Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Meu maior medo no amor é amar sozinho, mesmo assim não deixarei de te amar, pois minha felicidade está no seu amor.
Para que o amor seja uma bênção, e não uma dor, ele deve se dirigir ao único Amado que nunca morrerá.
E mesmo que em uma fase a sua melhor amiga esteja um pouco distante, o amor, a confiança e intimidade tornam essa distância menor.
Tenho alguém no céu que amo muito. Deixou um vazio que jamais poderá ser ocupado. Um amor imenso e uma saudade absurda.
O amor é uma reação química que vai e vem. Essa é a boa notícia: a decepção também é assim. Seu cérebro se acostuma. Sua química corporal volta ao normal.
Apesar de todo progresso, conceitos e padrões atuais
Sou do tipo que na verdade sofre por amor e ainda chora de saudade
“Não tente ser igual a alguém, exceto nas seguintes áreas: na fé, no #amor a Deus e na obediência ao Senhor; quanto às demais coisas, seja você mesmo”
O amor sempre será uma cançao eterna e quando não toca mais no tempo do agora, toca na lembrança. Por isso, é pra sempre.
Estou tão certo que nós dois seremos parte de uma história de amor. Eu não quero aprender a tolerar a dor de lhe perder, não. Mas quero aprender a viver, comigo e com você.
Quando se trata de coração sou exigente e assumo, só aceito se for amor, qualquer outro derivado eu dispenso.
Conquistar um coração não significa que ganhou um amor, mas sim, que precisa nutri-lo diariamente para merecê-lo.
Na segunda-feira, volto brava e masoquistamente, como se volta sempre para um caso de amor desesperado e desesperançado, cheio de fantasias de que amanhã ou depois, quem sabe, possa ter conserto. Este, amargamente, não sei se terá.
O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia.
