Charles Chaplin Amor Proprio
Em meio à festa da vida a melhor é a festa do próprio coração, que quando se entende o verdadeiro amor se estampa o rosto com belos sorrisos;
E o medo se vai de não mais viver um coma no próprio interior se hesitar, mesmo nos dias que se perdem pela falta de acreditar;
Mas com tudo isso acredite que tudo pode acontecer, a sabedoria de um homem se faz pela esperança e paciência de um esperar;
Levai um tanto de sentimento por mim dentro de seu próprio coração todos os dias de sua vida e logo terás amor suficiente para alimentar seus próprios desejos;
Adoro sua paz de espírito e das verdades que sucedem os sentimentos nascentes do seu próprio coração;
Suas fotos trazem lembranças do que deixamos de fazer ou até mesmo falar, adoro o teu olhar e ainda mais quando terminamos em um beijo duradouro e caloroso;
O meu tempo é um infinito para declarar-me e cantar minhas vitórias a ti com certa perfeição que não permita que me esqueça;
Estes, pois são as verdades do meu próprio coração que adentram ao coração alheio fazendo apascentar as ansiedades em exagero;
Vinde, no entanto com imensas vontades de ser feliz para vivamente com o teu próprio coração se encontrar com a felicidade guardada em mim;
E com minhas preciosas palavras reinicio o possível conhecimento de nossa própria juventude para entendermos o princípio e gozarmos o fim;
O tempo fará o esquecimento ser natural conosco, porém o nosso amor eternizar em nosso coração;
Tento te encontrar e entender o meu próprio coração para a minha solução e desvendar os meus segredos do coração;
A sua forma é o prazer que meu querer acha para minha inspiração certa exaltando todo juízo e loucura que o seu jeito demonstra entre seus sentimentos;
Não se torne impotente perante a vontade e ao querer que desordena o seu próprio desejo;
Não permita que o tempo seja destruído pela solidão e a angústia, transborde seu próprio coração e se ame mais;
Todos devem ser medidos pelo seu próprio esforço e individual evolução, não por uma referência genérica e global, pois na individualidade há transformações em uns que deixam outros certos, ainda errados.
A independência buscada advém da vontade de ser dono do próprio suor. Suor este que ainda hoje não é pago dignamente. Não é preguiça, tampouco falta de vontade de fazer acontecer, mas sim um desejo de curtir o resultado das artes que pelo suor brilham o mundo, mas que emanam das mãos de quem merece ser o principal produto, a principal matéria prima, o autor da grande obra.
O outro não te vê como a si próprio, assim como não vês o outro como a ti mesmo. Isso é normal, comum e não há problemas nisso. Problema há quando o que fazem afeta de maneira ruim a tua existência, ou o que você faz afeta de maneira ruim a existência do outro, e ninguém se sente mal por isso.
Vivo em eterna reflexão do julgamento à si próprio, para tentar melhor julgar aos outros. Já fui injustiçado, já causei injustiça e sinto-me injustiçado constantemente, mas nem por isso eu busco a justiça com a injustiça que recebo. Agora é um dia propício à esta reflexão, onde se diz "está escrito" que "o bem venceu o mal" sem mal causar, sem revidar, sem ao menos desejar aos outros o mesmo mal assim recebido.
Eu, condicionado a me defender, a sobreviver à todo o mal à eu direcionado, preso à este "jarro" frágil e cheio de limites, buscando essa eternidade "prometida" e pensado o fim deste "jarro" como o fim de todas as grandes possibilidades para bem lutar, bem fazer e assim justificar a eu mesmo, sempre foi quase que impossível nada fazer.
Já corri de muitos males, corri para não apanhar, corri para não morrer, me escondi do mal a me perseguir. Banhado de verdade já calei-me para a mentira, mas nunca, nunca consegui fazer como Ele fez, entregar-me sem realmente nada fazer, ainda que para muito, para muitos e muitas situações eu já fiz e ainda faço assim, exatamente nada, apenas confiando, mantendo as esperanças e a fé de um dia ser recompensado.
Ser perfeito nas condições em que me encontro é impossível. O mal sabe disso e apesar de também saber que não vou desistir, insiste em tentar me ganhar, ainda que saiba não me vencerá e isso tudo apenas para tornar essa de muitas outras de minhas jornadas exatamente assim, um sacrifício a ser vencido, a ser superado.
Dê o valor absoluto ao seu próprio coração, pois é dele que sairá às devidas essências para se direcionar a felicidade.
Sempre caminhe com a sua humildade deixando os vestígios da sua simplicidade... E a vida te premiará com o que realmente mereça.
Vejo tudo! Quando tudo é inveja e até mesmo traição... Defendo o meu próprio castelo por honra e amor, mas não tente se alimentar do que não lhe pertence... Não magoe o meu coração;
Cative seu lugar me fazendo delirar entre a malícia que de tão certo fez oceano entre deserto para obter infinitos desejos;
Fico sem palavras ou me calo para deixar-te analisar o que realmente sente pelo o meu próprio silêncio...
O meu olhar responde o que teus sentidos precisam saber e o que o seu coração necessita... Mas não me diga que é passageiro o momento...
Queria ser o que mais te agradar para te vê sempre sorrir e com os olhos sorris ocultamente...
Sou o meu próprio alvo em provar que não devo provar nada a ninguém e que o meu dialeto não é equivoco da incerteza do invejoso de mim...
Não espero nada de quem nada tem a me oferecer, sem verdades... Somente ilusões que satisfaça e sim disfarça a origem banal da incapacidade sem valor...
Não busco guerra, mas também não me entrelaço com o descaso de ser quem não sou...
