Charles Chaplin Amor Proprio
Só o tempo pode moldar o próprio tempo, e tudo tem seu tempo certo para acontecer, porque nada que vale a pena se constrói da noite para o dia. E na incerteza do amanha, viva hoje melhor que ontem, e Viva a Vida Para ser Feliz.
Entenda que ninguém liga e a maioria nem vai lembrar. Viva para seu próprio bem estar sem a ninguém maltratar.
O único Zen que você encontra no topo da montanha é o seu próprio Zen, que o preenche por todo o caminho até o topo da montanha.
Sou caminhante do silêncio profundo no eco do meu próprio ser que habita uma imensidão de vidas e ainda vejo tudo florescer.
O poema pode revelar alguma loucura em uma máscara estranha, mas a verdade está diante do próprio ser.
Aprenda a rejeitar o superficial e prefira mergulhar nas profundezas do silêncio em seu próprio ser.
Todo conhecimento é a busca da autoconsciência em um mergulho profundo no desconhecido do próprio ser.
O equilíbrio da vida está na luz e vibração do próprio ser, mas o silêncio é a luz do conhecimento.
Seja o seu próprio mentor com as suas reflexões, o grande mestre dos seus pensamentos e destinos, até que o silêncio domine o seu Ser com a verdadeira essência da paz.
A VISÃO DO ESPÍRITO SOBRE O PRÓPRIO CORPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O trecho de número 309 de O Livro dos Espíritos apresenta uma das mais significativas lições sobre a diferença ontológica entre o ser essencial e o invólucro material. Quando Kardec pergunta sobre a consideração que o Espírito nutre pelo corpo ao qual esteve ligado, a resposta é clara e despojada de sentimentalismo: o corpo é visto como veste incômoda, uma espécie de instrumento necessário, porém limitado, que cumpriu sua função durante a etapa terrena. A expressão veste desconfortável tem força filosófica, pois revela a consciência do Espírito diante da natureza transitória da matéria, conforme a tradição espiritualista e segundo a tradução criteriosa de José Herculano Pires.
A continuação aprofunda a questão. Indagado sobre o que sente ao contemplar o corpo em decomposição, o Espírito responde que quase sempre permanece indiferente, * esse quase sempre merece um estudo com uma percepção mais profunda dentro das obras Básicas * , pois aquilo que jaz não o representa mais. A decomposição se torna fato natural, não motivo de horror. É o reconhecimento de que o elemento corporal pertence ao ciclo universal das formas, enquanto o princípio pensante prossegue adiante.
Esse conteúdo permite duas conclusões essenciais. Primeiro, a libertação da matéria não implica desprezo, mas compreensão filosófica da sua utilidade temporária. Segundo, a recordação da existência corpórea se torna lúcida e serena, uma vez que o Espírito, liberto, percebe com mais clareza o papel pedagógico das vivências físicas no processo de aperfeiçoamento.
Victor tocou o impossível,
mas temeu o próprio milagre.
A Criatura descobriu sozinha
que o mundo não abraça o que não compreende,
mesmo quando o gesto é puro,
mesmo quando o coração recém-nascido
só deseja ser visto.
O que poderia ter sido belo
foi lançado à sombra
pela pressa em julgar
e pela falta de afeto.
Houve um rosto que o enxergou,
um sopro breve de humanidade
arrancado do seu caminho.
E estando vivo, carregou a morte,
sabendo que até a esperança dos vivos
tem vida curta demais.
