Chuva

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Cai a chuva lá fora...
E agora lembro que você foi embora.
Eu posso esconder a dor que sinto;
Eu posso fingir um sorriso,
Mas eu não posso enganar meu coração!
A minha alma está perdendo a cor,
E eu estou lutando pelo amor...
Só eu sei o que é essa confusão;
Que atormenta e invade o meu coração.
Eu sei...
...Alguém tem que perder,
...Alguém tem que sofrer,
...Alguém tem que aprender.
...Alguém tem que saber o seu valor.
Meus olhos choram pro mar,
Eu sigo aqui tentando me encontrar.
Eu não canso de acreditar;
Embora eu saiba que você não vai voltar.
E vem a saudade me atormentar...
Será que você vai voltar ?
Será que devo mesmo acreditar?
Vou vivendo com as duvidas,
Vou me enchendo de angustias;
Vou catando os pedacinhos que restaram do meu coração,
Vou juntar e colar tudo,reconstrui-lo de novo,
Vou me preparar e assim se você não voltar...
Ele vai novamente se desmontar
e não vou mais me preocupar;
Porque de nada adianta remontar e enfeitar,
Essa ferida, só você poderá curar !!

Eu Lembro de Você

Acordei para o som da chuva torrencial,
O vento sussurrava e eu pensei em você
E em todas as lágrimas que chorou, que chamavam meu nome,
E quando você precisou de mim, eu correspondi.

Eu desenho um quadro dos dias passados,
Quando o amor ficou cego e você me fazia ver.
Eu ficaria uma vida inteira em seus olhos,
De forma que eu sabia que você estava lá para mim,
Vez após vez, você estava lá para mim.

Lembro-me de ontem, caminhando de mãos dadas,
Cartas de amor na areia, eu lembro de você.
Através das noites sem dormir e a cada dia interminável,
Eu queria ouvir você dizer, eu lembro de você.

Nós passamos o verão com a camisa abaixada,
Queria que depois fosse sempre deste jeito.
Você disse "eu te amo, baby" sem um som,
Eu disse que daria minha vida por apenas um beijo,
Eu viveria por seu sorriso e morreria por seu beijo.

Lembro-me de ontem, caminhando de mãos dadas,
Cartas de amor na areia, eu lembro de você.
Através das noites sem dormir e cada dia interminável,
Eu queria ouvir você dizer, eu lembro de você.

Nós tivemos nossa porção de momentos difíceis,
Mas esse é o preço que pagamos.
E através disso tudo nós mantivemos a promessa que fizemos,
Eu juro que você nunca estará sozinha.

Acordei para o som da chuva torrencial
Que levou um sonho sobre você.
Porém nada mais poderia te afastar,
Pois você sempre será meu sonho realizado.
Minha querida, eu amo você.

Lembro-me de ontem, caminhando de mãos dadas,
Cartas de amor na areia, eu lembro de você.
Através das noites sem dormir e cada dia interminável,
Eu queria ouvir você dizer, eu lembro de você.

Lembro-me de ontem, caminhando de mãos dadas,
Cartas de amor na areia, eu lembro de você.
Através das noites sem dormir e cada dia interminável,
Eu queria ouvir você dizer, eu lembro de você.

A chuva caindo no chão,
E eu seguindo um caminho sem direção.
A vida passa por entre as mãos,
E a maior dor do mundo é a dor do coração.!

Gosto da chuva que faz o parto da terra.

Houve um tempo em que tudo era negrume, o brilho do sol era regido por lágrimas, as gotas da chuva eram feitas de sangue, o azul do céu confundia-se com o preto das lamas, o cheiro da terra já não podia chamar-se de cheiro, repugna.
Da repugna fizeram o perfume, das lamas tiraram seus alimentos, do sangue fizeram os escudos e o brilho continuou sendo as lágrimas. Portanto, não chore, não use escudo, não alimente-se nem use perfume. Seja a essência.

A chuva cai la fora
e eu sonhando aqui dentro
mais o barulho da chuva me acordou
assustei com todos aqueles trovoes, a chuva na janela
não conseguia dormir, com todo aquele barulho
mas depois quando tudo se acalmou, eu não tinha mais sono
entaum fiquei ali deitado na cama, naquele silencio
que vem depois da tempestade, ouvi o meu coração
como nunca tinha ouvido ele, em sincronia com os meu pensamentos
e ele me ouviu, ouviu que precisa muda, para de sofrer
e foi naquele silencio, que ele entendeu, e começo a agir
e ao agir, a tempestade voltou e com ela todo aquele barulho..
e foi finalmente no barulho que pude dormir denovo...

Mas, o que é a chuva, que não as lágrimas do Sol?

Fugirei da chuva e beijarei o sol!

Aqui vou eu novamente
Falando sobre chuva
E remoendo sobre coisas que não existirão além do hoje
(...)
Esta pode ser minha última chance de dizer a ele o quando Tu o amas

No sereno da madrugada
O teu corpo no meu bem colado
E a chuva batendo no telhado
Pingando no nosso amor

E se o mundo fizer um complô
Pra acabar nosso momento
Peço ao meu amigo vento
Que leve pra bem longe essa dor

Mas pra tudo isso ser realidade
Você precisa deixa acontecer
Ai o amor vai superar a saudade
Ah se eu podesse te ter

Se eu podesse te ter
Trazia a lua bem pra pertinho
Armava uma rede pra nois dois
Pra nois ficar bem juntinho

E quando o sol inventasse de nascer
Pedia a ele bem baixinho
Demore pra levantar
Que esse dia me custou um bucadinho.

Depois que passou a chuva e o sol se pos todo cheio de luz no céu, foi que eu pude ver e perceber que tudo gira em torno de uma renovação e que tudo na vida é contínuo assim como são os dias que vão e noites que chegam sem avisar.

Como a chuva cai lá fora
Eu caio em pensamentos
Em tentativas de entendimento
Por que estou tão errada assim?

Por não conseguir entender
O que é correto afinal?
Talvez acreditar de menos,
Ou desacreditar demais...

Talvez por sufocar sem pensar,
Sei lá, acho que não sei mesmo amar.
Talvez eu não alcance, não consiga esperar,
Parece estar tão alto, tão distante...
Pelo menos pra mim,

Que já me sinto tão cansada,
Que talvez tenha sido tão fria,
Por não saber quase de nada
Sinto muito, eu não queria...

Mas por favor, não me compare,
Com alguém que eu poderia ser,
Isso é tão doloroso... pare!
Assim, nem vale a pena viver...

Chuva de Prata

Se tem luar no céu
Retira o véu e faz chover
Sobre o nosso amor
Chuva de prata que cai sem parar
Quase me mata de tanto esperar
Um beijo molhado de luz
Sela o nosso amor
Basta um pouquinho de mel pra adoçar
Deixa cair o seu véu sobre nós
Ó lua bonita no céu
Molha o nosso amor
Toda vez que o amor disser
Vem comigo
Vai sem medo
De se arrepender
Você deve acreditar
No que eu digo
Pode ir fundo
Isso é que é viver
Cola seu rosto no meu, vem dançar
Pinga seu nome no breu pra ficar
Enquanto se esquece de mim
Lembra da canção
Enquanto se esquece de mim
Lembra da canção
Ó lua bonita no céu
molha o nosso amor

Sou chuva e sol

Sou maresia e ar

Vento viajante

Nas tempestades vibrantes

Dos corações andarilhos

Que buscam nos cantos, segredos

Daqueles que sabem amar.



Sou lua ,nas noites escuras

Espuma ,nas ondas frias

Não sou mar, mas sou profunda

Profana, intensa , passional,

Amor, sem condicional.


Sou solidão , sou vazio

Errada, errante na vida

Sou tanto e sou tão pouco

Uma perfeita imperfeição

Como noite que o sol encerra

O manto da escuridão .



Não me peça razão,

A lógica não me conhece

A incoerência mora comigo,

Minha essência é a emoção,

Tenho razões sem razão

Alimento-me da paixão!

ouve a chuva cair...ela também trás saudade em si»

Homenagem póstuma,

Quantas manhãs de domingo já ocorreram? Esta chuva, fina, vista por tantos olhos. Através de tantas janelas. Ouço o ranger de minha alma através, não mais do castanho, mas do novo branco de meus olhos, que não refletem nem mais a sombra de minhas lágrimas, já com sabor de sal sem doce. A expectativa do ranger da porta de meu quarto é a maior de todas as torturas. A dor que aguarda para ser arrebatada. Impressionante, o costume ao som do silêncio. Tornei-me uma escritora. A tua ausência me obriga a escrever como uma forma de me calar. Por anos estive livre em sua prisão. Verdades e mentiras convivendo na mesma sela. As minhas demandas, hoje, estão me sufocando no pavilhão da solidão. E eu acreditando na sua ressurreição. Recebes esta homenagem póstuma, da desgraçada, com quem conviveste por 47 anos, e que sofre implorando a Deus, todos os dias, pelo último suspiro.

Algo está diferente
Como você e eu
Algo difícil de acontecer aconteceu
O sol encontrou a chuva
E no meio estava você
Milagre da estação
O verde dança

Uma nuvem discreta tenta atrapalhar
O Espetáculo
Mas é tão lindo, tão sábado.
Se não for a negra nuvem
Será a negra noite
Talvez um luar pálido.

No terraço parecem ser mais flores
São águas, se derramam em corpo todo.
Inveja dos amantes
E seus amores se deleitam com seus beijos e carícias

Ó tarde-chuva-sol
Em meio a sangue e renovação
Beleza é ver pela janela
Vontade de ir lá pra fora sentir a sensação

Mãe das águas cobre os filhos
Filhos rebeldes e sadios
Subir em árvore, beijar o sol
Sua luz eternizar
O que pra sempre será o Espetáculo

Mãe das águas cobre os filhos
Filhos rebeldes e sadios
Subir em árvore, beijar o sol
Sua luz eternizar
O que pra sempre será

O Espetáculo
Mas é tão lindo, tão sábado.
Se não for a negra nuvem
Será a negra noite
Talvez um luar pálido.

A amizade

Muitos dos meus amigos vieram das nuvens,
com o sol e a chuva como bagagem.
Fizeram a estação da amizade sincera,
a mais bela das quatro estações da Terra.

Têm a doçura das mais belas paisagens
e a fidelidade dos pássaros migradores.
Em seu coração está gravada uma ternura infinita,
mas, às vezes, uma tristeza aparece em seus olhos...

Então, vêm se aquecer comigo e você também virá...

Poderá retornar às nuvens
e sorrir de novo a outros rostos...
Distribuir à sua volta um pouco de sua ternura,
quando alguém quiser esconder sua tristeza.

Como não sabemos o que a vida nos dá
talvez eu não seja mais ninguém.
Se me resta um amigo que realmente me compreenda
me esquecerei das lágrimas e penas...

Então, talvez, eu vá até você
aquecer meu coração com sua chama...


L´AMITIÉ

Beaucoup de mes amis sont venus des nuages
Avec soleil et pluie comme simples bagages
Il sont fait la saison des amitiés sincères
La plus belle saison des quatre de la terre

Il sont cette douceur des plus beaux paysages
Et la fidélité des oiseaux de passage
Dans leur coeur est gravée une infinie tendresse
Mais parfois dans leurs yeux se glisse la tristesse

Alors, ils viennent se chauffer chez moi
Et toi aussi tu viendras

Tu pourras repartir au fin fond des nuages
Et de nouveau sourire à bien d'autres visages
Donner autour de toi un peu de ta tendresse
Lorsqu'un un autre voudra te cacher sa tristesse

Comme l'on ne sait pas ce que la vie nous donne
Il se peut qu'à mon tour je ne sois plus personne
S'il me reste un ami qui vraiment me comprenne
J'oublierai à la fois mes larmes et mes peines

Alors, peut-être je viendrai chez toi
Chauffer mon coeur à ton bois

Sou como a flor que desabrocha num dia de chuva...
Procuro o sol para minhas pétalas enxugar.
Sou como o rio que corre para o mar...
Preciso da vida para me guiar.
Sou como os pássaros a voar...
Preciso de asas para me libertar.
Sou como o vento...
Procuro sempre a direção certa.
Sou assim mulher, menina, garota, moleca, faceira...
Simplesmente mulher...
Uma linda mulher... ¨

Um amor pra ser amado!

A chuva cai...
E eu pensando em você
Olho os casais, lembro de nós dois...
Por que aquele tempo passou?!?!
Eu só queria que fosse igual o amor que os poetas
Escrevem em poesias...
Eu ainda to procurando alguém que esta tão perto de mim...
Ainda espero achar em você
Um amor pra se amar,um alguém pra ser amado
Um amor pra viver... um amor pra ser vivido!!

Juliana Simioni