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Queremos conhecer o amor. E temos medo de que o desejo de saber muito sobre ele nos aproxime cada vez mais do abismo do desamor.

bell hooks
Tudo sobre o amor: Novas perspectivas. São Paulo: Elefante, 2021.

Você tem que ser conhecido no céu e temido no inferno

A mulher, segura... acredita em atitudes e desconfia de palavras.

⁠Tenho poucos amigos sim.
Colegas nenhum.
Conhecidos tenho milhares.
Nem todos que se diz amigo são.
Nem todos que diz conte comigo serve, a grande maioria é só ibope para aparecer.
Quando mais precisei só os verdadeiros esteve ao meu lado, por isso penso sempre, no dia do meu banquete poucos se sentarão junto comigo.

Esperar que o tempo passe e tudo se resolva, é temer obstáculos e fechar os olhos diante da vida.
Esperar que o tempo passe é receber flores tendo capacidade de plantar seu proprio jardim...
Esperar que o tempo passe, é esperar que alguem chegue, e acreditar que esse alguem nunca vai embora...
Esperar que o tempo passe é sonhar com as estrelas, sem fazer nada para alcançá-las...
Esperar que o tempo passe, é morrer em vida...

Então pra quê esperar o tempo passar??

Bom mesmo é criar o proprio tempo, dividir cada milésimo de segundo em uma eternidade, assim bons momentos viverão pra sempre.

ACREDITE EM VOCÊ

Se você tem um objetivo talentoso ou não vai lá e faz. Se sair perfeito, parabéns, mas se não sair como planejou, não se importe com as críticas daqueles que não ousariam tentar fazer por medo de sair da sombra e enfrentar o sol, o que importa na verdade é sua coragem de entrar na arena da vida arriscando e pondo em prática seus desejos de conquistas. E se de um lado das arquibancadas ver os gritos dos que torcem pela sua derrota, olhe para o outro lado e verás que os que acreditam em você estão em maior numero e irão te aplaudir mesmo se vier a fracassar...

Na vida você tem que arriscar porque a oportunidade não vai te esperar.

“Tomar consciência daquilo que rouba a sua presença é o mais importante que você pode conhecer nesse momento”
Sri Prem Baba

Não conhecer o próprio valor é ignorar-se a si mesmo.
aforismos vol. 3⁠

⁠Pessoas ressentidas são sempre muito perigosas. É como se elas acreditassem que a vida ficou lhes devendo algo.

Agatha Christie
CHRISTIE, Agatha. Convite para um homicídio. Porto Alegre: L&PM, 2012

Acreditamos no amor perfeitinho, mas o amor que mais mexe com a gente é o amor bandido. Aquele que te afasta por vezes de quem se ama e te judia! Aquele que é cheio de erros e falhas de ambos. Aquele intenso cheio de lembranças que não morrem. Que te faz odiar a pessoa por segundos e a ama-la pela vida inteira. Aquele amor que sempre faz a gente encontrar um motivo para estar junto novamente. Que faz a gente se perguntar por que não estamos com a pessoa amada se a amamos. Mas quando esse amor nos encontra é pra mostrar o que é amar! Faz sofrer, faz chorar, faz prometer nunca mais olhar ou falar com ela (e) e no mesmo segundo querer estar novamente naqueles braços. Magoa e quando usamos a razão na mesma hora decidimos não voltar atrás, mais aí o coração manda e a razão obedece! Eita amor bandido esse nosso. Tá na hora da gente prender ele pra sempre em nossos corações, deixar o tempo curar as feridas e não perder mais tempo, porque te amo e você me ama, te quero e você me quer e já não consigo disfarçar! Sei, os outros vão falar que é loucura mas é preciso ser louco para viver de verdade e quando estamos juntos o mundo é você e eu, meu amor!

Boa noite

“Boa noite, meu amor!”
Apenas assim,
“Até logo, amor...”
Como espero que sim.
Poucas palavras,
Que muito significam para mim.
“Saudade”
Apenas uma mensagem,
Ou será verdade?
“Amor”
Carinho?!
Não apenas, deveras...
Quiçá, sozinha...
Teus pensamentos,
Viver dentre eles,
Eu poderia...

Não espere de braços cruzados por mudanças. Lute, tenha fé e corra atrás do que deseja. Nada nem ninguém pode ser tão forte como seu pensamento. Ele sim pode ser forte o bastante, para mudar a sua vida.

Não fique se lamentando esperando que tudo aconteça, lute e faça com que tudo aconteça.

Sempre que entro numa grande cidade à noite, considero com solene gravidade que todas aquelas casas fechadas e escuras encerram seu próprio segredo, que cada aposento em cada uma delas oculta um mistério, que cada coração pulsando nessas centenas de milhares de peitos esconde algum segredo para o coração que está a seu lado!
Alguma coisa do horror, até mesmo da Morte, tem a ver com esse fato. Não mais posso virar as folhas daquele querido livro que amei e em vão pretendi ler. Não mais posso contemplar as profundezas dessas águas insondáveis nas quais, à luz fugaz dos relâmpagos, vislumbrava tesouros enterrados e outras preciosidades submersas.
Estava escrito que o livro deveria fechar-se para todo o sempre, quando eu lera apenas uma página. Estava escrito que as águas se imobilizariam sob um gelo eterno, enquanto a luz brincava em sua superfície e eu me detinha, ignorante, às suas margens.
Meu amigo está morto, meu vizinho está morto, meu amor, a eleita de minha alma, está morta; e essa é a inexorável consolidação e perpetuação do segredo que sempre existiu nessa individualidade, e que eu próprio também carregarei comigo até o fim da minha vida.
Dormirá nos cemitérios desta cidade por onde agora passo alguém mais inescrutável do que é para mim qualquer de seus habitantes vivos e ativos, ou do que sou eu próprio para eles?

(Livro "Um Conto de Duas Cidades”)

Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.

Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.

Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.

Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.

Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.

Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.

Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.

Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.

Não é difícil me fazer sorrir.

Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.

Acreditar é o que explica a minha vida.

Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.

Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.

Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.

Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.

Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.

Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.

Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.

Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.

Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.

Sou poetisa, acredito que a inspiração vem através das coisas mais simples da vida!💞❤🍀🍃

De novo, acreditei.
De novo, não pensei.
De novo, me enganei.
De novo, me ferrei.

Quando vires um presumido de inteligente, acredita que é um idiota, vê o rico como pobre dos verdadeiros bens, aquele que manda em tudo é escravo de todos, o que de corpo é grande não é grande homem, aquele que é grosso tem pouca substância, o que se faz de surdo ouve mais do que queria, o que observa espantado é cego ou ficará cego, o que cheira muito cheira mal a todos, aquele que fala muito não diz nada, o que ri repreende, o que murmura condena-se, o que come muito come menos, aquele que aos outros engana talvez se confesse, o que diz mal da mercadoria é porque a pretende, o que se faz de simples é porque sabe mais;aquele a quem nada lhe falta ele se falta a si mesmo, ao avarento tanto lhe serve o que tem como o que não tem, o que tenta argumentar com mais razões é aquele que as tem de menos, o mais sábio costuma ser o menos compreendido, ter uma boa vida é acabar com ela; aquele que a ama aborrece-a, o que te unta os cascos dá-te cabo deles, o que te faz festas quer se livrar de ti; a estupidez encontra-se muitas vezes nas boas aparências; aquele que é muito direito é torto, muito bem faz mal, o que evita dar certos passos na vida dá mais;para não se perder um bocado perdem-se cem; o que gasta pouco gasta a dobrar, o que te faz chorar quer-te bem, e por fim, o que um aparenta e quer parecer, isso é o que menos ele é.

Moderação no julgar

Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões. A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo. Quando duas pessoas sustentam posições contrarias, cada uma pensa ter razão. Mas a razão é fiel e não tem duas caras. O sábio deve agir com cautela em assuntos tão delicados, e sua própria dúvida irá corrigir o julgamento inicial sobre o comportamento alheio. Ao se colocar no lugar do outro e examinar seus motivos, não condenará nem se justificará tão cegamente.