Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Às vezes o fator que determina a minha felicidade não é o amor que nasce do meu coração, mas sim das minhas atitudes que fazem nascer o amor;
Não deixe meus sentimentos esfriarem em relação ao amor direcionado a ti, mas antes de me declarar a você devo gritar ao mundo de que estou orgulhoso do meu próprio coração que com coragem se fez sagrado a ti falar;
Neste momento não compreendo o amor que se apresenta através da dor;
A ausência causa indefinidas dores para quem ama e para quem é amado;
Venha e me traga todo o seu carinho para que o meu entender possa assimilar a paz no amor que tanto o meu coração busca;
Sei que esperar nunca foi e nunca será saber sobre o amor, mas caminhando pela luta de querer com a positividade se afasta qual quer dor;
Me sinto perdido com os dias contados de ser feliz, pois quem sabe minha hora vai acontecer, vai me trazer o alivio esperado pelo meu coração;
Se o meu amor me quer de manhã no dia seguinte eu vivo a madrugada sorrindo, para que minha manhã seja mais que feliz;
O amor só é verdadeiro quando ele supera qual quer dificuldade, mesmo a quem não pode trazer beneficio algum;
O amor é livre para fazer suas próprias escolhas, mas sempre se torna prisioneiro da paixão;
Choro lágrimas de arrependimentos, mas sei que aprendi, sem querer sofri nesse amor que pouco me fez crescer;
Pensei bem nas atitudes que iria tomar ou no que iria causar, pois assim sempre soube no resultado que iria se suceder;
Vem-me uma dúvida do que realmente sinto por você... Não sei se é paixão ou amor sincero, só entendo uma única coisa! Que o meu coração suporta o tamanho que tiver;
Ficando frágil eu acabo ficando e imperecível o nosso amor se torna para o ver de quem tem inveja;
O teu sorriso é muito cativante me deixando derretido para te cultuar com o melhor das minhas palavras;
Já chorei em silêncio e gritei em multidões, já fingi ter medo do amor, mas já tive coragem também de atravessar a dor;
A minha arte é o amor que ainda não fora descoberto por quem necessita, pois quem não entende acha que não sou artista;
Não tenha medo do meu amor tão exagerado que as noticias que tem sobre mim é o gosto de chuva com o calor do sol;
Que o amor desfaça sorrisos de plásticos enfeitando sentidos perdidos ou desate o cumprimento da promessa de uma vida de papel;
E que não me tente com olhos famintos enganados em vontades de querer o que não tenha;
