar melhor. Cada pequena ação que tomamos - como reciclar, ajudar um vizinho idoso ou simplesmente sorrir para um estranho - pode ter um efeito de ondulação que se espalha para além do que podemos ver. Além disso, a soma de todas essas pequenas ações pode levar a grandes mudanças e transformações.
Portanto, não subestimemos o poder de nossas ações. Lembremo-nos que cada pequena gota faz diferença no imenso oceano da vida. Façamos a nossa parte para tornar o mundo um lugar melhor e inspiremos outros a fazerem o mesmo.

O som “Om” é considerado, nas tradições védicas, o som primordial, a vibração que deu origem a tudo o que existe. Ele não é apenas uma palavra ou uma entoação: é a expressão sonora do universo em expansão, o arquétipo do nascer, do manter e do dissolver.

Do Livro: A mente em Hertz, da autora Nina Lee Magalhães de Sá

“O viés é uma prisão silenciosa: ele não nos impede de pensar, mas nos faz acreditar que já pensamos o suficiente.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“O observador interior não julga para condenar; observa para libertar.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Compreender antes de julgar pode mudar a história de uma criança, de uma família e de uma vida inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Ser livre é aceitar que, às vezes, a alma precisa mudar de rota sem apresentar relatório à razão.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Ser humano é aceitar a contradição sem transformar toda incoerência em culpa.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem toda renúncia é desapego; algumas renúncias ainda esperam aplauso.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando a emoção domina a razão, o cuidado precisa chegar antes do julgamento.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A ciência cuida do mecanismo, a fé sustenta a esperança, e a palavra organiza a travessia humana entre uma e outra.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A ética na saúde começa quando o profissional entende que conhecimento sem humanidade pode curar órgãos, mas ferir pessoas.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.