Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
O amor e uma dor, a dor mais gostosa que já pude sentir. Esta dor vem com uma força que nos coloca à frente a sermos inteligente para reconhecer que somos depende de outro ser vivente e que isto dure eternamente.
A poesia vem da alma se revela com o que a gente sente e se junta com o amor do coração e vai a nossa mente que desce em nossas veias para fazer o amor resplandecente ao olhos dos viventes.
O amor não é apenas um sentimento, é um mandamento, nós temos que amar,Jesus nos mandou amar inclusive aos inimigos.
Faça tudo com amor, zelo e atenção, mas não espere reconhecimento, muita gente não sabe o que é isso.
É preciso entender que certas coisas não são para acontecer. Desistir não é fraqueza é amor próprio.
O amor é como o ar, se prendermos nos fará mal, se respirarmos, soltaremos; mas quando inspirarmos ele voltará.
O relacionamento deve ser como um ninho onde sentimos segurança, conforto e amor. E não como uma gaiola, onde nos sentimos presos e dominados.
Quando dermos conta que é amor que nos falta; as diferenças serão insignificantes, os julgamentos não existirão, a tolerância será constante e a união abundante!
Se há dor, é porque ainda existe amor. Se falar, vai te machucar, é porque não deixou de amar. Se lembrar, te faz chorar, é porque sente vontade de voltar. Se não dá mais pra voltar, tem que superar.
A intensidade na reciprocidade, faz o amor acontecer sem tempo determinado. A periodicidade na mutualidade faz o amor permanecer por tempo indeterminado!
Escolha a estação que aqueça o amor; que esfrie o ódio; que derrube o orgulho e que floresça a esperança sempre!
