Chega de Desculpa Esfarrapada

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"A vida é uma sala de aula e o amanhã chega desapercebido."

A CONFIANÇA sempre chega primeiro do que o AMOR.

Nas mãos do inevitável

Aquilo que se teme,
uma hora ou outra, chega em suas mãos.
Aquilo que aos olhos tem ternura
se vai como água ao sol ardente.


Não seria, então, crueldade
com o personagem desta trama,
ver tudo aquilo que não queria, acontecer?


Seria uma prenda?
Seria uma reorganização do destino?
Seria Deus?
Será simplesmente porque não é?


Não entendo,
ou pelo menos,
não ainda...

O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.


Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.


O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.


Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.


Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.

“Nem toda calmaria chega porque o mar mudou.
Às vezes, é o coração que aprendeu a atravessar a tempestade.”

"Quando o entendimento chega, a improvisação vira desnecessária — a verdade começa a falar por si."

“Tem gente que chega bagunçando tudo… mas de um jeito bonito.
Ele é meio doido, meio riso solto, meio caos bom — desses que iluminam sem pedir licença.
E no meio das brincadeiras, ele me lembra quem eu sou, como se enxergasse em mim um brilho que às vezes eu esqueço de ver.
Com ele, tudo fica leve… tão leve que até os problemas parecem perder o peso.
E é estranho perceber que, no meio da loucura dele, é onde eu mais encontro paz.”

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Desprovido de despedida,
ele não chega… só desperta.
Como se a mente abrisse espaço
pra algo que sempre esteve ali,
quieto, esperando ser sentido.
Não é amorou pelo menos não esse que dizem existir. Mas é profundo,
de um jeito que não precisa de nome,
nem de explicação. Não precisa ver, não precisa tocar Ainda assim, é bom estranhamente bom, como algo que faz sentido sem nunca ter sido entendido.
Dura pouco ou talvez não dure nada.
Porque o que parece instante
já existe há milênios, repetindo, atravessando, voltando.
E mesmo assim, cada vez parece a primeira.


DeBrunoParaCarla

⁠Na madrugada chuvosa,
a Tranquilidade ganha vida
e chega sem ser convidada,
sabe que é bem vinda,
Mas, logo, vai embora,
Melhor estimar sua companhia,
Não se sabe quando ela volta.

Ela sempre foi abrigo.
O tipo de pessoa que chega antes da dor do outro e fica depois que todo mundo vai embora. Sempre inteira para os outros… e em pedaços dentro de si.

Carregava um sorriso que não denunciava o peso que sustentava. Chorava escondido, porque aprendeu cedo que quem cuida não pode fraquejar. Até que um dia veio o diagnóstico — desses que silenciam o mundo por dentro. E, ainda assim, ela seguiu como se nada tivesse acontecido. Porque, para ela, a dor dos outros sempre falou mais alto que a própria.

Mas a vida, às vezes, não grita — ela revela.
E foi em um detalhe pequeno, um esquecimento qualquer, que tudo desmoronou. Aqueles por quem ela sempre se doou foram os mesmos que não souberam compreendê-la. E naquele instante, ela percebeu algo doloroso: quem sempre é forte, muitas vezes não tem permissão para falhar.

Naquela noite, ela chorou tudo o que nunca teve tempo de sentir.
Não só pela doença… mas por si mesma.

E então tomou uma decisão que mudou tudo: viver.
Não para os outros. Não para corresponder expectativas. Mas para, finalmente, se encontrar.

Saiu pelo mundo não como quem foge, mas como quem se busca.
E, em cada lugar, em cada silêncio, em cada amanhecer, foi aprendendo o que nunca tinha aprendido: a se acolher, a se escutar, a se escolher.

Ela entendeu que amor não é só aquilo que damos — é também aquilo que precisamos ter coragem de receber de nós mesmos.

E talvez a maior descoberta não tenha sido sobre o tempo que restava…
mas sobre a vida que, pela primeira vez, ela começou a viver de verdade. ✨

“Você pode ser bom… mas quem entende as regras do poder sempre chega primeiro.”

"Enquanto você ri das minhas falhas, eu aprendo com elas. Adivinha quem chega primeiro?"

“O cotidiano chega manso e, sem pedir licença, vai levando pedaços de você — até perceber que já não sobra nada a tempo de gritar.”

“O dia do juízo não chega com trovões. Ele vem quando a verdade toca tua porta.”

Chega um momento
que é preciso esquecer
daquilo que se quer muito,
mas que não se pode ter
e não se trata de ser fraco,
pelo contrário, é pra se evitar
um desperdício de tempo
e um desgaste desnecessário.

O Entusiasmo da Observação que faz Criar

A sensação é entusiasmante e não demora para chegar, com um tom apaixonante de poeticidade, ao simplesmente observar uma natureza que esbanja emoção: vida, veemência e suavidade. É emocionante o suficiente como se fosse um entusiasmo constante do verão — capaz de aquecer expressivamente, mesmo estando cercado pelo frio do inverno.

Elementos e uma peculiaridade de uma criação primorosa: de lindos cabelos, lábios suaves, um charme que vem de dentro ao ponto de refletir nos seus olhos, fazendo jus à espontaneidade. A qual faz toda diferença, revela a sua seletividade, que se trata de bênção divina que não é para todos; assim, são indispensáveis a conquista e a devida reciprocidade.

Deleite transitório, marcante e rico em intensidade, semelhante à contemplação de um fenômeno natural, que instiga uma curiosidade profunda durante uma breve ocasião, que não permite nada banal. Dessarte, perdura na mente esse efeito tão agradável e significativo. Agora, o motivo daquela observação pertence a minha poesia, considerando que estes versos estão vivos até nas entrelinhas.

A amizade não mede o que falta; permanece. A conveniência só chega quando os frutos já estão maduros sobre a mesa.

Quando a ordem se retira, o oportunista chega vestido de salvador.

Quem aceita pouco nunca chega ao muito; pense como trilionário.

"Chega de judiação com os sonhos dos outros. Se não for para ajudar a construir, não desmonte com o seu 'não'."