Cecilia Meireles Poemas Compromisso
Agora as máscaras vendam a boca, abafam os sorrisos, as falas...Mas os olhos estão sendo obrigados a nos comunicarem muito mais sobre o mundo, sobre quem realmente somos quando algumas luzes se apagam.
(Durante o isolamento mundial de 2020)
Acho que ciúme é uma doença dos tempos líquidos. Dessa tal modernidade que mesmo deixando as correntes, os chicotes e os tais "senhores" no passado...ainda sim modernizaram as prisões e as ferramentas a serem usadas. Inclusive afetivas. Ciúme é um produto da insegurança de alguém, da falta de confiança em um relacionamento, da falta de valorização também. É uma espécie de poeira que gera a possessividade e autoritarismo sobre o emocional do outro. A pessoa fica num estado de cegueira sem limites. E quando acorda...vê que perdeu alguém especial por causa disso.
As vezes os parceiros(as) que promovem essa doença nos próprios companheiros.
Tem que ser algo que precisa acabar ou no mínimo aprender a controlar...pq é o principal motivo das pessoas estarem sendo cada vez mais descartáveis. Relacionamentos estão ficando apenas na cama. Há cada vez menos profundidade nas pessoas por conta disso.
Foram tantas leis que nos violetaram,
E foram variadas amostras de amor e homofobia que nos esvaziaram os olhos da alma naqueles dias.
Ainda assim ficaram profusas transgressões na ausência de liberdade, que se consumiam nos próprios desamores.
Entre tanto, além de abandonarmos as figurações que em nome dos Deuses nos aflingiam, não restava outra opção se não mergulhar para além dos eixos da nossa consciência.
❤️Eu prefiro quando as pessoas me inspiram coisas boas ou emanam energias saudáveis e preferem a profundidade.
Eu não consigo me adaptar demais na rasura desses tempos. Eu gosto de respirar a poesia que está ao redor das personas. Observar a beleza delas em silêncio, admirar a intensidade, entender as curvas das falas, das lágrimas, dos sorrisos de cada uma.
Eu sou um tipo diferente de descolada (rs).
Não consigo agradar os permanentes.
Uma árvore que deixa livre a imortalidade do fruto.
Aqui jazz uma alma que sobreviveu
Aos aplausos vazios e às palmas sem som,
Nadando em mares de promessas sem cais,
Rindo da vida que jura ser séria demais.
Aqui descansa, enfim, no seu leito,
Entre flores que nunca soube cultivar,
Sobreviveu aos sábios e seus conselhos,
Mas não ao relógio que a fazia correr sem parar.
Ironicamente venceu o mundo,
Só para ser derrotada pela rotina,
E agora jaz, com um sorriso mudo,
A alma que sobreviveu, cansada e fina.
Seu epitáfio? Um suspiro, um deboche,
Porque a vida, afinal, era só um esboço.
"Aqui jaz uma alma que sobreviveu de ilusões"
A violência das palavras pode causar danos profundos e duradouros em uma pessoa. Assim como um golpe físico, as palavras podem ferir a alma, deixando cicatrizes emocionais que podem perdurar por toda a vida. Elas podem minar a autoestima e a confiança, causar dor e sofrimento, e até mesmo desencadear problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e trauma psicológico.
Além disso, a violência das palavras pode criar barreiras na comunicação e nos relacionamentos interpessoais. Ela pode criar um ambiente tóxico, onde o respeito e a empatia são substituídos por hostilidade e desconfiança. Isso pode levar a um ciclo de violência verbal, onde as pessoas se machucam mutuamente em um ciclo de dor e ressentimento.
É importante, portanto, cultivar a gentileza e a empatia em nossas comunicações, escolhendo com cuidado as palavras que usamos e o tom que empregamos. Lembre-se de que as palavras têm poder e podem deixar uma marca indelével na vida de alguém. Use esse poder com responsabilidade e sabedoria, buscando sempre construir, em vez de destruir, nos seus relacionamentos e na sua comunicação com o mundo.
Os limites, às vezes, nascem do sal das feridas,
como cercas invisíveis no terreno da alma,
moldados por dores que não pedem licença
e plantam espinhos no chão da calma.
São costuras frágeis no tecido da coragem,
um eco das noites em que o silêncio gritou,
como rios que se recusam a transbordar,
assombrados pelas margens que o tempo deixou.
Mas quem disse que a dor só constrói prisões?
Ela é pedra, sim, mas pedra de afiar.
É na carne cortada que a luz se infiltra,
é do sangue que nasce a cor do mar.
Os limites não são muros, mas pontos de tensão,
cordas que vibram entre o ser e o ceder.
Eles cantam a música da reconstrução,
e convidam a dançar quem ousa entender.
Pois talvez as dores sejam mapas em relevo,
ensinando as mãos a sentir sem ver.
E os limites, por fim, não sejam barreiras,
mas portais que aprendemos a transcender.
"Bem vindo ao jogo das escolhas, afinal é você quem faz suas escolhas, mas no final, são suas escolhas que fazem você."
Não sou superficial, quando amo é de coração, não simulo a afeição, mas respeito a todos sem distinção.
"Sou seletiva em tudo, mas não sou perfeita, apenas me permito fazer escolhas e tentar todos os dias ser o melhor que posso."
Insistir em algo que nunca deu, ou mesmo dá certo, é como calçar um sapato que não serve mais. Machuca, incomoda, causa bolhas, as vezes até sangra. Assim você percebe que o melhor é ficar descalço e se sentir livre. O mesmo é o sentimento, temos de deixa-lo totalmente livre. Deixar livre o coração enquanto viver, é o mesmo que deixar livre o pé enquanto cresce. Porque quando nós vamos crescendo, o número muda. E o que você insistia em pôr, não lhe serve mais. As vezes na vida, você tem que esquecer o que você quer, para começar a entender o que você merece... Seus olhos estão cheios de querer e sua mente cheia de desejos, mas a parte difícil não é ter o que se deseja, a parte difícil é saber o que realmente se deseja. O mundo é grande, mas o desejo de tê-lo é maior que ele mesmo. Então, a sua grandeza o faz a não pertencer a ninguém. Todos interiormente têm um mundo, assim, deixe que as pessoas façam parte dele, e faça parte do mundo de alguém, deseje o que estiver próximo a sua mão, pois desejar um pássaro no céu é desejar ter asas e voar como ele, mas lembre-se de que o ser humano não tem asas. Mas.... Se eu tivesse asas, estaria preso na gaiola de seus braços....
Eu preciso me afastar,
Preciso de um tempo,
Preciso me encontrar,
Tocar minhas mágoas ao vento.
(preciso de paz)
O homem comum,
na sua própria ignorância,
é sempre obstinado em seguir
os seus próprios caminhos.
É orgulhoso, arrogante
e nunca tem consideração por
um bom conselho.
O Brasil é mesmo um circo.
Os políticos são os palhaços,
e nós, o publico.
As vezes é preciso inverter os papeis. E a gente aceita, numa boa. Afinal, somos todos Brasileiros!
Esses olhos revelam um brilho!
Mas escondem muitos fatos:
muitos sentimentos:
muitos desejos invisíveis.
Ocultam uma lágrima:
um medo: uma história:
um alguém comum:
com um objetivo incomum:
~ uma mesa...
E esses lábios?
Neles tem um sorriso bonito
que nunca, jamais será visto!
