Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Que a bondade prevaleça na grandeza de suas belas flores,que o amor nos aqueça nas folhagens perfeitas e nas suas lindas cores.
Meu amor, já perdoei coisas inimagináveis, traições, ofensas, corações partidos, sonhos desfeitos. Perdoei porque quando amo meu amor é intenso, transcende meu próprio ser e não enxergo mais o eu e o você, enxergo simplesmente o nós.
Mas cuidado! Ao mesmo tempo que sou forte, sou frágil. Não tolero quem não sabe sua direção, odeio pessoas mornas. Trate-me com a delicadeza e o bem querer que mereço, pois, ao contrário, a mesma força que empenho em amar, empenho em te esquecer.
A primeira escola que ensina amor, união, relacionamento e respeito é a família instituída por Deus.
Não é o amor que é cego. O sentimento não veda os olhos dos defeitos da pessoa amada, mas sim o coração que ignora estes defeitos e ama mesmo assim.
Só queria seu amor, seu carinho e um pouquinho da sua atenção. Mas você achou que eu estava pedindo demais.
Parede se lamentar pelo primeiro amor, aceite a realidade, primeiro amor na maioria das vezes da errado mesmo.
Quando conheci o amor eu aprendi a me respeitar e a respeitar os outros, aprendi a me cuidar e cuidar dos outros, aprendi a ser gentil e ajudar todas as pessoas que precisam da minha ajuda ,aprendi a valorizar mais o que é meu, e o mais importante é que aprendi que é o amor que nos dar brilho, vontade de seguir em frente, expectativa para o futuro, e vontade de viver.
Não existe distância para sentir gentileza, doçura e amor ao próximo. Existem pessoas que por mais distantes que estejam com palavras de carinho e seu jeito doce de ser fazem massagem em nossos coroações, outras por mais perto que estão nos trazem solidão!
Não vejo o sol, não sinto frio, será que ela ainda não viu, que pra esperar por esse amor, parei no tempo...
Amor é sentir que o amor já é tanto que não cabe no coração,é o momento que você tem que deixar que ele transborde em um abraço de alma.
Eu não conheço loucura maior do que a entrega ao amor. Como podemos ser tão loucos a ponto de nos atirarmos - de cara - num precipício?
"Assim, para quem ama, o amor, por muito tempo e pela vida afora, é solidão, isolamento, cada vez mais intenso e profundo. O amor, antes de tudo, não é o que se chama entregar-se, confundir-se, unir-se a outra pessoa. (...) O amor é uma ocasião sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo por si mesmo, tornar-se um mundo para si, por causa de um outro ser: é uma grande e ilimitada exigência que se lhe faz, uma escolha e um chamado para longe."
Achava mesmo que o amor não devia estar atrelado a nada. Amor é um sentimento, não uma equação que deva ser resolvida à base da lógica. Fulano é um bom rapaz, logo é digno de ser amado. Já o outro não é, portanto não merece o amor. Para amar, basta sentir. Só isso. Não é preciso explicação, nem justificativa, nem motivo. O amor é simplesmente o amor.
