Chico Xavier - sobre Disciplina

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Meu pai não precisou me dizer nada sobre a vida, os exemplos bastaram

Escute o silêncio falar com você sobre as luzes dessa noite escura.

Sou prática demais para me derreter por elogios. Quero gente que faça acontecer, não que fale sobre o que pode acontecer, apenas.

Você acha que os vivos que terão uma decisão final sobre você, porque os mortos não têm nenhuma reivindicação sobre sua alma. Mas talvez você esteja errado.

Sou só uma caminhante,passando uma temporada sobre estás terras

Tenho pensando muito sobre não pensar tanto.

A maior prova sobre o amor que alguém pode te dar e te deixar partir mesmo que morra um pedaço junto com sua ida.

Não dúvide sobre oque ,voce saiba oque é amor,vc poderá saber quando ele possa chegar antes que voce pensar em crer"

É fácil escrever sobre as pessoas, difícil é falar de mim.
Esse meu temperamento temperado.
To tão difícil hoje, e me calo em Calisto de mim.
Estou confusa em confusões incomuns, quero gritar
E soluço.
E esse choro que antes estava preso, agora me lava.
Rosto, mente, coração, alma.
Lava sem sabão, mas tira tudo de impuro que
Que estava cravado carne a dentro.

Tudo aquilo que "escondemos" tem poder sobre nós! Não há o que condene mais, do que a própria consciência.
Seja livre!

O jogo acabou de repente, o céu desabou sobre a gente tententender, quero abrigo e não consigo ser mais direto.Que amor era esse que não saiu do chão? Não saiu do lugar, só fez rastejar o coração...

Eu prefiro ser essa metamorfose âmbulante,
do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...
Sobre o que é o amor, sobre o que eu nem sei por que.

Raul Seixas

Nota: Trecho da música "Metamofose Ambulante" de Raul Seixas

Deixa cair as tuas interrogações sobre o que o amanhã te pode trazer, e considera como um lucro cada dia que o destino te dá.

É sempre bom descobrir algo novo sobre nós mesmos quando a gente tem vontade de dar tapas no espelho

Não me Perguntes Sobre O AMOR... Não terei Palavras Certas para descrevê-lo. Apenas Posso Senti-lo!

Não é só rosa,
meu mundo cor-de-rosa.
Tinta carmim, sobre mim.
Azul estrelado, ao teu lado:
cor da sua pele...
Vermelho sangue, paixão
Alaranjado ao seu fogo.
Negro que me esconde,
e depois me descobre.
Em delicada claridade me revela:
amarela a luz da vela...
Em fusão de cores me faço em tela,
pra que me sinta tom sobre tom.

Sei lá...
Me deu vontade de escrever uma carta.
Pegar papel,caneta,colocar sobre a mesa.
Fazer letra bonita,bem desenhada.
Pra que quando seus olhos corressem sobres as linhas,
Visse que dentro de mim ainda havia beleza.
Pra que quando você abrisse aquela carta
descobrisse que sou além de
letras criadas.
eu existo.
Escrevia com calma.
Dizendo sobre tudo que sentia.
Contei sobre aquilo que
frente a frente jamais conseguiria.
Na metade,parei.
Debrucei sobre a folha,que já se borrava.
Fiquei me perguntado:até quando?
Respirei por uns minutos,
entre goles engasgados de raiva.
Ao terminá-la,dobrei com cuidado.
Processo demorado de decisão.
Ia,ou não ia?
Decidi ir.
No verso do envelope,escrevi
PARA: um criminoso.
Pois quando lesse aquela carta,
talvez eu não estivesse ali.
Mas só aí então,entenderia
que além do meu coração,
havia roubado minha paz,
meus sonhos,
minha vida!
E eu não te dei esse direito.

Ah! se eu pudesse voltar atrás no tempo.

Se meu carinho eu pudesse descrever:
-Embrulharia o mundo de presente pra você.

Se sobre seu valor eu pudesse contar:
-Não haveria mais pérolas nesse mar.

Se o bem que me faz eu pudesse explicar:
-Tiraria meu coração,só pra você ver,
como eu seria sem ter você para amar.

A chuva que agora lava o zinco encardido sobre meu casebre, põe estes olhos cansados e suplicantes na linha do infinito. Ela tamborila e resvala no telhado, numa espécie de ritual silencioso que envolve a brisa e me torna estátua momentânea.
Esses raios que riscam a distância e vão pousar nas montanhas que não vejo, hipnotizam minh´alma. São lampejos que acendem cá no íntimo, algum mundo secreto sonhado por meu ser. Um cenário que acompanha minha inconsciência desde a idade que foge ao poder investigativo que penso ter.
Extático, vejo da varanda esse vitral. É um show do cosmo, nessa temporada fiel; compromisso anual da estação. Momento em que céu e chão se grudam; se amam. Sequer atentam prá insignificância de minha presença; plateia solitária.
O que eles não sabem é que nada quero além disto. Nada mais que o silêncio deste show e o bocejo que me flagra numa entrega solene... solene e livre... Um desejo de ficar para sempre nesta moldura... figurar na magia deste quadro.

Eu só sei que é do toque morno das suas mãos sobre meu rosto frio que eu me lembro...
Toda vez que a temperatura cai.