Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Eu nada seria se o amor não me reconhecesse pelo o meu romantismo no contentar que me cerca mesmo sem querer;
Agora vejo em parte as verdades do amor que responde o apaixonado com um transbordar de um coração carente;
Não irei me preocupar com o amor, sei que meu Deus me prepara para o melhor;
Pois a minha causa já entreguei em suas mãos e ele cuidará de tudo com excelência;
Não me entrego sem luta e não há vitória sem batalha, pois no amor não é diferente;
A história tem coisas bonitas para nos proporcionar, mesmo se o mundo começasse agora viveríamos como o sol e o mar;
Eu quero saber voar com as asas que você me deu para então dançar o amor que eu tenho para lhe oferecer;
Eu ainda espero você chegar para que a vida lhe traga para mim enfeitando minha estrada esperando você chegar;
Peço mais uma vez ao amor para reconhecer que faço o impossível para ir além e conquistar meus objetivos;
Sei que humano sou e não sou perfeito, pois não nasci para perder e com as certezas que me envolvem eu sou um vencedor
Eu e você não podemos afirmar que o nosso amor não possa acontecer, pois no vão que nos cabe os sentimentos as palavras ficam pelo avesso;
Não quero te perder de vista nem do meu coração sem querer viver um sentimento revirado que machucam o coração;
Se a vida me derrubar minha determinação me levantará, se um caminho me desviar o amor me fará retornar;
Será que se for sem mim você viverá no limite de um amor intenso?
Ou ficará despreza do costume que seu coração necessita e viverá sua liberdade?
Me perco com a irá do meu amor quê não quer viver um sentimento inventado, pois me interessa um querer sincero;
Não se importe com seu amor displicente, pois escolha um modo menos doloroso antes de se despedir;
Não me impressiono com os seus lamentos, pois suas decisões nem sempre são melhores que a da dor;
No amor quem acredita sempre alcançará os princípios e os desejos que o querer tem toda a intenção de estar junto;
Aos nossos esforços de entenderem o amor é a luta de superar as impossibilidades, mas que as correntezas de grandes dificuldades do homem foram conquistadas pelo próprio coração;
Quem vai saber se é de quem esse amor que absurdamente se joga na vida procurando de olhos abertos você;
Desesperadamente eu grito para que o mundo saiba o quanto o meu desespero é direcionado a você;
As flores de amor que eram tão reais se confundiram e tornaram-se tão frias no fluxo inseguro que plastificadas cometeram improváveis crimes;
Eu não corro atrás dentro dessa vida que tanto atrapalham compromissos assistidos;
Só quem vive sabe a medida do amor que está fora de controle, mas a minha cautela é o motivo de eu sempre pensar em você;
Alimentando minhas esperanças e não intensificando a dor que insiste em se arrastar atrás de mim;
O amor verdadeiro não é aquele que o coração vê com riquezas ou um reinado de incertezas;
Mas sim aquele que acalenta o ver do coração ansioso sem fazer papel de irmão;
