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Hoje quisera que a positividade fosse tão sólida
Quanto a vontade que nos cerca de vencer de hora em hora
A segurança é a nossa responsabilidade
Para que o dia seja pleno e não nos faça incapacitados
Contudo eu desejo momentos de alegria
Com a minha sinceridade eu desejo um bom dia!
A tristeza quer novamente me coagir.
Porque me cerca assim?
O que ela quer de mim?
Se foste ela que me deixastes assim.
Mas o que ela não sabe, é que a felicidade, apossou-se de mim.
Quem busca a riqueza sem perder a sua humanidade torna-se uma fonte de luz para todos os que o cercam.
O tempo vai se encarregar de estourar essa bolha que te cerca, meu anjo. E quando o silêncio chegar, você vai sentir no peito a verdade que eu sempre soube: ninguém nunca vai te amar com a verdade que eu te amo.
FRONTEIRAS DO SER
Somos a intersecção criativa entre o que carregamos e o que nos cerca. Os limites não nos aprisionam, são eles que nos permitem existir como únicos.
No Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas dependem de benefícios sociais, excluídos os aposentados. Um pais que se acomoda nesses programas, sem gerar empregos, entra em colapso.
Benê Morais
Na Suécia, vereadores não recebem salário fixo e deputados federais recebem cerca de R$ 16 mil líquidos após impostos. Ele não têm assessores nem carros oficiais. Ser político na Suécia é servir ao cidadão, não viver de privilégios.
Benê Morais
Na Suécia, deputados federais recebem cerca de R$ 16 mil líquidos por mês, após impostos. Eles não têm assessores, carros oficiais nem auxílio-moradia. Ser político na Suécia é servir ao cidadão, não viver de privilégios.
Benê Moras
Você sabia? Estima-se que, se pesássemos toda a biomassa dos seres vivos da Terra, cerca de 20% seria formada por formigas. Pequenas individualmente, mas gigantes quando trabalham juntas. A natureza prova que a força nem sempre está no tamanho, e sim na união.
-Jouberth Toffoli
Depois de passar cerca de três meses parado, gastando muito e sem ganhar nada, surgiu uma oportunidade de voltar a trabalhar na área energética.
Tudo começou numa conversa com um amigo que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança. Como seus clientes eram empresas do setor elétrico, ele comentou sobre uma fábrica em São Bernardo do Campo que produzia escadas para concessionárias de energia e tinha a intenção de entrar no mercado de linha viva, justamente a minha especialidade.
Ainda decepcionado com a experiência da empresa anterior, ouvi a proposta com certa desconfiança. Porém, como precisava urgentemente voltar ao mercado de trabalho, resolvi conhecer a empresa e conversar com seu proprietário.
O dono era o Sr. João, um homem de aproximadamente sessenta anos, cheio de ideias e entusiasmo, embora com poucos recursos financeiros para investir. Os equipamentos utilizados na fabricação de ferramentas para linha viva eram caríssimos e, pior, não eram produzidos no Brasil.
Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica de escadas para o setor energético e, ao lado dela, um enorme galpão onde eram fabricadas escadas domésticas, bancos-escada e tábuas de passar roupa, produtos destinados ao mercado residencial.
Como eu já estava há algum tempo sem trabalhar, acertamos uma experiência voltada aos setores elétrico e telefônico. O salário era bem inferior ao que eu recebia na empresa anterior, mas minha situação não permitia muitas exigências.
Comecei realizando um trabalho de divulgação das escadas junto às companhias elétricas. Como eu já conhecia muitos clientes daquele segmento, o desenvolvimento do trabalho foi relativamente fácil. Em seguida, passei a atuar também no setor telefônico.
Atendendo a solicitações das concessionárias de energia, desenvolvemos algumas escadas especiais montadas sobre veículos. Com esses equipamentos voltei a viajar, embora em uma frequência muito menor do que nos tempos anteriores.
Com o passar do tempo, após a saída do gerente da área doméstica, acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas.
Foi nessa época que vivi um episódio que jamais esqueci.
Certo dia, eu conversava em minha sala com minha esposa sobre a situação da minha sogra. Ela estava muito doente e internada em um hospital de Osasco. Seu estado de saúde se agravava a cada dia, e o atendimento que recebia nos preocupava muito.
O Sr. João entrou na sala e ouviu parte da conversa. Ao entender o que estava acontecendo, pegou o telefone e ligou para um amigo que era diretor do Hospital de São Caetano.
— Qual é o nome da sua sogra? Em qual hospital ela está internada?
Passei as informações.
Ele falou com o amigo, explicou a situação e, ao desligar, disse apenas:
— Vamos tirar ela de lá.
E foi exatamente o que aconteceu.
Minha sogra foi transferida para o Hospital de São Caetano, onde permaneceu internada por cerca de trinta dias. Recebeu um atendimento excelente e saiu de lá recuperada.
Naturalmente, minha preocupação seguinte foi com os custos.
— E a conta, Sr. João? Como vamos pagar?
Ele respondeu com a maior tranquilidade:
— Não se preocupe. Quando ela chegar, a gente dá um jeito.
Algum tempo depois a conta chegou. Eu nunca soube o valor. O Sr. João não deixou que eu a visse.
Mais tarde fiquei sabendo que ele ligou para o diretor do hospital e fez um acordo. Em seguida, carregou um caminhão com uma grande quantidade de tábuas de passar roupa, bancos-escada, escadas metálicas e escadas de alumínio, enviando tudo para o bazar beneficente do hospital.
O assunto morreu ali. Ele nunca mais comentou sobre isso.
Os anos seguiram seu curso. Continuávamos trabalhando e, de vez em quando, viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente no Rio Grande do Sul, estado pelo qual ele tinha uma admiração especial. Adorava ir a Caxias do Sul.
Até que um dia a telefonista transferiu uma ligação para minha sala.
Do outro lado da linha estava o diretor de uma empreiteira que prestava serviços para a CESP — Centrais Elétricas de São Paulo. Chamava-se Dr. Rubens.
Ele disse que precisava tratar de um assunto confidencial e perguntou se eu poderia encontrá-lo no dia seguinte.
Conversei com o Sr. João e expliquei que uma empresa havia me procurado, mas que eu não fazia ideia do motivo.
Na manhã seguinte fui ao endereço combinado.
Ao chegar à portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com o Dr. Rubens.
O porteiro respondeu:
— Aqui não tem nenhum Dr. Rubens.
Estranhei.
— Claro que tem. Ele marcou uma reunião comigo.
Nesse momento o telefone interno tocou. Após atender, o porteiro mudou imediatamente de atitude.
— Desculpe, eu me enganei. Ele vai recebê-lo.
A conversa foi cordial, mas algo me chamou a atenção. De cada dez palavras que o Dr. Rubens dizia, oito eram sobre a Munck.
A Munck era, naquela época, a maior fabricante de guindastes da América do Sul. Tinha sua principal fábrica em São Paulo, filiais no México e na Argentina, distribuidores espalhados por toda a América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio.
Era uma gigante do setor.
Ao final da reunião ficou evidente para mim que alguém queria me contratar, mas não era aquela empreiteira.
Apesar da insistência, deixei claro que não tinha interesse imediato na proposta. Mesmo assim, prometi pensar e dar uma resposta no dia seguinte.
Saí dali e segui para o trabalho.
Durante o caminho, uma conclusão se formou naturalmente na minha cabeça: quem realmente estava tentando me contratar era a Munck.
Assim que cheguei à empresa, peguei o telefone e liguei diretamente para a fábrica da Munck.
— Gostaria de falar com o Dr. Rubens.
A telefonista perguntou quem estava ligando. Eu me identifiquei.
Poucos segundos depois ele atendeu.
Não fez apresentações nem rodeios.
Perguntou apenas:
— Quando você pode vir conversar aqui na Munck?
Foi naquele momento que percebi que minha vida estava prestes a mudar mais uma vez.
E mudou.
Eu, sentada na cerca, com pena da vaca atolada, morrendo de vontade de comer uma carne assada com batatas coradas.
A verdade é que a gente passa a vida em cima dessa cerca, equilibrando a nossa pose de pessoa perfeita com os nossos desejos mais humanos e egoístas.
🐄
O Sapo-Boi da Geladeira
A fazenda era cinematográfica. Enorme. Tinha cerca de 15 mil alqueires, grande parte deles preservados. O proprietário era o senhor José Cândido Teixeira, cunhado do meu cunhado e primeiro prefeito de Santa Mariana. Ele não morava na fazenda, mas estava sempre por lá.
A casa-sede era dividida em três corpos. Em um deles ficavam a cozinha e a despensa. Em outro, totalmente aberto e bem ventilado, havia um salão enorme com uma grande mesa onde fazíamos as refeições. Era também o lugar de jogar conversa fora, contar causos e passar o tempo.
Na terceira parte ficavam os dormitórios: duas suítes e mais dois quartos.
Nesse salão, apesar de não haver energia elétrica na fazenda, existia uma geladeira movida a querosene. Como funcionava, eu não sei explicar. Só sei que funcionava muito bem.
Debaixo dela morava um tremendo de um Sapo-Boi — assim mesmo, com letras maiúsculas, em homenagem ao tamanho do bicho.
Ele só saía durante a noite. Imagino que fosse procurar comida e cuidar dos seus afazeres de sapo. Mantínhamos uma relação baseada em respeito mútuo e distância regulamentar.
Numa tarde de calor escaldante, eu estava sem camisa, parado no salão, olhando distraidamente para o lado de fora da casa. De repente, senti algo gelado e úmido grudando nas minhas costas.
No mesmo instante ouvi a voz do meu cunhado:
— Adivinha quem está nas suas costas?
Meu Deus... o Sapo!
Disparei numa correria desesperada. Corri tanto que levei o infeliz grudado em mim por um bom pedaço do caminho.
Passados alguns dias, lá estava ele novamente, vivendo sua rotina normal, acomodado sob a geladeira, em sua confortável casa refrigerada.
Quanto a mim, nunca mais fiquei parado perto daquele lugar sem antes conferir quem estava atrás de mim.
No horizonte há tantas possibilidades e oportunidades, e compreender os mistérios que nos cercam é a única verdade. Pois o mar pode engolir o seu ego dentro de regras simples; tudo o que conhecemos é apenas a equivalência do espírito.
Ignorar a segurança para aprender com cada instante nos faz avançar. Na simplicidade de abandonar o sentido da descoberta, observar e analisar é sábio até que tudo seja infinito dentro do macro mundo — pois o infinito está dentro de nós. Para nós, os limites são apenas linhas no horizonte. O pôr do sol, intensamente, pode lapidar o tempo para a noite, para descansar e sonhar com novos horizontes e ganhar mais conhecimento: uma reminiscência evolutiva. Tudo o que conhecemos torna-se evidência da história que contamos.
O salto de fé dentro da mente acontece quando aceitamos as possibilidades e probabilidades dentro de um contexto maior. Criamos fantasias dentro das alternativas, mas, mesmo assim, olhamos a imensidão, pois somos o próprio universo se observando num vasto mar de consciência.
Esta voz dentro de cada um se conecta na abertura de um livro, nas margens peculiares de um rio ou na imensidão do cosmos, buscando a compreensão e a perfeição da resiliência para entrar no mundo oriundo de si próprio. O que é perfeitamente acessível torna-se parte do destino de cada um, em uma camada de realidade dentro de sua existência.
Mesmo no micromundo, há movimentos que apenas observamos. E, mesmo que não nos lembremos do nosso próprio início, ainda sonhamos acordados até que exista um começo, pois existimos dentro da existência cognitiva.
Podemos nos contemplar, cometer erros e ser até alienados, mas ainda vivemos sob as limitações do tempo. Mesmo persistindo nas aventuras do universo conhecido, carregamos alegrias e tristezas, vagando em nossas mentes pelo extremo vazio. Contemplamos abismos e olhamos para dimensões infinitamente sobrepostas na escuridão dos nossos pensamentos.
O equilíbrio gravitacional dá sentido literário à busca do conhecimento, pois o universo se expande a todo momento até que comece a regredir dentro de suas variáveis infinitas. Somos um pingo que decidiu ser, para ser dentro do "Eu Sou".
— Celso Roberto Nadilo
Dos cerca de 200 países no mundo, apenas um detém o poder e controle sobre todos os outros, comodismo global!
O Império só ataca!
EUA atacam cerca de 90 alvos, segundo os americanos, militares na costa do Irã em nova rodada de bombardeios!
Na Lua, o ser humano já deixou cerca de 200 toneladas de objetos e resíduos, marcas da nossa passagem por um mundo que ainda conhecemos tão pouco.
O homem pode perder-se nos seus próprios sentimentos de modo a esquecer o que o cerca, e entregar-se a uma paixão louca que lhe ataca o coração.
