Chega de Desculpa Esfarrapada

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Bom dia, com muita sorte no amor, nos negócios, no trabalho, na vida...

Toda mulher tem um pouco de magia que encanta!

No Dia Internacional da Mulher (08 de março) é necessário refletir sobre a violência contra as mulheres e combatê-la em todos os sentidos!

Dia da Consciência Negra (20/11).
Não há o que comemorar, pois o Racismo, infelizmente, ainda subsiste nas consciências e atitudes de muitas pessoas.

Faça um barco de papel.
Imagine colocando nele suas mágoas, sofrimentos, amarguras, angústias, tristezas, depressão…
Em um riacho, põe o barco para navegar e seja feliz.

Quem partiu para o plano espiritual não pode retornar para viver entre nós, mas um dia nós também iremos para lá e nos encontraremos.

Palavras e pensamentos negativos ou positivos têm força.
Então, fale ou pense sempre positivamente!
Isto afasta todo negativismo.

O relógio suspirava em espirais douradas enquanto a bússola dormia de bruços, agulha perdida em seu próprio coração. A cachoeira subia em silêncio — gota a gota, nascendo do rio, voando para as montanhas, esquecendo que um dia foi nuvem. A lua, então, era apenas o reflexo de um tabuleiro de xadrez jogando sozinho há milênios, onde brancas e pretas trocavam segredos de boca fechada. A dama de copas tirou a coroa e virou rio, depois vapor, depois pergunta suspensa no ar. Os pensamentos, esses, nunca existiram de verdade — eram apenas o eco de movimentos que o relógio prometia mas nunca cumpria, horas que se recusavam a nascer. E quando a bússola despertou, finalmente soube: norte é onde a cachoeira descansa, sul é a lua fingindo ser lua, leste e oeste são as duas cores do tabuleiro dançando em círculos. A dama sorriu, porque entendeu — ser rainha era nunca ter sido peça, apenas água disfarçada de coroa, tempo disfarçado de estratégia, direção disfarçada de perda. Tudo faz sentido quando aceitamos que é o sentido natural da existência.

Um dia me apaixonei pela poesia, nela encontrei conforto e um tal poeta chamado haruki murakami com sua lindas frases me fez me apaixonar mais uma vez!

me achava infeliz até provar da infelicidade.
me achava corajosa até provar do medo.
me arriscando e me doendo aprendir sem me arrepender,de tempo ao tempo e ele provara a você que sempre esteve certo.
tudo pode mudar!
assinado:Rayuri de um dia.

meu dia prosperou quando acreditei que prosperaria.


A questão e de ter fé não importa o que faça!


principalmente a fé que você tem em Deus.


~tenha fé

como amei?
se nem a mim mesma amava, quase impóssivel de ser verdadeiro esse amor, por isso magoado foi.

aquilo que nem deseja a ti mesmo como desejas ao teu próximo?

~Me inspirando em mim mesma ultimamente, pois me inspirando nos outros fui infeliz.~

Jamais subestime a sua importância, pois você é um fragmento precioso do amor de Deus.

⁠Se você prestar atenção no ser humano que há por trás das aparências, você vai perceber que existe muito mais amor e compaixão no coração do acusado, do que no coração daqueles que o acusam. Como tu não sabes da vida de ninguém, a ti só cabe ajudar, sem julgamentos. Não queres se tornar um espírita? Pois, então! É numa hora dessas que a gente reconhece um.

⁠Não te preocupes mais e siga amando, que ao final dessa jornada ao olhares para trás perceberás que as pessoas, os problemas e mesmo esse mundo nunca existiram como tu os via. Eles só foram colocados em torno de ti para te dar oportunidade de evoluir enquanto espírito. Se viveres assim na consciência da imortalidade da sua essência divina, quando chegar o último dia desse corpo aqui na terra verás que a luta nunca foi contra o outro. O tempo inteiro foi entre você e você mesmo.
O maior desafio da criatura humana é a própria criatura humana.

⁠A saudade é a forma que o amor encontrou de ser imortal.

Tem dias em que a gente tenta manter tudo no lugar, como se fosse possível organizar a alma do mesmo jeito que arruma a casa antes de visita chegar. A gente ajeita o cabelo, responde com educação, dá aquele sorriso ensaiado que funciona quase como maquiagem emocional. Só que tem uma verdade meio inconveniente que insiste em escapar pelas frestas: quando a bagunça é interna, ela sempre dá um jeito de aparecer do lado de fora.


Não vem com aviso, não bate na porta. Ela se infiltra no tom de voz, naquele “tanto faz” que não era pra ser tão seco, na paciência que acaba mais rápido do que deveria. Às vezes, aparece na forma de cansaço sem motivo, outras vezes vira irritação com coisas pequenas, quase ridículas. E a gente sabe, no fundo sabe, que não é sobre aquilo. Nunca é só sobre aquilo.


É curioso como tentamos convencer o mundo de que está tudo bem, enquanto por dentro tem gaveta aberta, pensamento espalhado, sentimento fora do lugar. E quanto mais a gente tenta esconder, mais o corpo entrega, mais o olhar denuncia, mais a vida externa começa a ficar desalinhada, como um reflexo que não mente.


Eu fico pensando que talvez essa bagunça não seja exatamente um problema. Talvez seja um pedido. Um pedido de pausa, de silêncio, de honestidade. Porque ninguém transborda caos à toa. Existe sempre algo não resolvido, algo engolido, algo que foi empurrado com força demais para um canto que não comportava tanto peso.


E aí a vida começa a dar pequenos sinais. Uma conversa que dá errado, um dia que parece pesado demais, uma sensação constante de estar fora do próprio eixo. Não é castigo, não é azar. É só o interno tentando ser ouvido, mesmo que de um jeito meio desajeitado.


Talvez o mais difícil seja admitir que não dá pra sustentar uma aparência de ordem quando por dentro está tudo pedindo reorganização. E tudo bem. Bagunça também faz parte de quem está em processo, de quem sente, de quem não está anestesiada.


Porque, no fim, não é sobre evitar que isso apareça. É sobre aprender a cuidar do que está dentro, antes que precise gritar do lado de fora.


E me diz, com sinceridade dessas que a gente só tem quando está sozinha… você tem tentado esconder a bagunça ou já começou a entender o que ela quer te dizer?


Se esse tipo de reflexão conversa com você, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Talvez alguma palavra por lá te abrace do jeito certo.

Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.

Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.

Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.

E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.

Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.

É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.

No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.

E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.

Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?

E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.