Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Se olhares bem no fundo dos meus olhos verá interjeições exclamativas de tristeza, mas na iris banhada pelas lágrimas, verá também o brilho de um amor-próprio que você nunca vai ser capaz de apagar.
Às vezes, a separação é algo inevitável. A ausência da pessoa amada faz o coração arder em saudade, a mente refletir e o amor crescer.
Glorificar significa reconhecer a presença de Deus em tudo, transcender o ego e superar o medo. Como embaixador do amor e da paz, Deus é o provedor supremo.
Para apreciar os menores detalhes da vida, que eu saiba ajustar bem minha visão, utilizando sempre em grau máximo as lentes do amor e da gratidão!
- Você não tem medo de Morrer?
- Claro que tenho, mas tenho mais medo de passar a eternidade em um mundo sem amor.
E, ela aproveitou o vazio da ausência dele para se movimentar dentro de si mesma com a liberdade que há tempos não tinha, faxinou todos os cantos, jogou fora tudo que não acrescentava mais, encheu-se de amor-próprio e aprendeu a amar a própria companhia.
Qualquer ensino sobre a vida e humanidade dentro de uma Igreja cristã, quenão seja a Palavra de Deus e não anuncie o Evangelho puro de Jesus Cristo, deve ser considerado maldito pelos cristãos verdadeiros.
Em um culto ao Senhor Criador, resultados do ensino secular e científico misturado a Palavra de Deus e esta em segundo plano, apenas demonstram soberba humana em emprestar a mente dos homens para auxiliar a Deus;
"Pare de reclamar da vida e culpar outras pessoas. Tenha fé, levante a
cabeça, sacuda a poeira e siga em frente.”
"Até mesmo a porta fechada se transforma em boa notícia quando
você está seguro da promessa de Deus para você.”
"Não se deixe iludir pelos bajuladores. Lembre-se que o homem
acaricia o cavalo hoje para depois montá-lo.”
"Desafiador nos dias de hoje é encontrar homens que criem um filho,
cuidem de um jardim e ao menos leiam um livro.”
"A busca por reconhecimento e popularidade tem sido mais letal para
homens de Deus do que a própria perseguição religiosa.”
