Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
E quando o teu coração te leva para caminhos nunca explorados é preciso se precaver. Caso a paixão faça com que você se perca, o amor te guiará.
Eu não poderia feri-lo, eu o amava, é claro que o amava, mas se eu tivesse o ferido estaria sendo egoísta, e estaria magoando outra inocente garota que estava a experimentar o doce veneno do amor, o veneno que explodirá meu coração, levará minha voz e me fez sangrar pelos pés todo o amor que havia dentro de mim, toda dor que eu senti, todo sofrimento, apenas não podia, estaria quebrando o código qual vovó passou toda sua preciosa vida ensinando a minhas irmãs, a outras sereias, e a mim “De suporte a todas as outras garotas, não as magoe e nem deixe que se firam com o ferro que já te feriu”. Eu o perdi e precisava aceitar, não poderia o tirar dela só pelo meu estupido egoísmo por mais que me fizesse sangrar e delirar de dor.
Com a mesma intensidade que amo, muitas vezes te odeio, mas meu ódio nunca vive o bastante pra eu deixar de te amar.
Não tenho espaço sobrando para preocupações desnecessárias, te sentir ocupa todos os meus intervalos.
Fingir sentimento nunca foi meu forte, se sinto meu corpo todo fala, mesmo quando minha voz silencia.
Apaixonei-me, aliás, estou completamente apaixonada desde que comecei a ter um caso comigo mesma. Agora estou pronta, meu coração pode ser seu!
Venha, eu estou te convidando?! Só não venha pela metade! Venha com TUDO que há em ti que terás o melhor de mim. (Edna Frigato)
Não pensei que pudesse amar-te tanto assim. Quando penso que já amei tudo que podia, me descubro te amando um pouco mais.
Quando dois corpos tatuados de estrelas se encontram sob o luar, se dissolve nos sussurros a barreira intransponível do idioma.
Quero-te como meu verso raro, minha poesia liricamente imaculada, concebida no mais puro e sacro ritual do amor e do desejo.
