Certamente
O sistema que não concede lugar para que todos os membros sirvam, certamente não é o sistema do Corpo de Cristo.
Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.
sfj,reflexões bíblicas
Quem abandona a família por motivos banais, não merece segunda chance. Certamente irá abandonar outra vez.
Sucesso
Uma pessoa bem sucedida com certeza absoluta é audacioso. Certamente em algum momento da sua vida recebeu oportunidades, e foi sábio o suficiente para discernir os caminhos e os limites para o crescimento, e rumar para a evolução ao progresso.
"Tudo o que vier a fazer, faça com excelência, pois aquilo que ofertar certamente voltará."
Val Costa.
Cativado por esta noite esplêndida, neste momento ao teu lado, pois, certamente, estou fascinado contigo, estás elegante, amável, representando um amarelo emocionante, o teu sorriso radiante como o sol de um belo dia que está nascendo, a imponência apaixonante de um girassol, brilho reluzente de uma estrela incomparável nos teus olhos, luz de um amor sincero, deixarias van Gogh exultante e por consequência, ele ficaria inspirado, assim, estou vendo agora em ti, a primazia farta de uma arte esplendorosa, a essência que agrega um sentir poderoso a estas minhas palavras, uma poesia que ganhou vida, cor e formas, num tom de alegria, de uma inspiração proveniente do Senhor, uma luminosidade sedutora, simplicidade de muito esplendor.
O aventureiro que se aventura em viver
Nasci, certamente, para ser um aventureiro e desbravar o mundo, principalmente pelos tantos atributos da natureza, viagens emocionantes e inesquecíveis.
Pois, em cada aventura, posso me sentir mais vivo e livre, quando lembro que viver não é apenas existir; assim, preciso restaurar o corpo, a mente e o espírito
Espero, então, continuar me aventurando do jeito e pelo tempo que O Senhor me permitir, vivendo o máximo de aventuras — daquelas animadoras, curiosas e únicas.
Eu poderia te amar por mil anos.
E certamente o amaria.
Certamente o esperaria.
Certamente o respeitaria.
Mas, entre amores e seguranças?
Prefiro o lugar seguro onde posso descansar!
Quando crianças, um viveu na normalidade e o outro na sobrevivência.
Agora adultos certamente discutem e dificilmente chegam a um censo comum realmente com satisfação.
A consciência universal já está cada vez mais perto, independentemente de qualquer coisa.
Vai dar tudo certo.
Os que acreditam que a felicidade mora apenas nas grandes conquistas, certamente nunca deram carona à Liberdade.
Quem prefere guardar dinheiro do que recorrer à medicina particular, certamente tem muito pouca vida para tentar salvar.
Há uma diferença sutil — e muito profunda — entre economizar por prudência e economizar por medo de viver.
Os que preferem guardar dinheiro a recorrer à medicina particular, mesmo quando a urgência bate à porta, talvez não estejam apenas protegendo o bolso; talvez estejam, sem perceber, revelando a dimensão da vida que acreditam merecer preservar.
O dinheiro, em si, é ferramenta.
Pode comprar conforto, segurança e oportunidades.
Mas quando ele passa a ocupar o lugar da prioridade absoluta, a saúde vira detalhe contábil — e a existência, uma planilha.
A pergunta que fica não é sobre cifras, mas sobre valores: que tipo de futuro alguém imagina ter quando hesita em investir no próprio presente biológico?
Há quem acumule recursos como se estivesse comprando tempo, mas se esquece de que tempo não se negocia, apenas se vive.
Guardar dinheiro pode ser sinal de responsabilidade; negligenciar cuidados essenciais por apego ao saldo pode ser sinal de que a vida já está sendo vivida pela metade.
No fim, não se trata de julgar escolhas individuais — cada realidade tem suas dores e limitações —, mas de refletir sobre prioridades.
Quem trata a própria saúde como gasto supérfluo, talvez esteja dizendo, ainda que em silêncio ensurdecedor, que sua existência é adiada, que seu corpo pode esperar, que sua história não é tão urgente.
E a vida, quando não é urgente para quem a vive, torna-se insignificante demais para ser salva.
Quando a segurança financeira supera a autopreservação, o indivíduo deixa de ser o senhor do seu patrimônio para se tornar o vigia de um tesouro que ele mesmo não usufruirá.
Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.
Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.
É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.
A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.
O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.
Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.
A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.
Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.
Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.
Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.
No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.
Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.
Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.
Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.
Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.
Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.
Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.
Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.
Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.
Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.
É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.
Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.
Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.
E que — o Céu é uma escolha possível!
E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.
Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.
Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.
Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.
No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.
" 'O que faz você feliz, necessaria e certamente não é o que me faz feliz.' Disse eu para Minha Vizinha (de Cima), mas ela não consegue entender.
E eu sequer mencionei que ela é seguidora da 'filosofia' do 'Ra' e é Bolsonarista. Ela nunca entende ou finge não entender o que digo. Poizé!"
TextoMeu 1294 🧑🍳
Quem curou Naamã: a água do rio Jordão ou a sua fé?
Certamente, foi a fé.
No entanto, para que essa fé pudesse operar, Naamã precisou primeiro abrir espaço em seu coração para crer no improvável — que, ao entrar na água, seria curado da lepra.
Ele creu no improvável, e então a fé entrou em ação.
Das texturas mais perfeitas que meus dedos puderam tocar, certamente a preferida é sua pele.
Das cores mais belas desde mundo, são seus olhos que dão cor ao meu mundo.
De todas a músicas do meu playlist, aquelas que ouvi na sua presença são as únicas que ouço.
Minha maior inspiração para sonhar, sorrir e para falar de amor, é você.
Minhas lembranças giram em torno de nossos momentos.
