Citações

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"Não sei por que algumas pessoas têm prazer em humilhar as outras.
Deve ser porque pensam que,
quando morrerem, os vermes devoradores de corpos vão saber que elas são 'superiores'"..."

Inserida por mary_difatto

"Toda vez que sei sobre alguma maldade contra os animais, peço perdão a essas doces criaturas.
Peço perdão por ser de uma raça, onde o comportamento irracional de alguns monstros, ainda é visto por alguns outros infelizes, como atitude 'humana'..."

Inserida por mary_difatto

Relatos de um leão 🦁

⁠Um dia eu fui um leão
Seu dourado amanhecer
Não sei se o amor foi em vão
É que caiu noite por escurecer

A luz dos teus olhos clarão
Não brilhava sobre minha juba ao entardecer
Já não quero ser Leão
Posso ser Sol para te aquecer?

Jamais esqueça desse amor
Foi tudo que tinha pra você
Meu amor teu sabor nosso calor

Amor quente nunca clichê
Queria te entregar tudo sem pudor
Pena não querer esse romance em turnê

Marcelo Di Troia

Inserida por Romeu

⁠Cada frase que sai de min; parece que é um modo de deixar minha marca um jeito de me despedir sei lá, mas também é um tipo de desabafo de quem não tem vontade de falar nada...

Inserida por F2L

Não sei viver pela metade
Sou inteira
Sou completa
Sou amor
Sou paixão
E às vezes solidão.

Inserida por anag_

Não sei se é o tempo passando ou a vida me dando o troco e mostrando como errei muitas vezes com minha mãe. Infelizmente não posso lhe pedir perdão, mãe, só que percebo cada dia mais que a senhora sempre esteve com a razão em tudo que fazia e dizia!

Inserida por marcos_offrede

⁠É que a intensidade mora em mim e não sei ser doutro jeito.

Inserida por AlessandraBenete

Deixa eu te fazer feliz com o que sei fazer.

Inserida por paulo_sezio

Não sei o que sou.
Só sei quem são os que gostavam de ser o que sou.⁠

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Filhos...
Serão sarilhos
Cadilhos!?…
Eu sei que não!
São apenas estribilhos
Dos coros afinadinhos
Inspirados, rebeldinhos
Da nossa mais bela canção.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Já nem sei se viver é sonhar.

Só sei que sem sonhar, não vivo.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Não sei como nem porque, troco muitas vezes o nome, a graça, a pessoas como eu.

Mas quando se trata de bois, nunca lhes troco o nome, pelo contrário: anuncio-os aos quatro ventos, sem medos, comichões ou outros pruridos.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMA PERDIDA

Caiu-me a alma.
Não sei se dentro de um rio,
Ou na turbulência do mar.
Talvez na montanha
Tamanha de frio,
No calor do estio,
Quente de enregelar.
Será que ela fugiu de mim
E se esconde na cidade imensa
À espera da recompensa,
Numa espécie de arlequim
De rir pelas ruas
Sujas e nuas.
O que é que minha alma pensa?
Fartei-me dela, tão tensa
E cada vez mais pretensa
Gozando comigo sem par,
Que não perco mais um minuto
Em absoluto,
Para a encontrar!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NÃO SEI

Não sei
O porquê
Da tua altivez.
Da tua barriga
De rei.
Só sei,
Que uma rosa
Com espinhos
É mais apetecível que tu.
Ela,
Tem flor
E espinhos.
Tu,
Só tens espinhos.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 04-10-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠CRUEL DESTINO

Pedem-me amor
E eu não sei o que isso é;
Porque nunca o tive ao pé
De mim.

Assim,
Não sei se ele é dor
Ou prazer do início ao fim.

Pedem-me poemas
E eu não sei o que isso é;
Porque, malditas as minhas penas:
Poemas, será gente de fé?

Não quero nada,
Porque nada sei dar
Desde menino,
A não ser meu cruel destino
De querer amar
No já,
A quem nada me dá.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 08-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Sempre que penso na miséria humana, depois já nem sei reconhecer-me.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

(DE) PRESSÃO

⁠Eu sei que:
Quando já não ouves
A voz do vento,
O chilrear das aves do céu,
O amor a cair levemente
Da razão do teu lamento
Como se fosse um véu
De noiva de neblina
Por estrear,
Ou cavalo à solta sem crina,
Dois bailarinos sem dançar...
Eu sei que:
Quando não desvendas
O mistério do teu eu,
Como nuvem presa no céu,
Prenhe sem chuva de rendas...
Eu sei que:
Quando choras, por chorar,
Sem ritmo, ou emoção natura,
Os teus olhos só podem mostrar
No mapa do teu rosto à procura
De lágrimas secas por achar...
Eu sei que:
Sofredor amigo, quase meu irmão;
Eu sei que estamos os dois
No agora e num depois
Vivendo,
Sofrendo
E chorando,
Esta imensa (de) pressão.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 25-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠OUTONO SEM CASA

Toda a vida eu sonhei
Construir uma casinha
Como só eu sei,
Numa bela arvorezinha
E fazer dela o meu trono
No agora vindo outono.

Que ilusão esta a minha,
Ó sonho louco e fugaz!
Nem árvore nem arvorezinha
Ou casa ou minha casinha,
Utopias que a vida traz.

Na montanha, tudo ardeu,
Tudo queimou e até eu
Como pássaro que fica sem asa,
Como cão que fica sem dono,
Ficarei sem aquela casa
Que quis construir neste outono.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 24-09-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

DIVAGAÇÕES

⁠Eu já nem sei o que sou,
Porque vim e aqui estou,
Para onde vou
Neste barco que me castrou
Sem remos de princípio ao fim.

Só sei que não vim por mim...

Se viesse, não estaria aqui,
Neste degredo,
De vos revelar o segredo
De uma vida que vivi,
Sempre na escuridão do medo.

E é por isso que vou
Com meu pincel e apenas,
Borrar um quadro de penas
Na tela que Deus traçou.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 21-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠O HOMEM E O URSO

Gostam de me chamar o velho,
Por este corpo desfigurado;
Sei que inflamo por capricho
Como urso branco sem brado,
Pelo destino de ser bicho.

Sou aquele pequeno grão
De areia,
Plebeia,
Nesta teia de ilusão,
Quase no fim do percurso.

Então em último recurso
E em termos de simpatia,
Prefiro mil vezes ser urso,
Que velho por analogia.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 18-11-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro