Chega de Correr Atras
Não se chega ao objetivo, sem antes passar pelas adversidades diárias, mesmo se você tiver foco, disciplina e determinação.
Ansiedade
É como as nuvens carregadas no horizonte, avisam tempestade, que nunca chega ao fim da tarde
É libertador entregar e não esperar nada em troca. Viver e não necessitar de aprovação. Chega a ser um desaforo.
Nem todo dia é leve.
Nem toda manhã chega com o sol.
Há caminhos que pedem silêncio,
outros que exigem força além do que se tem.
Mas, ainda assim… eu sigo.
Com o coração cansado, às vezes.
Com os olhos marejados, muitas vezes.
Mas sigo.
Porque dentro de mim mora uma certeza que não desiste:
o tempo pode ser difícil,
mas existe uma esperança em mim
que não conhece o fim.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem amor que não precisa ser anunciado.
Ele chega leve, permanece discreto,
mas cuida da gente com uma presença que acalma.
É o tipo de amor que entende silêncios,
acolhe cansaços,
e se faz morada… mesmo sem pedir nada.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Nem todo recomeço chega com claridade de manhã ensolarada.
Às vezes, ele vem no silêncio de uma oração,
na coragem de levantar da cama
ou no simples gesto de continuar, mesmo cansada.
Porque recomeçar…
é confiar que Deus ainda tem flores onde hoje só há espinhos.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem gente que chega como quem abre janela.
Não pergunta muito.
Não tenta resolver tudo.
Apenas fica.
Fica com o olhar que entende,
com o silêncio que conforta
e com a calma de quem sabe acolher até o que a gente não sabe dizer.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
A noite chega, o silêncio, os pensamentos tomam conta. Que frio é esse? Está tão escuro, não consigo ver a luz, tento procurá-la, mas não a encontro.
Quando os pássaros começam a cantar, percebo que um novo dia está a chegar, mas a mente cansada de tanto pensar, já não consegue mais descansar, e tem q continuar a trabalhar . O corpo dói, os olhos pesam, o cansaço consome, mas é o cansaço físico ou mental? Acho que é os dois.
Quando o termina o dia, e a luz começa a se apagar, mais um vez a noite chega e tudo se repete, como um ciclo sem fim.
Chega a ser repetitivo, mas é proposto trazer à tona que não adianta ser gênio e ao mesmo tempo ser um bruto.
Amizade Verdadeira
Amigo é aquele que chega sem avisar,
Que entende o silêncio e sabe escutar.
É quem divide o riso, a lágrima, o pão,
E segura a nossa mão na maior confusão.
Amigo é porto seguro na tempestade,
É abraço que acalma, é pura lealdade.
É quem lembra de você nos dias que parecem iguais,
E faz do simples momento algo especial.
Amizade é riso que não tem explicação,
É confiança que cresce no coração.
É saber que, mesmo longe, alguém estará,
Porque laços assim ninguém pode apagar.
BOA NOITE.
Minha humilde prece de agora!
Assim me chega à noite na paz de nosso senhor, na humildade de filho, aqui te faço um louvor! Trago a ti os meus pedidos, como se fosse uma flor, em todas as suas pétalas, um pedido, no caule somente o amor! Nas mãos que postas bem juntas, quero que sintas o calor, de minha humilde prece que faço a ti senhor.
Pai amado e bendito, pai dos que se encontra, pelos caminhos perdidos, pai de luz e de amor, pai dos filhos do horror, das noites e madrugadas, perdidas pelas calçadas em buscas de um pobre pão! Uma família bendita, dormindo em palafitas, ali pelo maranhão.
Sem lenço e sem documentos, o mendigo ao relento chorando te estende às mãos, no hospital grande e frio, no corredor em desalinho, seu filho morre ao chão! O branco que ali destoas, mostras que muitas pessoas, do ouro fazem serão! Não pela vida que escoa, mas pela parte que é boa, do dinheiro em suas mãos.
Nas enchentes morre gente, mas nunca morre o patrão! Nas estradas desta vida, a vida foi desviada, e da morte se fez leilão! O desvio de dinheiro por políticos brasileiros matam filhos e irmãos.
Aqui te eu peço, bendito pai de todos os aflitos, nos livre das situações, sou seu filho, meu pai querido, e meu amigo Jesus Cristo, aqui te peço perdão...
(Zildo de Oliveira Barros) 11/09/13 começo da noite.
Um pai com 2 filhos, ambos fazem cartas no natal pedindo o seu presente preferido... Chega o grande dia, eles ganham cada um o seu presente especial, sendo que um ao ver o presente do outro, percebe que o do outro é muito melhor e tenta tomar a todo custo.
O pai ao ver aquela cena, se ira e põe o filho invejoso de castigo, o corrige, pois deve se contentar com o que pediu.
Assim é Deus...
O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.
Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.
— Douglas Duarte de Almeida
O tempo de florescimento não se anuncia com calendários nem com relógios. Ele chega em gestos sutis: um suspiro que demora a se acomodar, um arrepio que insiste em não passar despercebido, uma palavra dita com a boca trêmula e os olhos firmes. Diante do espelho, aprendi a não correr. A gentileza que me devo não é um prêmio, é o mínimo que posso oferecer ao meu próprio reflexo. Observar-se sem pressa é um ato de coragem: enxergar a delicadeza nos ossos, a força nas veias, a poesia escondida nos gestos cotidianos.
Florescer é não se obrigar a ser mais rápido que a própria vida. É permitir que a paciência me encontre, que o respeito por mim se assente como terra fértil, que minhas raízes cresçam sem alarde. Cada dia é um capítulo, cada cicatriz, uma letra, cada sonho guardado no peito, uma semente.
Quem se respeita floresce com dignidade, quem se pressiona murcha antes do tempo. E talvez o maior ato de coragem seja sorrir para si mesmo, no espelho, sabendo que cada fissura também é parte do desenho que só você consegue completar.
No fim, florescer não é competir com ninguém. É ser inteiro em si, com toda a intensidade de uma tempestade e a suavidade de uma brisa que atravessa folhas sem derrubá-las. É aprender que a própria vida, se observada com cuidado, já é poema suficiente.
(Douglas Duarte de Almeida)
A hora de mudar não chega fazendo alarde. Ela não quebra nada, não grita, não cria caos. Ela chega em silêncio, com educação, quase pedindo licença. A hora de mudar começa quando o lugar onde você está ainda funciona, ainda entrega, ainda é reconhecido — mas já não conversa com quem você se tornou. Não é só quando tudo dói.
Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. É quando o conforto começa a anestesiar, quando a repetição passa a parecer competência, mas por dentro já virou desistência. É perceber que, muitas vezes, seguimos fiéis a versões antigas por lealdade, não por verdade.
Mudar não é fugir, é alinhar. Não é romper por impulso, é sustentar uma coerência interna que já cresceu demais para o cenário atual. Quem muda não abandona tudo; abandona apenas o que deixa de honrar o próprio nome.
Toda mudança legítima carrega um luto discreto, mas também uma excitação limpa — aquela que não vem do risco pelo risco, mas da sensação íntima de estar, finalmente, no próprio eixo.
A hora de mudar é reconhecer que permanecer exige que você se diminua. E eu aprendi cedo, e desejo que isto também ecoe em ti: não nascemos para nos fazer caber.
Para o Ano que Chega
Escolha o que vale a pena
E o ano será diferente
Cheio de encontros sinceros
e instantes singulares pela frente.
Não se deixe cegar pela antítese da alegria,
Pois antes de cada passo e em cada oração,
existe a semente de um querer bem
e a centelha da própria criação.
