Certo e Errado
Inversão de valores
Os valores estão todos distorcidos,
O certo é visto como errado ou inexiste,
Enquanto o errado é tolerado, divergindo
Ou até considerado normal. Isso é triste!
É um fenômeno que afeta a moral,
A sociedade, em especial, a cultura.
É um descompasso de caráter anormal,
Que passa despercebido na cara dura.
A honestidade, a integridade e o respeito
Foram substituídos pela vantagem pessoal.
Ver as pessoas como objetos causa um efeito
De desvalorização da vida e da moral.
Bens materiais têm mais importância
Que o amor, o afeto e a empatia humana.
E os infratores nas suas extravagâncias
São glorificados ou justificados, enquanto
O cidadão cumpridor de leis fica à distância.
A esta triste realidade chegamos.
É preciso mudar tudo de forma urgente!
Não podemos aceitar o que deixamos,
E não seremos julgados inocentes.
Raimundo Nonato Ferreira
Julho/2026
Não existe 'começo errado' nem 'começo certo', existe apenas o próximo passo e o dado que você coleta dele. O sucesso não perdoa quem insiste no erro por medo de mudar.
Em Deus até o que parece dar errado está dando certo. Se você pediu a Ele, confie no processo através da fé, agradeça até mesmo nas atribulações.
Antes de julgar o que é certo ou errado, eu vejo o fato; depois que eu entendo esse fato, vejo se esse fato é certo ou errado para mim.
*Dá o mesmo trabalho fazer o errado e fazer o certo *
Exemplo:𖹭.ᐟᥫ᭡
Três operários diante do mesmo muro: um picha, um pinta, um vai embora. Todos cansam igual. Só um termina o dia com orgulho.
🪼⋆.ೃ࿔*:・ᥫ᭡
ficar irregular pelo errado é melhor do que se aliar ao erro só para (parece) certo!
No fim das contas, quem se alia ao erro para parecer certo acaba se tornando parte do problema. Ser o "irregular" que aponta a falha exige muito mais coragem. É o clássico: melhor caminhar sozinho do que bem acompanhado por quem te leva pro buraco
Você ensinou que se dá certo ou errado é responsabilidade dos dois.
Então nos punir é pecado já que sabemos a dor que vem depois.
Sorria por da gente lembrar.
Vem me buscar e vou de vez, sem questionar.
No cabo de guerra de quem está certo e de quem está errado, vê-se a fragilidade humana de vencer a si mesmo. No fim todos se perdem!
O conflito moderno não é entre certo e errado, mas entre o que o Direito consegue ver e o que ele ainda não reconheceu.
Feliz será o dia que a sociedade das aparências deixe de julgar o certo e o errado pela perfil da silhueta. Muitas vezes a verdade está no que nos incomoda ao olhar e tudo que nos agrada, estão recobertos de ilusões, mentiras maquiadas resplandecentes de luzes artificialmente. Começamos a compreender a vida, o justo e o perfeito como ela é quando deixamos de sermos do rebanho, uma parte insólita e cômoda da maioria.
Não há
jeitinho meio certo
nem meio errado
de fazer nada
certo.
Isso provoca porque confronta uma das principais tentações humanas: a de acreditar que pequenos desvios são aceitáveis quando o objetivo parece nobre.
Mas nada é tão nobre ao ponto de flertar com pequenas concessões.
No entanto, o caminho escolhido para alcançar um resultado diz tanto sobre quem somos quanto o próprio resultado.
Integridade não se mede apenas pelas grandes decisões, mas, sobretudo, pelas escolhas silenciosas que fazemos quando ninguém está vendo.
O chamado “jeitinho” costuma se apresentar como uma solução prática, inofensiva ou até necessária.
Mas, quando normalizamos atalhos que ferem princípios, corremos o risco de transformar exceções em hábitos e conveniências em valores.
O que hoje parece um detalhe pode, amanhã, comprometer a confiança, a credibilidade e o caráter.
Fazer o certo exige coragem, paciência e, muitas vezes, renúncia.
Nem sempre é o caminho mais rápido, mais fácil ou mais vantajoso.
Ainda assim, é o único que permite dormir com a consciência tranquila e construir relações baseadas na confiança.
No fim, a ética não admite meias medidas.
O certo não precisa de maquiagem, justificativas ou adaptações oportunistas.
Quando escolhemos agir corretamente, escolhemos também honrar nossos valores.
Porque não existe um jeito “quase certo” de fazer o que é certo: ou se faz com integridade, ou se abre mão dela.
