Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Amor não se mede pela quantidade de vezes que dizemos eu te amo, mas sim pela quantidade de vezes que provamos que isso é verdade.
Meu amor, quero lhe agradecer por suportar meus defeitos, tolerar os meus erros e, principalmente, por me entender. Não esqueça que amo muito você.
Eu vivo de amor, recebo amor, dou amor, falo de amor, uma imensa emoção...
Que muitas vezes elevam circunstancialmente, o compasso do meu coração.
Ocupei-me o tempo todo para disfarçar o seu amor por mim, sendo que o seu amor era outro. O barraco desabou e eu não tenho nada com isso, e também não me importo. Pois esse disfarce nunca me enganou, e sim a si mesma.
Para ter o amor de alguém, não basta querer e forçar, muito menos correr atrás sem nenhum sentido, basta simplesmente saber se esse amor é recíproco, mútuo.
Uma pessoa rica e importante pode ter tudo aos seus pés, mesmo sem amor, ao contrário disso, existe quem tem por amor.
O amor, a paixão pode acabar um dia, mas o que aprendemos um com o outro jamais acabará. Por tanto podemos ensinar outras pessoas tudo aquilo que vivemos, fizemos e aprendemos juntos.
O amor e a flor tem algo em comum, se não cuidar, regar e trata-las com carinho, certamente morrerão.
AMOR! uma simples palavra, de fácil pronúncia mas de conteúdo gigante. Porém um sentimento desvalorizado e desrespeitado por muitos.
Tu podes ter esquecido os meus beijos, minhas carícias e o amor que fazíamos, mas a maneira que eu te tratava e o meu cheiro, tenho certeza que nunca esqueceste.
Que o som da minha voz ecoe o mais distante possível,
e chegue até você numa mensagem de Amor e Paz.
