Chega de Desculpa Esfarrapada
Quando amamos várias vezes em nossa vida, e esses amores não dão certo, achamos que isto é uma infelicidade. Errado! Apesar de ser frustrante, devemos nos sentir privilegiados por termos amado tantas e tantas vezes. Se não deu certo, paciência.... As causas podem ser as mais diversas. Porém, triste deve-se sentir aquele que nunca soube o que é, ou nem sentiu o mais nobre e belo de todos os sentimentos! Ah, o AMOR.....!
Uns dizem que casam por inclinação e por amor, isto é, casam porque não tem motivos, e por isso são obrigados a inventar este pretexto.
A alma modela a face, como o sopro do antigo oleiro modelava o vaso fino.
Quantos anos você tem? 15, 20, 30 ou tá vivendo de gorgeta? Sim, porque depois dos 50, é gorgeta. Neste mundo poluído, conturbado, Passar dos 50 é fazer 13 pontos... Quantos anos você tem? Você tem idade para saber o que é certo Ou você só tem idade para viver o que é errado? Quantos anos você tem? Você tem idade para tomar vergonha Ou a vergonha se consumiu na sua sociedade de consumo? Quantos anos você tem? Você tem idade para enfrentar, assumir e realizar Ou você só tem idade para entrar na onda? Você é um rato ou um homem? Você prefere queijo ou amor? Você está na ratoeira da massificação Ou está no vento livre do seu arbítrio? Quantos anos você tem? Você sabe que não existe presente? Que o "que" desta linha já é passado E o futuro é o "que" que não escrevi? Quantos anos você tem? Você sabe que o presente não é deste mundo, O presente é a eternidade vivida. Quantos anos você tem? 15, 20, 30 ou está vivendo de gorjeta? O que é que você já fez? Atravessou cego na rua? Deu esmola? Pô, isso qualquer escoteiro faz!... Quantos anos você tem de GENTE? Você já despertou como GENTE? Você já andou como GENTE? Ou até agora foi um instrumento de repetição? Você sabe o seu papel no mundo, Ou é um espermatozóide crescido, Na eterna espera de um óvulo? Quem é você? Quantos anos você tem? Olha, só a sua consciência pode responder isso! Hoje, eu sei quem eu sou, Sei minha idade, Mas já fui um autômano como você, Felizmente, me encontrei, Me encontrei, no vento livre do meu arbítrio!
Deus não deu a ninguém todas as qualidades e não deixou ninguém sem qualidade nenhuma. Dessa forma, precisamos uns dos outros.
Jamais se declare fiel a homem ou à mulher, pois isto seria mentira. Somente se pode ser fiel a princípios
Mantém-se equilibrado a qualquer preço, para que não pagues o preço da culpa. Não sejas aquele que se faz o mal exemplo. Sê discreto e aprende a superar-te. Vence os pequenos problemas e percalços com dignidade, a fim de superares os grandes desafios da vida com honradez. Podes o que queres. Resolve-te em definitivo, por ser cristão, não te permitindo o que nos outros censuras, sem desculpismos nem uso de medidas infelizes com as quais esperas do próximo aquilo que ainda não podes ser.
ho que posso dizer que é amor, sim. Mesmo que a gente tenha se perdido para que eu pudesse encontrar a mim mesma. Mesmo que a gente tenha se perdido para que você pudesse buscar a si mesmo. É amor porque eu te guardo na lembrança bonita do meu crescimento, da descoberta do que era a co-dependência ou da fusão que subtrai. É amor, porque cantamos juntos, dançamos juntos, choramos juntos, fizemos amor intensamente, trocamos profundamente as angústias da alma, torcemos um pelo outro, nos ajudamos, viajamos juntos, gargalhamos desarvoradamente, dormimos juntos no melhor abraço um do outro, descobrimos novas músicas, sinônimos, livros, enlouquecemos lindamente, brigamos muito, fizemos as pazes várias vezes e fomos embora um do outro quando nada mais era poesia. Não foi triste, mas doeu profundamente.Uma dor resignada porque eu podia ver com clareza que já não nos acrescentávamos nada. E aprendi a trabalhar o desapego e o perdão. E hoje, quando vejo você sorrir, eu sinto que estamos bem e que fizemos a coisa certa. E o amor só pode ser isto: querer que o Outro encontre a felicidade a qualquer custo, mesmo que isso exclua você da plenitude dele. Mesmo que isto exclua o Outro da sua plenitude.
A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.
Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.
Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.
As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.
A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.
O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.
Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.
No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.
Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!
Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!
Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.
Que a minha loucura seja disfarçada, tanto para que fiquem em dúvida e somente eu saiba a verdade...
Amo tuas imperfeições e maravilhas,
amo-as com gratidão, pena e raiva intercadentes.
Não reclame da vida para que as coisas modifiquem positivamente. Viva em gratidão. Existem sempre pessoas numa situação pior do que aquela em que nos encontramos.
Mundo vasto mundo, meu coração não é maior que o mundo. Nele nem cabem as minhas dores. O vasto mundo, o vasto e triste coração.
