Charles Chaplin Amor Proprio

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Se for pra falar, fala com o coração.
Se for pra ficar, fica inteiro.
Porque o amor não sobrevive
onde o silêncio vira muro.

Outsider no amor


Eu cheguei no teu mundo
sem mapa nem lugar,
aprendi teus gestos,
teus silêncios,
decorei teu nome
como quem treina em segredo.
Eu estava ali…
mas nunca fui dali.


Te amei com cuidado,
sabendo que não podia ficar,
sorri carregando um adeus
que já morava em mim.
Enquanto outros pertenciam,
eu apenas atravessava.


Fui inteiro no que senti,
mesmo sendo passagem.
Porque ser outsider no amor
não é amar menos,
é amar sem posse, sem abrigo.


Eu fui teu quase,
teu entre, teu silêncio.
E se perguntarem por que não fiquei,
responda sem culpa:
eu não parti
— eu nunca pertenci.

Eu te amo no tempo que não cobra, no passo calmo de quem cuida.
Um amor que não invade, aprende a permanecer.


Não te quero por medo do vazio, mas pela alegria de te ver livre. É afeto que não aperta,
é presença que respira contigo.


Se um dia teu sentir encontrar o meu, que seja por vontade, não por urgência. Se não for, sigo inteiro, porque amar também é saber soltar.


E quando o mundo cansar teu peito, que em mim exista silêncio e abrigo. Eu fico — não por posse ou promessa, mas porque te amar é onde sou verdadeiro.

Podcast do Amor – No Ar


Então…
fica aqui comigo um pouco.
Apaga o resto do mundo.
Hoje não tem pressa,
Só verdade.
Se essa voz chegar em você,
já valeu a noite.


Eu não vim explicar o amor.
Vim sentir.
Vim dizer que,
quando penso em paz,
é o teu nome que
responde primeiro.


Às vezes eu paro…
respiro…
porque falar de você
acelera tudo aqui dentro.
É fundo, sem medida,
como fé que não vacila.
E mesmo sem ensaio,
soa certo.


Se esse episódio acabar
agora, tudo bem.
O que é nosso não desliga.
Continua tocando baixo,
constante, porque é você
dentro do meu coração.

Quando o amor vier outra vez,
será que vai bater de mansinho,
ou chegar sem pedir licença,
bagunçando tudo o que eu jurei esquecer?


Quando o amor vier outra vez,
vai reconhecer minhas cicatrizes
ou passar por elas sem medo,
como quem entende o silêncio do meu peito?


Quando o amor vier outra vez,
terei coragem de abrir a porta,
ou vou fingir que não ouvi os passos
com medo de sofrer o mesmo adeus?


Quando o amor vier outra vez,
será para ficar,
ou apenas para me lembrar
que amar ainda dói…
mas vale?

O que sustenta um relacionamento


O que sustenta um relacionamento
não é só o amor que chega bonito,
é a escolha diária de ficar
quando seria mais fácil partir.


É o respeito que segura a palavra,
o silêncio que não vira desprezo,
é saber ouvir a dor do outro
sem transformar amor em disputa.


Sustenta-se no cuidado dos gestos simples, no “estou aqui” dito sem alarde, na paciência que entende o tempo e na lealdade quando ninguém vê.


Porque amar é fácil quando tudo floresce, difícil é regar quando o chão está seco, e só permanece quem entende que amor se constrói…
não se promete.

Aprovado ou reprovei do seu amor?


Entreguei meu coração como quem faz prova final, sem cola, sem defesa, só verdade no olhar.
Estudei teus silêncios, decorei teu sorriso, mas teu resultado nunca quis se revelar.


Esperei a correção no intervalo dos dias, cada mensagem tua era um ponto a mais em mim.
Quando demorava, o medo me reprovava por dentro,
e eu refazia a esperança,
mesmo perto do fim.


Se eu errei, foi por amar além do permitido, por responder com alma o que pedias em razão.
Se acertei, foi por nunca desistir de você, mesmo com o coração em recuperação.


Então diz, sem rodeios,
sem nota escondida:
passei nessa matéria chamada
“nós dois”?
Ou sigo refazendo essa prova da vida, até teu amor me dizer se fico…
ou se vou.

"E quando penso que já entendi a dor,
o amor me prova que ainda há mais."

Um só Cordeiro,
muitos povos.
Um só amor,
eternolouvor.

As sem-razões do amor


O amor não pede licença à lógica,
chega quando não é chamado
e permanece mesmo sem explicação,
feito chuva mansa em dia inesperado.


Amei sem saber o motivo,
sem rumo, sem garantia.
Meu coração escolheu antes da mente,
e eu apenas segui o que pulsava.


Há amores que não resolvem a vida,
mas dão sentido ao caos.
São as sem-razões do amor,
existindo mesmo quando tudo falha,
mesmo quando doem,
ensinam a ficar inteiro.


Porque amar não é cálculo nem acordo:
é entrega sem defesa,
é aceitar que algumas coisas
só existem porque não têm razão.

Amor de História


Nos apaixonamos como quem descobre um manuscrito antigo,
com cuidado para não rasgar o tempo, folheando silêncios,
lendo sentimentos escritos à margem.


Teu olhar era linha do tempo,
me levando do agora ao sempre,
cada palavra tua uma data marcada
no calendário secreto do meu coração.


Havia batalhas internas, tratados não assinados, um amor vivendo entre capítulos proibidos, como se o destino pedisse notas de rodapé para explicar o que não podia ser vivido.


E mesmo sem final oficial,
nos tornamos fato histórico
um no outro:
um amor que não se apaga,
apenas muda de século dentro da memória.

Encontrei um pergaminho antigo,
guardado no fundo do tempo,
nele dizia que o amor não se desfaz,
apenas muda de caligrafia.


Antes de te conhecer,
eu era só um menino sonhador,
rabiscando o mundo em guardanapos, acreditando que versos eram abrigo.


Eu caminhava com o peito aberto,
como quem atravessa um deserto
seguindo estrelas que não sabia nomear, colecionando silêncios como mapas.


Então você surgiu feito tinta viva,
molhou meus dias de cor e sentido,
ensinou minha mão a escrever sem medo, como quem descobre a própria língua.


Hoje sei:
o pergaminho não era papel,
era o meu coração esperando leitura,
e o amor que diz durar pra sempre
aprendeu a morar no teu nome.

Um artigo dizia:
''Historicamente, se diz que no coração está a origem do amor, da coragem e da bravura.''.

O Significado do Amor


Amor não é palavra dita ao vento,
nem promessa feita na pressa do momento.
É escolha diária, silenciosa e firme,
é ficar quando tudo parece partir.


É tocar as cicatrizes sem medo,
beijar as falhas como quem encontra abrigo.
É enxergar o caos no outro
e ainda assim chamar de lar.


Amor é paciência que não se cansa,
é mão estendida no meio da tempestade.
É olhar nos teus olhos e reconhecer
que o meu futuro começa aí.


E se me perguntarem qual é o seu significado,
eu não direi conceitos, nem teorias bonitas.
Direi apenas o teu nome —
porque amar, para mim, é você.

E é justamente nessas marcas
que o amor aprende a ficar.
Não para apagar o passado,
mas para caminhar com
ele sem medo.
Porque amar também é segurar
a mão do outro onde ainda dói.

É nas cicatrizes que
o amor decide permanecer.
Não para consertar o que foi quebrado, mas para provar
que ainda há beleza no que sobreviveu.
Porque amar é escolher ficar,
mesmo onde a dor já morou.

Porque é nas cicatrizes
que o amor cria raiz.
Elas não afastam
— aproximam.
E quando dois corações
se reconhecem feridos,
descobrem que curar juntos
também é uma forma de amar.

Que seja só 1% —
eu coloco nele toda
a coragem que me resta.
Porque às vezes o amor não nasce da certeza, nasce do salto que a gente dá mesmo tremendo.


Os 99% são medo, eu sei.
Medo do silêncio depois da pergunta, do olhar que não fica,
da resposta que desmonta o coração.


Mas esse 1%
carrega esperança demais
pra ser ignorado.
É o instante em que penso em você
e tudo dentro de mim decide tentar.


Se eu for rejeitado por você, vou seguir a minha vida sem você — mesmo que os 99% já tenham tomado conta de quem eu sou.”

⁠Não te perdi por falta de esforço,
perdi porque amor não recompensa ninguém.
Alguns corações são só passagem,
e o meu foi morada que você nunca quis manter.

⁠E dói saber que não falhei em te amar,
falhei apenas em ser suficiente.
No amor, não vence quem mais se doa
— vence quem o outro sente.