Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Perdemos. Perdemos o tempo que tínhamos, perdemos as páginas da história que escrevíamos. Perdemos o amor enquanto tentávamos tirar nossas dúvidas. Perdemos diante a saudade que escondíamos. Foram tantas perdas ao longo de um caminho repleto de mãos dadas. Na ventania, perdemos a empatia. Enquanto ia consertando os meus defeitos para me moldar a você, perdi o melhor das melhores coisas que existiam em mim. Perdi a graça, enquanto perdíamos o que ainda nos restava. No meio da frieza, perdemos o calor de ficarmos juntos. Quando eu lutava para encontrar maneiras de não te perder, íamos nos desencontrando. Até que um dia, você se perdeu em meio as dúvidas, me mandou embora da sua vida e desapareceu. E eu fui me perdendo na tristeza, na solidão e na dor. Perdi as mensagens em palavras que não enviei e nas cartas que nunca escrevi. Palavras que ficaram perdidas nas noites em que buscava respostas. Respostas que foram perdidas por descaso ao tempo. Respostas que nunca tive. Mas, aprendi que no amor nada se perde e, quase sempre, a gente se perde justamente pra se encontrar. E em meio aos encontros que tenho, sempre me deparo com aquele teu sorriso que fazia com que eu me perdesse. E lembro das perdas que tive. E lembro do amor que tinha. E percebo o quanto você também perdeu.
Já perdemos muitas batalhas. Perdemos familiares. Gente de bem, tão querida e amada, que sua falta nos tirou o chão. Perdemos amigos, através das circunstâncias que a vida nos impõe ou diante de fatos consideravelmente relevantes que nos obrigaram a nos desprender. Ao longo da vida, independentemente do tamanho da estrada, deixamos muitas coisas para trás. E isso deve ter machucado muito pois, nem sempre, queremos nos soltar. De um abraço, de uma boa conversa, de uma cidade. De uma casa que abriga amor, compreensão, tolerância. De um lar que, com toda adversidade chamada família, era o ninho perfeito para curar qualquer aflição. Já perdemos prova. Perdemos o primeiro lugar. O segundo. Ás vezes, perdemos tanto, que nem ficamos entre os dez. Perdemos coisas. Aquela coisa que a gente achou que iria ter pra vida toda e seria a nossa referência de saudade e boas lembranças no futuro. Perdemos todos os dias. Perdemos chances de sermos justos, de sermos bons. Todo dia, alguém necessita de uma palavra amiga e nós, simplesmente, perdemos a oportunidade de sermos o portador dessa luz. A gente perde, sempre. E essas perdas angustiam. E os amores que perdemos? Por comodismo, por sermos infantis, imaturos, incompreensíveis. Por perdemos a capacidade de nos colocar no lugar de alguém, talvez. Amores que nos davam norte e era o nosso solo firme. Perdemos e choramos. Gritamos por dentro, de um lugar onde só a nossa alma era capaz de ouvir. Noites de desespero. Prantos e lamentações. Perder é muito ruim. Perder, talvez, seja a vida nos dizendo que não somos perfeitos. Não somos invencíveis. Nós somos pessoas simples, que podem perder ou ganhar a depender das escolhas que iremos fazer. Mas, também, perder é uma das maiores provas de resistência que temos. A maior prova de que somos fortes é que chegamos até aqui. Vivos e dispostos a ganhar.
Moça, não tenha medo das adversidades do caminho. Se for pra chorar, que seja sozinha assistindo um drama épico na Netflix no final da tarde de um domingo qualquer. Mas, chorar por alguém que não demonstra importância em te fazer sorrir, moça, é burrice. Não trate isso com normalidade, porque o amor não é a fatalidade que vendem por aí. Não creia na lenda de que todo casal vive nessa inconstância sentimental de arrogância e vacilos tolos de homens bobos. Tenha amor por você e pela sua felicidade. E só ame quem amar a sua felicidade, também. Porque, moça, quem amar a tua felicidade vai lutar, até em dias tristes, para te fazer sorrir.
De perto de pertinho mesmo ninguém é normal e todo mundo tem lá seus exageros à parte.
Cá entre nós amo muito isso.
"Deve ter alguma coisa de errado comigo. Quando eu tô com você, eu não quero que você vá embora nunca!"
Se cheguei ate aqui é porque toda armadilha preparada para mim não prosperou, e todos que torceram contra mim novamente se enganou.
Para você que não deixa a minha em paz, te digo que cuide da tua vida, que da minha já tem Deus tomando providencia.
Não adianta querer esconder por trás de mascaras e lençóis o que és realmente, se as tuas atitudes revelam a tua verdadeira personalidade.
Perda de tempo é dizer que não vou conseguir, se nos planos de Deus já está decretada a minha vitória.
Estou pensando seriamente em tomar novos rumos na minha vida, nestes as pessoas que me iludiram não estarão presente, e as que desacreditaram em mim, de camarote verão o meu sucesso.
Não imagino hoje ficando com outra pessoa a não ser você. Não imagino hoje tendo os meus dedos entrelaçados, se não for com suas mãos macias e carinhosas. Não me vejo hoje olhando nos olhos de outra pessoa com a mesma intensidade de amor que se não for os seus olhos, não me vejo hoje falando de amor se não for pra você.
Sim... sempre será minha grande amiga... minha filha... que me prega peças e espera em silêncio para ver minha reação... que me copia em quase tudo, menos na cara de brava.. (ops.. acho que é bem parecida com a minha rsrs).. que me acompanha de pertinho e me ajuda a ser uma pessoa melhor.. Sabemos bem nosso papel de mãe e filha... mas ser tua amiga é algo tão especial para mim... lógico que não vou concordar em tudo com você, mas te amparo e apoio para que você voe bem alto!! Sou sua fã número 1! Te amo Filhota!!!
Jesus ainda se importa com a humanidade.. A Sua morte não pode ser revogada... O sacrifício já foi feito... Aceite e viva melhor!
Sabe o tempo?... então.... com o tempo as verdadeiras personalidades são reveladas.. e as máscaras... ah... sim... elas acabam por cair..
Quem vive mascarado, é porque ainda não descobriu a verdadeira identidade em Jesus... então eu digo... Você é amado! Não importa quantas máscaras já precisou ou optou por usar.. Se realize! Seja você mesmo! Deixe Deus te ajudar...
E ela disse:
- Em mim, o buraco para o coração dos homens. Em mim, as curvas do labrinto onde todos se perdem. Em mim, dois poços de agua cristalina, se ofogam e não sabem. Em mim, os fios negros que tecem suas prisões. Minha canção è bela e logo encanta, minha porta é pesada , de sedução.
Só quem já aprendeu a recomeçar sabe como é a delícia de não ter medo quando se percebe a proximidade do fim. Quando o presente é turbulento, só aumenta o anseio por um futuro diferente. Até porque, quem aprendeu a recomeçar, não se prende a amores catastróficos, nem mesmo aquele emprego de açoite, nem amizades inautênticas. Tem em si a liberdade de reconciliação com seu futuro.
