Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Deus mandou eu escolher! Entre o amor e a liberdade, no entanto escolhi o caminho que eu pudesse ser feliz... Estando a teu lado, enxugando cada lágrimas e lhe devolvesse como um belo sorriso;
Amo com um amor mais que amável, sem limitar os meus sentimentos, indo além sem querer ser mais que ninguém;
Amor não se exibe. Olhos não fingem e coração não brinca... Amor é para sentir, olhos para enxergar a direção que o coração irá amar;
Não gosto de um amor inventado... Como a vida inventada
Na hipocrisia da invenção, no qual vive a uma nação;
Quando penso que a saudade cessou! Deparo-me com as lembranças de você meu amor;
Porque me deixou?Por que fizeste isso comigo? Estou carente de você segurando essa dor;
Sou o meu próprio coração, ferido de amor... Incrédulo da paixão, mas corajoso por tentar mesmo caído no chão;
Não precisar de alguém para curar a própria ferida, não é ser arrogante... É valorizar o amor próprio é dar-se o privilégio na vida de ser verdadeiramente amante;
O amor é paciência,o amor é empatia, o amor é respeito e o amor é perdão... o amor é tudo isso a quem não acredita... Para alimentar o coração!
O meu amor sempre estará a te esperar, mesmo quando eu estiver cansado... Ainda sim! Terei sentimentos verdadeiros para te oferecer e te amar;
